terça-feira, 17 de abril de 2018


ONU convida estudantes para formar Grupo de Trabalho de Modelos das Nações Unidas. Publicado em 12/04/2018


Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) selecionará alunos de ensino médio e superior com experiência em modelos das Nações Unidas para preparar material de apoio para simulações. Interessados devem preencher um formulário para participar do encontro, que acontecerá no mês de maio no Rio de Janeiro.

Os modelos da Organização das Nações Unidas são simulações das principais conferências, sessões, cúpulas e encontros da ONU. Comumente organizados por estudantes de ensino médio ou superior e com uma duração que varia entre três e cinco dias, os modelos da ONU tratam de temas de interesse internacional (contemporâneos ou históricos) nos principais órgãos internacionais.
Os modelos são uma forma de unir a teoria com a prática da diplomacia internacional, seguindo as práticas protocolares da organização seguidas a rigor, e têm o objetivo de incentivar jovens a se engajarem na elaboração de agendas globais ou na solução de disputas e conflitos internacionais.
Elaborado pelo Departamento de Informação Pública da ONU em Nova Iorque e traduzido para o português pelo UNIC Rio, o material será revisado por estudantes com experiência em simulações. Para participar, o estudante deve atender a pelo menos um dos critérios: participar da organização de Modelos ou Simulados da ONU, ter experiência na elaboração de guias de simulação ou ter experiência em diretoria ou secretariado de simulação.
O encontro, que acontecerá no dia 4 de Maio na sede do UNIC Rio, no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro, contará com uma apresentação do diretor do UNIC Rio e será mediado pela equipe da ONU responsável pelo material. O grupo revisará o material e fará recomendações para a versão final, que será disponibilizada em junho.
A iniciativa oferecerá a estudantes a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre diplomacia internacional e os procedimentos oficiais das Nações Unidas, além de criar uma rede de contato para troca de experiências e boas práticas.
Para participar, interessados (as) devem preencher o seguinte formulário online até 25 de abril de 2018: https://goo.gl/forms/nN8JI6Ix53LSeoTo1.
Os (as) selecionados (as) serão contatados (as) por e-mail para participar do Encontro no dia 4 de Maio, das 9h às 13h. Dúvidas podem ser tiradas pelo e-mail unic.brazil@unic.org. Por se tratar de uma iniciativa de participantes voluntários, o UNIC Rio não oferece ajuda de custo.


sexta-feira, 13 de abril de 2018


Via UNIC-Rio / COMPAZ-Folha Cultural

                           Neste mês de Abril de 2018, fez 50 anos que o ativista negro norte-americano Martin Luther King Jr. foi baleado e morto na cidade de Memphis, Tennessee (EUA).



         Em 1978, dez anos após sua morte, a ONU o homenageou com o Prêmio das Nações Unidas em Direitos Humanos, por sua destacada contribuição à promoção e à proteção dos direitos humanos, conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que completa 70 anos em 2018.
Martin Luther King Jr. recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1964.

quarta-feira, 11 de abril de 2018


Tiradentes diante do Altar da Pátria  * Dr. Max

Os Heróis não morrem
Os covardes morrem todo dia
Os Heróis vivem eternamente
Os covardes desaparecem
Os Heróis brilham
Os covardes se apagam!!!
           Cidadãos e Cidadãs não bastam reverenciar os Atos e a Vida dos grandes Vultos. É preciso segui-los
             Para se chegar ao eterno. As Vitórias não precisam de armas materiais, mas o uso de armas da Cultura, da Educação, da Razão e da Inteligência, do saber, do trabalho, da Ação, da prática, do exercício dos dons e dos atributos humanos e sua prática continuada, permanente, evolutiva, progressiva e dinâmica. Nós podemos aqui na Terra. Temos potencialidades. OH! Terra, Terra de nosso berço, de nosso pouso final; Terra produtora de alimentos, terra dos sonhos, dos encantos, das belezas paisagísticas. Terra onde tenho os pés, as mãos, a cabeça. Terra que é a Pátria Amada, a nossa Bandeira na marcha para os Céus. VIVA!
                                                               
                                                       * De. Dr. Advogado - Antônio Maximiano de Oliveira     
                                                             Membro - fundador do COMPAZ/Folha Cultural.
                                                       Ex - Presidente do Conselho Municipal de Cultura
                                                                  Três Rios- Rio de Janeiro-Brasil

sexta-feira, 30 de março de 2018

Para celebrar os 70 anos da DUDH... Via UNESCO/COMPAZ-FC.


 ...Declaração Universal de Direitos Humanos em 2018, a revista Monções, da Universidade Federal da Grande Dourados e a @ONUBrasil abriram uma chamada para que pesquisadores, ativistas e profissionais enviem artigos para uma edição especial do periódico. Os trabalhos serão recebidos até 9 de abril. #ApoieOsDireitosHumanos #DireitosHumanos #StandUp4HumanRights https://bit.ly/2IaMmok

segunda-feira, 19 de março de 2018


Caminhos Ferroviários e com Saudades... 

