sábado, 10 de abril de 2021

Pixinguinha é homenageado em painel na parede do Museu da Imagem e do Som, na Lapa /* Larissa Ventura/ Jornalista, radialista e produtora de conteúdo, apaixonada por cultura, turismo e pelo Rio


Painel de aproximadamente 150 metros do maestro Pixinguinha foi pintado, por meio de grafite, na parede do edifício do Museu da Imagem do Som. 

Por/*Larissa Ventura -28 de Março de 2021.

Mais Arte no Centro do Rio! 

Um Painel de aproximadamente 150 metros do Maestro Pixinguinha foi pintado, por meio de grafite, na parede do edifício do Museu da Imagem do Som (MIS). Na pintura, Alfredo da Rocha Vianna Filho aparece em dois momentos: tocando o seu Saxofone e também com o seu semblante característico. O trabalho começou como um sonho pessoal do pesquisador Pedro Rajão, o Produtor Executivo do Coletivo Cultural- Leão Etíope do Méier, que atua na Praça - Agripino Grieco, no Bairro da Zona Norte, há sete anos. Pedro Rajão cogitou levar a ideia para algum muro de Ramos, na Zona Norte, onde o maestro chegou a morar por três décadas. Entretanto, uma visita ao MIS lhe fez mudar de ideia.

Na visita, ele propôs uma parceria para prover conteúdo do Museu para o Site do Coletivo. Ali, ele questionou sobre a parede e foi conversando até conseguir a autorização, já que é um prédio tombado. Eles conseguiram a liberação e perceberam que o Museu tinha ainda um dos Saxofones do Pixinguinha no Acervo, o que tornava a homenagem ainda mais completa.

Músico, compositor e arranjador, Pixinguinha, além de ser o mestre do chorinho, compôs valsas, sambas, choros e polcas, também sendo fundamental para a criação do que, hoje, se entende como MPB. Carioca nascido no Catumbi, Zona Central do Rio, Pixinguinha começou a tocar justamente na Lapa.

A Obra foi Produzida por meio do Projeto Negro Muro, que Pedro toca há três anos, junto com Artista urbano, Fernando Sawaya, o Cazé. Pessoas célebres como o  Compositor Cartola, a Vereadora Marielle Franco, o maestro Moacir Santos e a líder religiosa Mãe Beata de Iemanjá, também, já foram homenageados pelo Projeto. Por enquanto, o painel de Pixinguinha foi a maior Produção do Grupo. C/Folha Cultural - com * Larissa Ventura/Jornalista, radialista e produtora de conteúdo, apaixonada por cultura, turismo e pelo Rio...

 

quarta-feira, 31 de março de 2021

 Pelas Alamedas... Vale afora! 

Nosso eterno agradecimento entre Páginas Perenes. Nossa Coletânea. * Wilson Rodrigues de Andrade/2017.

      Mitos Solenes. Garças no revoar da Região! Berço de Recordações no entardecer de Festas entre Espaços. Graça altaneira das Paixões! Contempladas por nossas Colinas. Amada do Percurso! Bradar destemido das Almas de Bandeirantes. Bandeiras e Legados bordados. Momento vistoso no reluzir de Vésper espraiar entre Rios. Eco no Regato atravessa nosso Chão! Onde Eu for estarei sempre em algum lugar com os quais prezo entre vasta Opereta/ Tela matinal em Véu Amado!


  A Pátria não é o Meio, não é o Conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: - é o idioma, este criado ou herdado por Civilizações. “... Um Povo só começa a perder a sua independência, a sua existência autônoma ao começar perder o Amor pelo Idioma Natal. A morte de uma Nação começa sempre pelo apodrecimento da Língua...” Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (1865 – 1918). E, com esse pensamento tentamos adaptar os dizeres do considerado um dos Nobres e dos maiores poetas parnasianos brasileiros.  

