quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Em Pernambuco, Alckmin confere funcionamento de bombas usadas na transposição do São Francisco /22 de fevereiro de 201

 O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), sobrevoou nesta quarta-feira (22) o Reservatório de Copeti, em Pernambuco, onde estão instalados os equipamentos emprestados pelo governo paulista ao Ministério da Integração. O tucano esteve acompanhado do ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, e do deputado federal Guilherme Coelho (PSDB-PE).





 Os equipamentos estão sendo utilizados para acelerar a transposição das águas do Rio São Francisco no Eixo Leste. Após o sobrevôo, Alckmin visitou o reservatório para acompanhar a operação das moto -bombas da Sabesp.

“Usamos essas bombas em 2014, numa seca muito grande na Região Metropolitana de São Paulo, para fazer a captação da reserva técnica do sistema Cantareira. São equipamentos muito potentes que conseguem bombear 2 m³/s, permitindo que a água chegue ao destinatário final com mais rapidez”, explicou o governador.
As bombas foram transportadas para o município de Floresta (PE), no eixo leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco, e instaladas no reservatório de Copeti. Em 26 de dezembro de 2017, o governador Geraldo Alckmin assinou termo de empréstimo das bombas para combater a seca nos estados da Paraíba e de Pernambuco.
O equipamento, que consiste em quatro conjuntos de bombas flutuantes, cada um com capacidade de bombear até 2.000 litros de água bruta por segundo, foi cedido ao Ministério da Integração Nacional.
A cessão do equipamento e demais materiais necessários para sua instalação, orçados em R$ 8,26 milhões, será pelo período mínimo de 120 dias, com possibilidade de prorrogação, sem custo para os beneficiados. P/ C-Folha Cultural

“União pela água”, por Geraldo Alckmin

22 de fevereiro de 2017
O Governador do Estado de São Paulo, Dr. Geraldo Alckmin, esteve presente na Assinatura de Convênios da Casa Civil. Local: São Paulo/SP. Data: 07/12/2016. Foto: Alexandre Carvalho/A2img
A superação do desafio mundial e nacional do abastecimento de água passa pela atuação determinada do poder público.
A troca de experiências e a ajuda mútua entre estados e o governo federal são a chave para essa e outras conquistas fundamentais.
A colaboração recente do governo de São Paulo com a União é um gesto que valoriza a Federação.
O empréstimo de “super bombas”, adquiridas durante a crise hídrica paulista serve agora para aliviar os efeitos da forte estiagem que acomete o Nordeste.
Graças a elas foi possível antecipar a chegada da água do Rio São Francisco em regiões de Pernambuco e Paraíba.
Foram necessárias 34 carretas para transportar as “bombas” numa jornada pelo País.
Atualmente estamos também em tratativas para contribuir nessa área com os governos da Bahia e do Distrito Federal.
São Paulo, no biênio 2014-2015, passou pela pior estiagem já registrada. Foi um fenômeno duas vezes superior à mais severa seca que se tinha notícia até então, ocorrida em 1953.
Hoje voltamos à normalidade, tanto pelo retorno das chuvas, quanto pela realização de uma série de obras emergenciais e estruturantes e pela adesão da população ao uso racional da água.
Uma das ações, viabilizada em comum acordo com o governo federal e os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, é a interligação das bacias do Jaguari e Atibainha, que dobrará a capacidade de armazenamento do sistema Cantareira, o maior de São Paulo.
Como a obra envolve um rio federal, o Paraíba do Sul, a sua realização se tornou outro bom símbolo de cooperação federativa.
Avançamos, em suma, de forma ininterrupta para enfrentar possíveis condições meteorológicas futuras tão agudas quanto aquelas que nos atingiram e que atualmente afetam o Nordeste e o Distrito Federal.
O caminho para o futuro é o fortalecimento do federalismo. O trabalho feito em união potencializa a capacidade de melhorar a vida dos brasileiros.
Juntos, temos mais condições de prosperar e criar oportunidades de desenvolvimento sustentável para todos.
*Artigo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), publicado nesta quarta-feira (22/02) no Jornal do Commercio de Pernambuco