                                                                   *Irene Lopes Guimarães
               
        Até o governo de Juscelino Kubitschek as nossas ferrovias forma bem cuidadas e sempre progrediram. Entre os últimos presidentes, os que mais zelaram por nossas ferrovias foram Vargas e JK. De lá para cá só foram decaindo, contudo, a Ferrovia do Aço tenha sido uma obra de orgulhar nossa Engenharia Ferroviária e fortalecer nossa economia na área de mineração. A Ferrovia do Aço foi uma grande realização de causar orgulho a qualquer braseiro patriota. Eu a conheço tive o orgulho e a alegria de ter passado por ali, em uma exclusiva viagem, gentilmente concedidas aos velhos ferroviários aposentados do antigo 3º. Depósito de Três Rios (Estado do Rio de Janeiro – Brasil), que ficaram visivelmente emocionados em conhecer a grandiosa Via de escoamento de nossa riqueza mineral. Participei da histórica viagem em companhia de meu saudoso esposo Waldir da Silva Guimarães, com a finalidade de registrar jornalisticamente todo o percurso da viagem. Waldir, como apaixonado ferroviário que sempre foi, a todo instante me cobrava registro de tudo, nos mínimos detalhes, até das metragens dos trilhos e quantidade de dormentes que ali foram empregados. Um trabalho para ficar na história. Descrevendo aquela matéria jornalística, resolvi falar sobre outra, não menos valiosa, e que neste último, 29 de Março de 04, completaram seus 106 anos, o Viaduto Paulo de Frontin, considerado uma das mais extraordinárias obras de engenharia ferroviária do Brasil em todos os tempos. O importante Viaduto esta localizado nas proximidades da Estação Vera Cruz, tendo sido inaugurado em 29 de Março de 1808, notável trabalho dos engenheiros Paulo de Frontin e do João Alberto Masô, que conseguiram com competência inigualável erguer naquela Serra o único Viaduto Ferroviário em curva, do mundo! Contendo o total de 82 metros de comprimento e 34 metros acima do leito do Rio Santana, toda essa Obra fora montada no próprio local através dos grandes módulos de ferro, vindo da Bélgica com medidas e formatos especialmente desenhados pelos engenheiros brasileiros construtores de tão importante arquitetura ferroviária. Tanto assim que, disposto a preservar o notável monumento, o prefeito Roberto de Almeida , em 1997, aprovou a Lei No. 1.552 que Tomba por interesse urbano, social e paisagístico todo o Viaduto quanto as Pontes ferroviárias de Monte Líbano, Arcádia e Santa Branca.
         Nesta mesma Lei, foi incluído o Tombamento das estações de Gov. Portela e Miguel Pereira. Como é triste que matassem os tempos áureos das nossas ferrovias,  que transportavam nosso povo num romantismo sadio, folclórico, progressista e alegre.




         Atualmente os trens tal qual cobras metálicas se arrastam levando nossas riquezas minerais, mas vão também carregados de saudades e protestos de brasileiros que sabem que o Brasil só vai ser um País de 1º. Mundo, o dia que passar a trafegar sobre os “Caminhos Ferroviários”.  Três Rios, 31 de Março de 2004.
             De: *Irene Lopes Guimarães/ Escritora e Jornalista trirriense. (Editado por, Wilson Rodrigues de Andrade/FC.)
       

quinta-feira, 8 de março de 2018



Por que celebramos o Dia Internacional da Mulher em 8 de Março?


        A versão mais popular da origem do Dia Internacional Da Mulher diz que a criação da data comemorativa foi por causa do incêndio em uma fábrica de roupas  em Nova York. Porém, a história é um pouco diferente. Ainda que o incêndio tenha marcado a história, ele ocorreu em, 25 de Março de 1911.
       A socióloga Eva Blay, em artigo para a revista “Estudos Feminstas”, da Universidade Federal de Santa Catarina, explica em um artigo que as origens do Dia Internacional da Mulher são anteriores ao incêndio.