 Pelas Alamedas... Vale afora! Desse modo, o Livro – Veículo a transformar Ideal – proporciona aos que não encontram comparação nas demais formas de Expressão, enquanto exibe Conteúdos impressos contínuos; o Meio mais importante para Comunicação e Informação espiritual, base entre Eras. Um Livro é um Cérebro, uma Pessoa! Várias Pessoas! Nossas Comunidades, portanto, a própria Civilização. Sempre deve ser o Povo que precisa mudar e obter sua melhoria, também, na buscar pelo Conhecimento e o consequente aprendizado, e não, a Arte que precisa mudar! Conseguir a Educação com qualidade significa esse Povo conseguir Ar. Ar livre! O Livro pertence a todos, para os que Dele usufruir do Prazer e do Refrigério. Contar e recontar Rios e Mitos. Legado do Vale, Vidas e Obras de seus Autores. Arte para os Amantes de Vidas! Essa é a nossa História em Versos... Nossa Coletânea Páginas Perenes... Cadência de Paz. *Wilson Rodrigues de Andrade. * (Jornalista pacifista-cultural/ Escritor - Poeta/ Promotor Cultural/Pesquisador das Ciências Humanas e Sociais).


sábado, 20 de março de 2021

 O Dia Internacional de Luta contra a Discriminação Racial 

           É uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e foi instituída em 21 de Março em referência ao Massacre de Sharpeville, ocorrido durante o regime do apartheid. Neste dia, em 1960, em Johanesburgo, na África do Sul, ocorreu um protesto contra a Lei do Passe, que exigia que os negros portassem uma caderneta que indicava onde poderiam ir, a cor, a etnia e a profissão, como forma de controle do Estado. A manifestação foi violentamente reprimida, o que resultou na morte de 69 pessoas, além de 186 feridas. No fim dos anos 1800, o futebol dava os primeiros passos no Brasil, mas ainda como um esporte voltado aos arist... - Veja mais em https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/03/20/no-flu-roger-encara-pioneiro-bangu-entre-lacos-na-luta-contra-o-racismo.htm?utm_source=chrome&utm_medium=webalert&utm_campaign=time-futebol&utm_content=210320001_fluminense&cmpid=copiaecola


quinta-feira, 11 de março de 2021

 Identidade - Ritmos de Vidas / em Conecções!

                                                                                   *WRA - Jornalista/ Produtor Cultura...

...O Mundo sem Fronteiras...; em que  a Identidade não se define, tão somente - pelo lugar em que nascemos. O que molda quem somos já não é o lugar ode nascemos. É, portanto, um conjunto de ritmos  e relacionamentos construídos pelas experiências em vivências; para os que dele usufrui, do prazer, do refrigério! Sentimos em 'casa' quando encontramos ritmos semelhantes ao nossos, quando Vivenciamos  Ideias e Ideários com Pessoas - atitudes e fatores, quanto temos meios e motivações para o relacionamento  e o compartilhar experiências. Tornamos plenos. 

...Tornamos os facilitadores do Intercâmbio - sempre estamos a nos mover e a nos conectar, não somente com Comunidades Locais - entre nossas Regiões e no País. Nos tornamos plenos! Também, com rituais e Ritmos, e Pessoas - Somos de onde nos relacionamos, nos partilhamos,  colaboramos; Local em que  posamos mostrar, exercer nossos valores e deles Interagir. Oferecer, servir e sermos  acolhidos - desse modo, a Fronteira se torna descoberta - escancarada para as Oportunidade e concebidas e consentidas para o Relacionar-se.

Obter o pleno Ideal de Vidas no Espaço global e local. Nosso serviço - devemos estar atentos no Ritmo a partir das Identidade manter compreensão  na Comunidade Humana.

    *Wilson Rodrigues e Andrade/ pelo C/ DEDAC - N-PED/FC.


     

quarta-feira, 10 de março de 2021

 Frases de Amigos... 

                                               Prof. *Fernando Mansur

   Lendo, ouvido, colecionando e compartilhando ensinamentos. à vezes, o que somos de fato fala ais alto do que falamos. Precisamos crescer onde somos plantados. Não podemos fugir do que somos e de onde somos colocados.

  Não pretendo esperar que a Vida melhore ou que o mundo se torne melhor. Pretendo melhorar-me para tornar, se possível, o mundo e a vida melhores para quem puder sentir minha influência. Que estejamos unidos pelo que nos une:  Fraternidade Universal.

