segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020


A palavra História deriva do Grego e significa


    “conhecimento advindo de investigação”. É a ciência que estuda o próprio Homem e sua ação no tempo e no contexto espacial, ao lançar o investigador a conhecer não só o Mundo que o cerca, e o processo desenvolvimentista, e ao seu autoconhecimento... Os erros e acertos / Momentos e fatos & feitos...
                                       Pesquisa e organização de Texto de:* WRA/00/FC

ü  Na Época de HERÓDOTO – A História andava junto com a Filosofia.
ü  A História (virou Ciência – objetiva e lógica)
ü  A Generalização leva a injustiça (Filosofia)


                 A História não é – como supôs a ironia de Voltaire, “apenas uma série de crimes e infortúnios”. A História é, sobretudo, a útil condensação das experiências Humanas; o espelho de Ações nobres e varonis, feitas por Gente com seus acertos e erros, de feitos memoráveis – atua como estímulos às novas gerações – o Triunfo do Mundo.
           Nós os de Pesquisas da histórica e aos Historiadores – não devemos, contudo, limitar-nos aos simples registros dos fatos políticos e sociais; devemos, simultaneamente, abrir largos à perspectivas a cada Momento e produzir para o porvir das nacionalidades interessadas nos prodigiosos surtos do crescer Cultural e Civilizatório – leva-los a visibilidade, expor aos grandes acontecimentos; sugerir novas Ações, novos rumos, ideias e ideais, este Gênero Humano com espírito de abertura – a partir das experiências adquiridas e suas múltiplas radiações do presente e ao porvir. Arder corações e mentes... Correr em Passarelas e entre Vivendas do Cotidiano. (Texto - pesquisa e adaptações de: Wilson Rodrigues de Andrade/Produtor cultura, Editor e Jornalista)     

Tradição colonial do Brasil não aceita o Jesus histórico, que andava com pobres, diz Leonardo Boff. Publicado por Lucas Mendes/ 5 de fev. de 2020.


        O teólogo Leonardo Boff vem defendendo o samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira, com o qual a escola vai passar pela Avenida no Carnaval de 2020. “Eu sou da Estação Primeira de Nazaré/ Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher/ Moleque pelintra no buraco quente/Meu nome é Jesus da Gente”, diz a letra, dos compositores Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo. A composição traz uma referência clara ao presidente Jair Bolsonaro: “Favela, pega a visão/  Não tem futuro sem partilha/ Nem messias de arma na mão”. Para Boff, a Verde-e-Rosa, que no ano passado foi campeã também com um enredo de cunho social (“História pra ninar gente grande”), retrata o Cristo histórico negado pela tradição e por setores que se dizem cristão, mas têm “uma fé só cultural, e não uma fé no coração, como mudança de vida, como orientação de vida”. “Esse Jesus que enxuga as lágrimas, que abraça as crianças, que conversa com a prostituta, pobre entre os pobres, o único verdadeiro e real, que os quatro evangelhos testemunham, esse é o Jesus assumido pela Mangueira. Os cristãos e bispos tradicionalistas, a TFP etc., não aceitam Jesus assim, porque se aceitassem tinham que mudar de vida, teriam que auxiliar os pobres, lutar pela fraternidade, por uma sociedade mais justa, menos desigual”, diz. Na opinião do Teólogo, o enredo da escola “atualiza a figura de Jesus para a nossa situação, que é muito semelhante à situação da Galileia, da Palestina, na qual vivia o Jesus histórico”. Para Boff, a parcela da sociedade que, embora se professe cristã, apoia um governo que defende armar a população, por exemplo, tem a visão “do cristianismo tradicional, colonial, que nos foi trazida pela colônia, visão de que Jesus é o rei, o senhor, é Deus, e todos nós sendo humilhados”. São esses os setores que acusam o enredo da Mangueira de “blasfêmia”. Essa tradição do período colonial nunca apresentou ao povo o Jesus real, “crucificado, que apanhou como um escravo foi humilhado e perseguido, porque, lógico, isso o identificava com as vítimas”. “Esse Jesus, testemunhado nos quatro evangelhos, esse é apresentado na Mangueira”, afirma Boff, em entrevista à RBA.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Coletânea Páginas Perenes
 Autor: *Wilson Rodrigues de Andrade
 __________ Poemas ____________