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017



Fórum Mundial da Água abre consulta pública online com participação de agência da ONU



 Publicado em 17/02/2017


            Em 2018, Brasília sediará o 8º Fórum Mundial da Água, evento que reunirá os principais especialistas, gestores e organismos envolvidos na gestão e preservação dos recursos hídricos do planeta. A Organização do Evento deu início nesta semana (13/ Fev. /17) a uma consulta pública que receberá contribuições online de qualquer pessoa interessada em debater os temas do Encontro.  A Cap-Net, Rede de Capacitação em Gestão da Água do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), atuará como moderadora dos debates sobre Desenvolvimento.





          Na plataforma “Sua Voz”, é possível participar de seis salas virtuais de discussões, divididas entre os seguintes temas: clima; pessoas; desenvolvimento; urbano; ecossistemas; e finanças. A Cap-Net, Rede de Capacitação em Gestão da Água do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), atuará como moderadora dos debates do espaço sobre desenvolvimento.
           A Equipe do Fórum esclarece que o Portal é um lugar para que indivíduos de diferentes partes do mundo possam expressar suas opiniões e compartilhar experiências capazes de enriquecer as discussões sobre políticas de recursos hídricos.
A primeira rodada das consultas públicas terá duração de oito semanas e deverá se encerrar em meados de Abril. As consultas seguirão após esse primeiro momento. Em seguida, o Fórum realizará uma votação global para identificar os temas considerados mais relevantes pela população. Todas as discussões são moderadas também pela Agência Nacional de Águas (ANA) do Brasil, instituição parceira e responsável pela Organização do Evento.

O 8º Fórum Mundial acontecerá em Brasília dos dias 18 a 23 de Março de 2018. 
         O Evento contribui para os diálogos que orientam processos decisórios globais sobre o uso racional e sustentável da água. O Encontro é Organizado pelo Conselho Mundial da Água, instituição que reúne cerca de 400 organismos internacionais, governamentais, da sociedade civil, do setor privado e da academia. Essas Entidades parceiras estão espalhadas por aproximadamente 70 Países. Entre os membros do Conselho, estão a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Banco Mundial e o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU - HABITAT). A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) recebeu em janeiro de 2017 o Estatuto de membro - observador. Fonte/ UNIC-Rio/ COMPAZ-FC. Fev. 2017.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017





 
 
                                                                      
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      Reflexão. Processo Produtivo da Cultura.



 