   E os recados, do velho e bom Epicteto, em A Arte de Viver: "Quem exatamente você quer ser? Que tipo de pessoa você deseja ser? Quais seus ideais pessoais? Quem você admira? Quais as características especiais dessas pessoas que você também quer ter? Está na hora de parar de se vago e impreciso. e deseja ser Pessoa extraordinária , se deseja sabedoria, deve identificar precisamente o tipo que aspira ser.

   Se em um Diário, anote o que tenta ser de modo que possa consultar a autodefinição. Descreva a conduta que quer adotar para que possa mantê-la não só quando se encontrar sozinho, como quando estiver na companhia e outros.

   Siga os impulsos generosos. Não os questione, especialmente quando amigo precisar: aja em beneficio dele. Não hesite. É dever ficar ao lado dos amigos quando passam por dificuldades. Não podemos buscar nosso bem maior sem necessariamente promover o bem dos outros. Considere seus mais profundos anseios com seus filhos. Cuide bem deles. Faça-os crescer, ser. Podemos. Vamos! 

P/ FOLHA CULTURA/FC.* Fernando Mansur - Radialista/Escritor. Mestre e doutor em Comunicação pela UFRJ. / BLOG FM- FERNANDO MANSUR


segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

 

E a festa continua... *WRA

É uma festa bonita de ver. De Norte ao Sul do País, nas Ruas e Praças das grandes Capitais ou no Interior, os brasileiros se entregam ao Carnaval com uma paixão contagiante. Não importa se vestido como um Rei para desfilar na Avenida ou coberto de roupas velhas e muita purpurina em um Bloco no fundo do quintal, o Folião brasileiro é a imagem da alegria que encanta Turistas do Mundo todo. A maior e mais democrática Festa Popular do País dos Pindoramas, no entanto, vai muito além da celebração passageira que se esvai na Quarta-feira de cinzas. Falar de Carnaval é falar de inclusão.



A força do Carnaval - de - Rua vem do trabalho Voluntário. Os Batuqueiros compram seus próprios instrumentos, cada participante escolhe sua Fantasia, os ensaios são realizados em Praças ou em Locais alugados, via financiamento coletivo, os regentes de baterias ensinam gratuitamente, os repertórios são decididos em conjunto e as redes sociais são usadas intensamente para mobilizar e organizar os encontros. Ao contrário das Escolas de Samba, onde vigora um planejamento rigoroso e uma hierarquia de comando sem a qual nada funciona. Os Blocos - de - Rua são realizações ricas em espontaneidade, espírito de Grupo e Voluntarismo. Portanto o que mesmo acontece é a incrementarão da Indústria Criativa, criação com Artes, pela força do Samba... (*Wilson Rodrigues de Andrade/ Produtor Editorial – Folha Cultural/C-FC)

sábado, 16 de janeiro de 2021

 

IPHAN. Oito Décadas de serviço ao Brasil.

                                                                    *Wilson Rodrigues de Andrade/FC.

             Há 84 Anos, antes que qualquer outro País do Continente Americano, o Brasil criou uma Lei e uma Instituição Federal para identificar, proteger e valorizar nosso vasto e diverso PATRIMÔNIO CULTURAL.

            Essa iniciativa, de forma distinta das experiências internacionais, não estava ligada a saudosismo ou ao culto do passado: a criação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional / IPHAN- foi obra dos intelectuais modernistas que propunham a valorização do País, da Cultura e das Artes brasileira e suas expressões populares. Disse: Luiz Fernando de Almeida/Presidente do IPHAN, a época dos 70 anos do Instituto.

 Cidades Históricas como: Ouro Preto, Salvador, Olinda, Goiás e São Luiz, lugares como o Santuário do Bom Jesus em Congonhas do Campo, edifícios como o Paço Imperial no Rio de Janeiro, fortalezas como a dos Reis Magos em Natal, conventos como o de Santo Antônio em João Pessoa, sítios arqueológicos  como o da Igreja  Jesuítica de São Miguel das Missões  se preservaram  pela ação continuada e perseverante do IPHAN, entre inúmeras outras obras e sítios desaparecidos ou descaracterizados.