        Próximos Lançamentos

v  Pelas Alamedas / Volume 1

v  Rumo Perene/Volume 2

v  Lastros Perenes/Volume 3

v  Com Afeto/Volume 4

v  Vale Afora/ Volume 5

v  Manto Ideal/ Volume 6

v  Laços Perenes/ Volume 7

v  Cadencia de Paz/Volume 8
Foto/*WRA. Edifício ao fundo - Ed. Tele Porto/ Escritório de Direitos Autorais/EDA/BN. Rio de Janeiro-Brasil.

Autor de: PELAS ALAMEDAS...

 Poemas / Andrade, *Wilson Rodrigues de,
  Coletânea Páginas Perenes. Volume 1.

     “O que vale é as antigas verdades, do coração, as velhas verdades Universais Amor e Honra, Piedade e Orgulho, Compaixão e Sacrifício. A Voz do Poeta, do Literato em geral, não precisa ser apenas um registro da Humanidade – pode ser também , um dos alicerces, um dos pilares para ajudá-lo a Resistir e a Triunfar.   “O dever do Poeta, do Escritor – é escrever sobre essas coisas – é um privilégio do Escritor ajudar a Humanidade a Resistir – elevar seu Coração e o que fizeram os de seu Passado e suas Glórias... Willian Faulkner (Nobel de Literatura / 1950)



Pelas Alamedas... Vale afora! Nosso eterno agradecimento entre Páginas Perenes. Nossa Coletânea.  * Wilson Rodrigues de Andrade/2017.
      Mitos Solenes. Garças no revoar da Região! Berço de recordações no entardecer de Festas entre Espaços. Graça altaneira das Paixões. Contempladas por nossas Colinas. Amada do Percurso! Bradar destemido das Almas de Bandeirantes. Bandeiras e Legados bordados. Momento vistoso no reluzir de Vésper espraiar entre Rios. Eco no Regato atravessa nosso Chão! Onde Eu for estarei sempre em algum lugar com os quais prezo entre a vasta opereta matinal. Véu Amado.
  A Pátria não é o Meio, a Pátria é o Conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: - é o idioma, este criado ou herdado por Civilizações. “... Um Povo só começa a perder a sua independência, a sua existência autônoma ao começar perder o amor pelo Idioma Natal. A morte de uma Nação começa sempre pelo apodrecimento da Língua...” Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (1865 – 1918). E, com esse pensamento tentamos adaptar os dizeres do considerado um dos Nobres e dos maiores poetas parnasianos brasileiros.

                                          A Leitora...
Pelas Alamedas... Vale afora! Desse modo, o Livro – Veículo a transformar Ideal – proporciona aos que não encontram comparação nas demais formas de Expressão, na medida em que exibe conteúdos impressos contínuos; o Meio mais importante para Comunicação e Informação espiritual, base entre Eras. Um Livro é um Cérebro, uma Pessoa! Várias Pessoas! Nossas Comunidades, portanto, a própria Civilização. Sempre deve ser o Povo que precisa mudar e obter sua melhoria, também, na buscar pelo conhecimento e o conseqüente aprendizado, e não, a Arte que precisa mudar! Conseguir a Educação com qualidade significa esse Povo conseguir Ar. Ar livre! O Livro pertence a todos, para os que Dele usufruir do Prazer e do Refrigério. Contar e recontar Rios e Mitos. Legado do Vale, Vidas e Obras de seus Autores. Arte para os Amantes de Vidas! Essa é a nossa História em Versos... Nossa Coletânea Páginas Perenes... Pelas Alamedas...  *Wilson Rodrigues de Andrade (Jornalista pacifista-cultural, escritor - poeta/ Editor e Promotor Cultural/Pesquisador das Ciências Humanas e Sociais).



quinta-feira, 16 de janeiro de 2020


Universidade utilizará resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como critério de seleção. 

