III Pontes engenhosas *Dr. Maximiano
Os simplórios informes sobre Pontes, desde a Civilização Greco-latina, despertou algum interesse de nossos milhares de leitores da Folha Cultural, e de nossos colegas jornalistas, e resolvemos enunciar mais algumas e muitas; inclusive, as desaparecidas e restauradas. Começamos com a primeira grande obra pública, irmã gêmea de outra grande obra particular, ambas geniais; a Ponte de Resende ou Paraíba Nova, de 1829, e a gráfica de Padre Mota, impressora de Jornal Gênio Brasileiro. Em calendário mineiro a mais antiga é a de PARAIBUNA, imortalizada por Rogendas, Agassiz, Klumb e Sant-Hilaire, de 1824, desenhada e estipendiada pelo Imperador Petrus I, ligando as duas Províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais, no leito do Caminho Novo e Macadame da União Indústria. A concorrência é muito eficaz e Irineu construindo a Ponte PARAHIBA, imortalizada por Vitor Frond - rivalizou com Mariano Procópio na *Ponte das Garças, e, com Koeller - e o resultado foram dezenas de Pontes, de 1845 a 1860, inclusive, com a febre de abertura de outras Estradas de Pedras e de Trilhas de ferro.
Foto/*WRA. Ponte das Garças / Município de Três Rios =RJ- Brasil.
Até para melhor comercializar com Países vizinhos o Brasil tem Pontes com Argentina, Paraguai e Bolívia e até com a Guiana Francesa no Rio Oiapoque. Só resta a Ponte para o Céu.
De *Antônio Maximiano de Oliveira/ Decano dos Advogados e ex-presidente do Conselho de Cultura do Município de Três Rios–RJ – Brasil e Membro-fundador do Comitê pela PAZ/COMPAZTR-RJ-Brasil.