Marchas e protestos
      O Dia Da Mulher foi mencionado pela primeira vez em 1908, em uma marcha nos Estados Unidos que aconteceu em fevereiro daquele ano, em que mulheres socialistas protestavam pelo direito ao voto e melhores condições de trabalho. No ano seguinte, a manifestação reuniu mais de duas mil pessoas.
      Em 1910, na Dinamarca, aconteceu o II Congresso De Mulheres Socialistas. Durante o encontro, Clara Zetkin, professora, ativista e jornalista voltada para o feminismo e igualdade de gênero, sugeriu a criação da data comemorativa, sem dia definido. Já em 1911 aconteceram passeatas com o tema na Dinamarca, Suíça, Alemanha e Áustria.
O papel do famoso incêndio
        No fim do século 19 e começo do 20 as condições de trabalho eram sofríveis. Entre outros abusos, era comum que os donos de fábricas trancassem as portas e escondessem os relógios para que os funcionários perdessem a noção do tempo e trabalhassem mais, e na Triangle Shirtwaist Company não era diferente. O que não se esperava é que durante o “expediente” começasse o incêndio.
Relatos indicam que haviam 600 pessoas no dia, em sua maioria mulheres entre 13 e 23 anos. Ao começar o fogo, os trabalhadores correram para o elevador, portas, janelas e terraço, tentando escapar, entretanto pelo fato da porta estar trancada, muitos não conseguiram escapar e pularam para morte. Outros morreram asfixiados por conta da fumaça e do fogo. No total morreram 146 pessoas, sendo 21 homens e 125 mulheres.
A comoção foi tanta que dia 5 de abril, 100 mil pessoas se reuniram debaixo da chuva para acompanharem o funeral coletivo das vítimas.
Hoje o local é ocupado pela Universidade De Nova York, que tem uma placa na frente explicando que “neste lugar, em 25 de março de 1911, 146 trabalhadores perderam suas vidas no incêndio da Companhia de Blusas Triangle. Deste martírio resultaram novos conceitos de responsabilidade social e legislação do trabalho”.
8 de março
           Várias manifestações intituladas de “Dia da Mulher” estavam acontecendo, porém foi na Rússia, em 1917, que aconteceu a primeira marcha no dia 8 de março. Trabalhadoras se reuniram por melhores condições de trabalho e contra a entrada da Rússia na Primeira Guerra Mundial. 
          A partir dos anos 1960 a data passou a ser escolhida com frequência para os protestos a favor da igualdade de gênero, inclusive no Brasil durante a ditadura de 1964, e foi aos poucos se tornando, não oficialmente, o Dia Da Mulher, até 1975 quando a ONU declarou 8 de Março como o Dia Internacional Da Mulher.
           No Dia da Mulher, quando todos os olhos se voltam para a igualdade de gêneros, dados da União Interparlamentar, mostram que somente 23,4% dos deputados, senadores e parlamentares em todo o mundo são mulheres. Apesar de baixo, o número cresceu ao longo dos anos – em 2013 eram apenas 11,3% –, mas ainda está muito longe do ideal.
           Os países nórdicos lideram o ranking como a região com as melhores taxas de participação feminina na política, são 41,4% de mulheres parlamentares. Ruanda, um pequeno país no nordeste da África é, contudo, o país que possui a maior participação feminina em sua Câmara de Deputados e Senado: 61,3% dos assentos são ocupados por legisladoras. Outros países africanos como Senegal, Namíbia e Moçambique também apresentam taxas bastante surpreendentes.
             Na América do Sul, se destacam Bolívia, Argentina e Equador. O Brasil aparece no fim da lista da região e na 155a posição mundial para representação parlamentar feminina: são apenas 10,7% no Congresso nacional. Via COMPAZ/ Folha Cultura/ 8-Março-18.

quinta-feira, 1 de março de 2018



No Dia 08 de Março  -

 Comemoramos o Dia Internacional da Mulher e por trás dessa data tem uma série de histórias de lutas e conquistas de direitos.

          No Dia 8 de Março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
          A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma Conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 08 de Março celebraríamos o “Dia Internacional da Mulher”, “em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas, somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).”






          É importante dizer que nesse texto estamos falando de respeito, igualdade de direitos, tratamento digno, não a violência e não ao preconceito – que são devidos aos homens e às mulheres.
        Se observarmos, as reivindicações das mulheres em 1857 não são tão diferentes das reivindicações de nossos dias (pleno Século XXI). Tivemos tantos avanços tecnológicos e no campo sociocultural caminhamos a passos lentos. Por outro lado, também tivemos muitos avanços no campo jurídico, mas de nada adianta se o pensamento vigente não acompanha esse avanço. Apenas com ações educativas podemos mudar essa mentalidade, precisamos nos reeducar e educar nossas crianças para um futuro com menos desigualdade.
         No Brasil é comemorado o Dia Nacional da Mulher em 30 de Abril. Essa data foi criada para reforçar o processo de desenvolvimento e reeducação social sobre os Direitos que as Mulheres devem ter na Sociedade. (Adaptação de texto de Wilson Rodrigues de Andrade/16)



A ONU Mulheres, em parceria com União Interparlamentar/UIP, lançou em 15/Março/17, um panorama sobre a participação política das mulheres no mundo. Com apenas uma Ministra, o Brasil ficou na 167ª posição no ranking mundial de participação de mulheres no Executivo, que analisou 174 Países. Em relação ao ranking da participação no Congresso, o país ficou na 154ª posição, com 55 das 513 cadeiras da Câmara ocupadas por mulheres, e 12 dos 81 assentos do Senado preenchidos por representantes femininas. UNIC/Rio.












ONU convida estudantes para formar Grupo de Trabalho de Modelos das Nações Unidas. Publicado em 12/04/2018 Centro de Informação das Na...