     Entre as formações oferecidas estão graduações em ciências tecnológicas, exatas, biológicas, da saúde, da educação e humanas. Vestibular é atividade vinculada à Cátedra Sérgio Vieira de Mello, uma iniciativa da Agência da ONU para Refugiados em parceria com Instituições de Ensino Superior.                  Enviada em: 16/Maio/2016.



Refugiados que vivem no Brasil podem se inscrever em vestibular específico para graduações da Universidade Federal de São Carlos. Foto: Cáritas Arquidiocesana de São Paulo (f/Arq. )

            Estão abertas as inscrições para o vestibular da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) voltado para refugiados que vivem no Brasil. As inscrições para o ano letivo de 2017 podem ser feitas até o dia 2 de setembro.
Para fazer a inscrição, é necessário que o candidato comprove a condição de refugiado por meio de documentação emitida pelo Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) — órgão vinculado ao Ministério da Justiça — e que já tenha concluído o nível de Ensino Médio ou equivalente.
Os cursos oferecidos são de graduação e as aulas são presenciais. As vagas são ofertadas para os campi de São Carlos, Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino — todos localizados no interior do Estado de São Paulo.
Entre as formações oferecidas, estão graduações em ciências tecnológicas, exatas, biológicas, da saúde, da educação e humanas. Clique aqui para ter acesso à relação de todos os cursos de graduação oferecidos.
Pelo segundo ano consecutivo, a UFSCar utilizará os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como critério de seleção. Serão aceitos os pedidos de inscrição de candidatos que tenham participado das edições do Enem de 2012 até a edição de 2016.
Os refugiados que não tenham participado das edições do ENEM desde 2012 devem fazer suas inscrições para o ENEM 2016 entre os dias 9 e 20 de maio, pela internet, e realizar o exame que será aplicado nos dias 5 e 6 de outubro, em todo o país.
        

                                             Foto/ Embaixador : Sérgio Vieira de Mello/ ONU.

 O Edital ainda prevê que, caso não haja candidatos classificados por meio do ENEM, a UFSCar poderá divulgar os cursos/vagas que não foram preenchidos e fará uma seleção simplificada. Para acessar o edital publicado no Diário Oficial da União, clique aqui.

Apoio / COMPAZ- FOLHA CULTURAL/FC.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020


Tra                      Traços Históricos... Paraíba do Sul...

                                                                                      *Dr. Max.
                                   O FICO...
                                   Vários episódios da História do Brasil tiveram Palco e Vida em Paraíba do Sul, Estado do Rio de Janeiro - Brasil, destacando o FICO da permanência do Príncipe Regente D. Pedro I, sendo o proêmio da Independência.
              O Manifesto foi elaborado em Paraíba e depois levado a Minas ao longo do Caminho Novo, e conduzido por Pedro Dia Paes Leme Câmara, este nascido em 1777, Barão em 1818, e depois Marquês de São Marcos, que o entregou em mãos do futuro Imperador de quem se tornou grande amigo. Na primeira viagem para Minas o Príncipe pernoutou no Registro de Paraíba, e no silêncio da noite luxuriante, de luar prateado, ao som do arrulho dos pássaros, como das cigarras, silvos dos grilos e rinchos dos mochos, tal como paraíso sipolino, sem trajes, sentiu pela intuição o desejo de libertação pela Independência. Também, na abdicação o Imperador recebeu no silêncio frio e decepção dos nacionais com os destinos do País e da Coroa, a chegada e a HORA do fim.