       A Promoção da Diversidade passa pelo reconhecimento dos Direitos ao Convívio Cultural /Declaração Universal dos Direitos Humanos/ONU.
   Consagrada no contexto da liberdade de Expressão, oportunidade de Dialogo, também o Direito ao saber sobre nossa ancestralidade – os meios e espaços para a criatividade e o Processo de inovação; combinar o passado para inovar o futuro de forma intercultural e permanente – o ecológico e sua tecnologia, e o Dialogar com o saber fazer da Vida e pela Vida de todos.
Vivemos um movimento intenso de culturalização em toda parte, o procurar preservar nosso manancial cultural – este passa por períodos necessários no campo civilizatório. Portanto, em nosso território, a Cultura vive no Processo de fortalecimento do cenário  de regionalidade cidadã plena, e o conseqüente Desenvolvimento e dos meios para a Sustentabilidade e Bem-Estar de suas Comunidades e Localidades.
    O Debate público deve demonstrar que a Qualidade de Vida não pode ser vista, tão somente, na ótica do Desenvolvimento econômico, mas como apropriação continua do Patrimônio Material e Imaterial, esse pelos Cidadãos e Cidadãs; e a criação do rico imaginário de nosso Povo multiétnico, com excelência e potencialidade no produzir; a partir da Diversidade Cultural.
  A palavra ‘Diversidade’, é forte, remete-nos a territorialidade, pois cada vez esta Diversidade se dá mais por territórios, de pertencimento, e não por Localidade ou Comunidade fechadas. No expandir-se há de se comparar o seu rico Conteúdo. Há necessidade de leis de incentivo direcionada a criação de condições para o Desenvolvimento no Processo dos Setores da Economia Criativa/EC, Economia Solidária/ES, no fazer Cultural em curso, e suas ramificações – o acompanhar suas mudanças, com efetivo fortalecimento das Sociedades Civil/ ONGs. Afins, e seu dinamismo; a partir das conquistas já alcançadas, e cabendo ao Agente público, assim procederem também.  Diversidade Cultural passa a compor Estratégia de mudanças e de construção de novos Paradigmas no aspecto populacional e suas manifestações e conteúdos de suas expressões. Documento da UNESCO/ Organização da ONU para Educação, Ciência e Cultura, afirma que tão importante quanto o processo democrático e as oportunidades econômicas – é a Diversidade Cultural. De: Wilson Rodrigues de Andrade/ Produtor Editorial da Folha Cultural/FC. 2003.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017



Insatisfação com serviços públicos exige de governos mais transparência e menos corrupção

    Em Relatório sobre como políticas e legislações podem coibir o desrespeito à lei e promover crescimento inclusivo, o Banco Mundial lembra das manifestações de 2013 no Brasil, quando protestos exigiram serviços públicos de qualidade ‘padrão FIFA’. Em situações de insatisfação, organismo financeiro recomenda usar recursos públicos de forma transparente e redobrar esforços contra corrupção.


Em 2013, a insatisfação com serviços públicos de baixa qualidade levou milhares de manifestantes às ruas do Brasil. Foto: EBC

      Em 2013, a insatisfação com serviços públicos de baixa qualidade levou milhares de manifestantes às ruas do Brasil. Foto: EBC
Em novo relatório sobre como políticas e legislações podem coibir o desrespeito à lei e garantir processos decisórios inclusivos, o Banco Mundial aponta que a percepção dos deveres e direitos do cidadão pelo conjunto da sociedade brasileira é “historicamente fraca e fragmentada”.
      O organismo financeiro afirma que, enquanto os mais pobres no Brasil tinham de utilizar serviços públicos de baixa qualidade, as classes média e alta recorriam a serviços particulares, o que deixava as camadas mais ricas “relutantes” em contribuir com o sistema fiscal do país.
      De acordo com análise da Edição de 2017, do Relatório Mundial de Desenvolvimento — “Governança e a Lei” —, publicada em Janeiro (30), a conjuntura brasileira foi gradualmente se transformando, sobretudo por conta de um período de 12 anos de crescimento inclusivo no princípio dos anos 2000.
       A Nação testemunhou a saída de 30 milhões de habitantes da faixa da pobreza, ao mesmo tempo em que viu sua classe média se fortalecer cada vez mais. Esses dois fenômenos contribuíram para ampliar as percepções de que os impostos não ofereciam uma contrapartida justa aos contribuintes, sobretudo à nova classe média. O resultado foram as manifestações de 2013, nas quais cidadãos exigiram educação, saúde e transporte com padrão “FIFA” de qualidade.
“À medida que a demanda de prestação de serviços eficazes, boa infraestrutura e instituições justas continua a aumentar, é vital que os governos utilizem recursos escassos da forma mais eficiente e transparente possível,” afirmou o Presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, por ocasião do lançamento do Relatório. Segundo o dirigente do organismo financeiro, desafios exigem “aproveitar o conhecimento especializado do setor privado, trabalhar em estreita colaboração com a sociedade civil e redobrar nossos esforços no combate à corrupção”.