 O Instituto tem sob sua Proteção cerca de 20 mil Edifícios Tombados, 83 Sítios e Conjuntos Urbanos, 12.517 Sítios arqueológicos Cadastrados, mais de um milhão de objetos arrolados, incluindo o Acervo Museológico, cerca de 250 mil Volumes  Bibliográficos e vasta Documentação Arquivistas.

 Os Registros recentes do Patrimônio Imaterial brasileiro já levaram ao Reconhecimento pela UNESCO/ Agencia das Nações Unidas para a Educação, Ciência, Cultura e Tecnologia – do Samba de Roda do Recôncavo Baiano e de Arte gráfica e Pintura Corporal dos Índios Wajãpi do Amapá como  Obras-primas do Patrimônio Oral e Imaterial  da  Humanidade.

   Os numerosos Desafios decorrentes da atuação em um universo dessa magnitude precisam ser compartilhados. Além da responsabilidade pela Conservação de todo o Patrimônio Protegido, estão os Desafios da Sustentabilidade, da Dinâmica dos Processos Culturais, dos valores a se considerar no reconhecimento do Patrimônio que se constrói e até da própria criação do PATRIMÔNIO. ...desafio do IPHAN é equivalente ao seu Legado. Romper o Olhar único sobre o Patrimônio luso, ampliar nossas Ações na Preservação da Memória Indígena e Legados de diversas Localidades de Comunidades Quilombolas, do Conhecimento Tradicional, da Arquitetura, diz-se da Língua, do Idioma de um País /vernaculizar, do Patrimônio Industrial, compreender o Patrimônio como suporte para políticas sociais, enfrentar a fiscalização do objeto Tombado são algumas Questões que possibilitam uma Realização simbólica do que se pressupõe como PATRIMÔNIO BRASILEIRO.

 

 

Essa ampliação conceituosa também permite focalizar o PATRIMÔNIO, para além de seu Reconhecimento, na Escala de Valores Coletivos como fundamento determinante do Projeto de Desenvolvimento que se redesenha para o Brasil com seu vasto Território.*WRA/

           Rodrigo Melo Franco de Andrade/Legado e História. O advogado, jornalista e escritor, Rodrigo Melo Franco de Andrade, nasceu em 17 de Agosto de 1898, em Belo Horizonte. Foi Melo Franco de Andrade – Redator-chefe e Diretor da Revista do Brasil. Na política, foi chefe de gabinete de Francisco Campos, atuando na Equipe que integrou o Ministério da Educação e Saúde do governo Getúlio Vargas. O grupo era formado por Intelectuais e Artistas, eles os herdeiros dos ideais da Semana de 1922. Rodrigo Melo Franco de Andrade comandou o IPHAN, desde sua fundação em, 1937, quando ainda era chamado de Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – SPHAN. Pouco antes de sua morte, em 1969, ainda prestava depoimentos à imprensa e comparecia a eventos ligados à sua experiência no SPHAN. O Prêmio foi criado em 1987, em reconhecimento a Ações de Proteção, Preservação e Divulgação do Patrimônio Cultural Brasileiro. Seu nome é uma Homenagem ao primeiro Dirigente da Instituição. Saiba mais sobre o Prêmio Rodrigo Melo Franco Andrade.

 


           A responsabilidade pela Proteção do Patrimônio Cultural do Brasil deve ser da Nação e tão prestigiada quanto à pretensão do grau de singularidade e de Autonomia do nosso Processo de inserção como Civilização do Mundo. Muito se realizou nestes 84 anos de criação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e marca pelo início do Processo de sistematização que permitirá tornar efetivo o preceito Constitucional que determina o compartilhamento da responsabilidade de Preservar o Patrimônio Cultural Brasileiro.  O então, Ministro da Cultura, Gilberto Gil, (nos 70 Anos do IPHAN), acentuou que o estabelecimento de um Sistema Brasileiro de Patrimônio, com as estruturas federativas do País e da Sociedade Civil deverá estabelecer um Marco Institucional nesse direcionamento para as Políticas Culturais para o Brasil. (Pesquisa e organização de Texto: *Wilson Rodrigues de Andrade/Produtor Cultural C/DEDAC- N-PED - Folha Cultural.)

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...