  E foi. PARAÍBA participou em Momentos importantes de Pedro I, inclusive, na guerra da Independência, na Bahia, com a vitória do Brigadeiro Lima e Silva, casado com DAMA Sulparaibana e futuro EMANCIPADOR, em Janeiro de 1833 e Pai do único Duque e Pacificador Caxias. Outro vulto da história pátria, Miguel Calmor du Pin e Almeida, Marques de Abrantes, Primeiro Ministro e  Quito Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, que iniciou sua carreira como Promotor de Justiça, aqui, no famoso Fórum dos Cearenses. Outro episódio da mais bela Página da História, no advento da República, é a salvaguarda das DAMAS Sulparaibana ao famoso tribuno, poeta e arauto do novo regime: Silva Jardim. Paraíba inspirou o maior clássico de óperas internacionais, o nosso Carlos Gomes; e produziram escritores, deputados, ministros, governadores, artistas e instrumentistas, compositores, engenheiros, médicos, advogados, jornalistas, cantores, inventores, críticos (Agripino Grieco); jornais, livros, música, obras, aviões, filomáticos, cinematógrafos, velódromos, ouro, café, rendas, águas Salutáris, tijolos, Pontes, Caminhos, Barões, Vilas e um Inconfidente Confidente, e um Rei – GARCIA RODRIGUES PAES.                          

                                  * Dr. Antônio Maximiano de Oliveira     


Traços Máximos – *Dr. Max.Paraíba do Sul... Emancipação...

       
           Dois Séculos de Emancipação renovada à construção que a Paraíba desde a abertura do Caminho Novo, graças a Garcia, proporcionando o desenvolvimento de Minas e da Metrópole.         
            


 Fotos de: Wilson Rodrigues de Andrade ( Ponte de PS)









           Desde a chegada da Família Real e da Independência a coletividade sul - paraibana contribuiu com sua opulenta produção de alimentos essenciais como a cana-de-açúcar, a farinha, os grãos de milho, arroz e feijão, de toucinhos de carne suína, bovina, aves, tubérculos, batata; não produziu trigo, mas lavrava a terra com fartura e serrava madeira para esteios, caibros, ripas e tábuas e até pedras para a alcantaria dos prédios e varandões. Tudo descia para as praias guanabarinas ao lombo das mulas dos Tropeiros e voltavam carregados de marquesas, consoles, cortinas, panelas, baixelas, calçados, armarinhos, toucados, relógios rupiões, imagens e pianos. Os senhores de Fazenda, também aventuravam em conhecer as praças e roças do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Vila Rica, Rio das Mortes, e os filhos se homiziavam nos Quarteis e Europa, gente da Paraíba Velha, e, até o Príncipe gostava de pernoitar na alfandega do Cais e por cânone da verve dos Puri e Timbaúba CAXIAS sentou Praça aos cinco (5) e é o grande vulto sul paraibano ao lado de Garcia Rodrigues e Anchieta, que comprou terras na Santa Cruz de Sebollas para plantar cereais para sua Casa de Misericórdia, do Rio. Os pesquisadores e escribas só falam de ouro, joias, especiarias, escudos e não exaltam o melhor da Vida. Crescer.
           Uso e expressão de Drumond – sem encher a pança não tem vida, e, no Meio do Caminho tinha uma pedra, logo, varias – Paraibuna, Itacolomi, Tocaia, Monte Cristo e Paraíba, que no Dicionário do Biscainho Anchieta, significa - Peixe separado ou quase morto ou podre, para ser comido. São mais de 300 anos, e pouca gente reconhece o Maior Valor desta Terra, que nos deu o Ouro Vegetal (Café) o Tropeiro, Pontes, Trem de Ferro, Independência, República, Liberdade e Glórias.

            .*Dr. Antônio Maximiano de Oliveira, Membro - fundador do Comitê pela Paz - COMPAZ e do Jornal/Revista FOLHA CULTURAL e ex - Presidente do Conselho Municipal de Cultura - Três Rios- Rio de Janeiro-Brasil.

A palavra História deriva do Grego e significa     “conhecimento advindo de investigação”. É a ciência que estuda o próprio Homem e...