     “Sem uma melhor governança nossas metas de erradicar a pobreza extrema e impulsionar a prosperidade compartilhada estarão fora de nosso alcance”, alertou Yong Kim. O Relatório aponta que a insatisfação com políticas de governo não é exclusividade do Brasil e pode ser identificada na China, na Índia, na Inglaterra e em outros países, onde as concepções e soluções de crescimento inclusivo nem sempre são consenso entre a sociedade civil, elites e políticos.
    “As autoridades públicas não atuam no vácuo. Suas decisões refletem o poder de negociação dos cidadãos que concorrem entre si para avançar seus interesses competitivos,” explicou o economista chefe do Banco Mundial, Paul Romer.

        Uma das recomendações do Relatório é coibir o que o Banco Mundial descreve como um comportamento oportunista — um tipo de postura incentivado pela fragilidade dos serviços públicos, cuja baixa qualidade produz o sentimento de estar sendo lesado. Uma das formas de oportunismo é a evasão fiscal. Políticas de recompensas ou de penalidades podem ajudar a reverter o problema, segundo o organismo financeiro.
De acordo com o Documento, a distribuição desigual de poder pode excluir grupos e pessoas dos benefícios da participação política. No entanto, uma mudança significativa é possível por meio da interação dos cidadãos, que podem se organizar em coalizões e pressionar instâncias decisórias.
         O Banco Mundial aponta ainda que as próprias elites podem implementar mecanismos para restringir sua influência política. Outro ator importante é a comunidade internacional, que pode exercer uma influência indireta sobre reformadores nacionais. UNIC-Rio/C- FC.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017



Citações produzidas pelos constantes ataques aos Patrimônios da Humanidade:
A Diretora - Geral da UNESCO, Agência da ONU, Irina Bokova: “A proteção do patrimônio é inseparável da proteção de vidas humanas. Devemos todos nos unir para colocar essa ideia no centro de todos os esforços para a continuação da paz”, destacou Bokova.







Informe UNESCO S/ Administração de Patrimônio... Boletim ONU/27/Jan. /2017.
Cabe ao Comitê, que se reúne anualmente, julgar as candidaturas de inscrição na Lista no Patrimônio Mundial; zelar pelo estado de conservação dos bens já inscritos; avaliar e decidir pela inclusão ou exclusão de bens na Lista do Patrimônio Mundial em Perigo e decidir pela exclusão definitiva da Lista do Patrimônio Mundial. A organização ressaltou também que nenhum sítio brasileiro está na Lista do Patrimônio Mundial em Perigo, pré-requisito para a perda do título. Também comunicou que não é verídica a informação de que a UNESCO repassa verbas para sítios do Patrimônio.

A Universidade de Coimbra, considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, que conta com 700 anos de história, abriu as portas aos estudantes brasileiros que obtiveram mais de 600 pontos no ENEM. Os cursos mais procurados por estes estudantes são o curso de Direito, Arquitetura, Relações Internacionais e Engenharia Civil. Leia mais sobre esse assunto no link disponibilizado. 
                                                             INFORMES/ Panorama Geral -   C/ Folha Cultural



O #DiaMundialdoRádio é celebrado anualmente no dia 13 de fevereiro. O Dia foi proclamado pela Assembleia Geral da UNESCO em 2011. “Em uma época onde muitos estão apontando para uma ruptura na discussão civil produtiva, e quando a própria ideia de verdade está cada vez mais sendo questionada – o Rádio está em uma posição privilegiada para unir as Comunidades e promover um Diálogo positivo pela mudança”, afirmou Tim Francis, especialista de programa da UNESCO para Desenvolvimento Midiático e Sociedade. “Ele tem o poder de nos tirar das nossas bolhas midiáticas de pessoas com a mesma opinião e nos faz lembrar a importância de ouvir uns aos outros novamente”. UNIC-Rio/FC. Saiba como participar das celebrações: http://bit.ly/DiadoRadio