quarta-feira, 29 de outubro de 2025

 Teatro nos propõem Vidas… /

Reflexões de: *Wilson Rodrigues de Andrade (produtor cultural…)29/out./2025.


A Vida é Real, porém, é diferente!  Grande parte dos homens e das mulheres - deixam levar-se a representar papéis para os quais não têm tendências. O Mundo é um Palco; portanto, o Elenco, é, em muita vezes, não muito bem escolhidos. 



No Espaço do Teatro - sob Ribaltas, os atores e atrizes -criaturas felizardas podem escolher entre representar tragédia ou uma comédia; decidir se vão sofrer ou divertir, e, rir ou chorar nos Encontros de Vidas…, fluir solene. Existência eternal! *WRA/FC.

sábado, 25 de outubro de 2025

 Chave das Oportunidades… 

(Reflexão de *WRA/2006)


        A Sorte é previsível - na Vida… pode ser potencializada - pois ansiedade é um dos fatores que impede as pessoas de vislumbrar Oportunidades que podem surgir, a partir de boa-sorte! - o estar desinibido faz a diferença.


       A Intuição - é o resultado das maquinações do subconsciente. A Sorte acontece quando o preparo coincide com a Oportunidade…

       O fator sorte - esta, ligado nas palavras: Tempo/ Espaço/ Habilidade - a Sorte não, é algo casual, mas uma combinação de fatores que, certamente, podem ser modificados por cada pessoa.

     O sentido de Graça - é o preparar-se para cumprir as tarefas, e que nos leva ao Sucesso!

Os cinco fatores: - baixa depressão (ou seja, um nível apropriado de autoconfiança, sem atingir a euforia) - Ansiedade ótima (uma espécie de tensão positiva, que aguça os sentidos, mas não chega a atrapalhar as decisões…) - Agressividade (a disposição de arriscar em vez de esperar) - Clareza mental da noção perfeita de quando e onde agir… - Estado físico (a capacidade do Corpo em reagir satisfatoriamente aos quatro fatores anteriores), diante disto, perceber-se um Estado mágico - a Sorte estará sempre a favor!



A Militância Cultural - deve passar a ser uma Função política, portanto Coletiva.

Patrimônio é ARTE - faz parte de nosso Desenvolvimento Espiritual (ao Coletivo e ao Individual).

Cultura, Educação e Conhecimento caminharam pela nossa História. Lembranças de Épocas - conhecimento e intelectualidade e disciplina construíam a formação de nossa Identidade civilizatória Brasil afora! Desde, Zumbi dos Palmares aos nossos Personagens atuais! Nossos agradecimentos. *WRA - Nov/ 2025.


domingo, 19 de outubro de 2025

 

D. Pedro II em foco -

De: Marise Simões /Colunista - Diário de Petrópolis

    Neste sábado, 18 de outubro de 2025, a Academia Petropolitana de Letras promove a abertura do Ciclo Bicentenário D. Pedro II com a palestra “D. Pedro II, um beletrista”, conduzida pelo presidente da Academia, professor doutor Marcelo J. Fernandes. O encontro acontece na Casa Cláudio de Souza, sede da APL, das 10h às 12h, com entrada gratuita. A proposta é revisitar a trajetória intelectual do imperador sob a ótica de sua paixão pelas letras e pela cultura, reafirmando o diálogo entre história, arte e pensamento que sempre marcaram a vida cultural de Petrópolis.


Entre Lisboa e Coimbra

    Os professores doutores Cleber Francisco Alves e Leandro Garcia, ambos integrantes da Academia Petropolitana de Letras, representaram o Brasil em Portugal durante o Colóquio sobre o Bicentenário de Nascimento de Dom Pedro II, realizado nos dias 14 e 16 de outubro. A iniciativa, proposta por Cleber Alves e acolhida pela Embaixada do Brasil em Lisboa, iniciou na residência oficial do embaixador brasileiro, reunindo convidados diplomáticos e acadêmicos, e seguiu para a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde o público participou ativamente das discussões. Um encontro que uniu história, cultura e afetos luso-brasileiros sob a inspiração do imperador que fez do saber sua maior nobreza.


Pedro II (1825-1891)Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Bragança e Áustria – Pedro II, o Magnânimo – nasceu no Rio de Janeiro e foi o segundo e último imperador do Brasil.

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

 É a sabedoria.

Já não vivo para agradar a todos. Agora, escolho ser gentil comigo mesmo.

Aprendi a deixar para trás o que me feriu — lembranças, pessoas e lugares que me diminuíam.

Não por rancor, mas por merecer paz.

Não corro mais atrás das noites barulhentas.

Prefiro gastar minhas madrugadas sonhando, aprendendo, criando em silêncio.

Troquei a aparência por autenticidade, os sorrisos forçados por uma alegria que vem de dentro.

Não preciso mais de um copo de vinho para me sentir vivo — hoje, encontro vida nos goles serenos de um café quente.

Parei de fingir que tudo está bem.

E, finalmente, aprendi a amar a vida… exatamente como ela é.

Não é o tempo que me desacelera.

É a beleza que agora enxergo nas pequenas coisas — o canto de um pássaro, a luz suave da manhã, uma palavra dita com verdade.

Acordo mais cedo, não por obrigação, mas por reconhecer o milagre de cada amanhecer.

Falo menos, não por falta de opinião, mas porque agora escolho palavras que realmente tocam.

Não… não estou ficando velho.

Estou me tornando quem sempre fui.

Estou curando feridas antigas.

Estou crescendo em silêncio.

Estou aprendendo, finalmente, a amar a vida — um instante calmo e bonito de cada vez. — Victor Hugo/Escritor.


“Como primeira observação, lembremos que a cidadania se dá segundo diversos níveis. Sobretudo, neste país, todos não são igualmente cidadãos, havendo os que nem são cidadãos e havendo os que não querem ser cidadãos, aqueles que buscam privilégios e não direitos.” - Milton Santos- Geografo brasileiro.


sexta-feira, 3 de outubro de 2025

 Seu nome é “Hoje” - Poema de: Gabriela Mistral


Somos culpados de muitos erros e de muitas falhas, mas

nosso maior crime é abandonar as crianças, ao desprezar

a fonte da vida.

Muitas das coisas que precisamos podem esperar. A criança

não pode.

É exatamente agora que seus ossos estão a se formar, seu sangue

a se produzir, seus sentimentos a se desenvolver.


Para a criança não podemos responder “Amanha”.


Seu nome é “Hoje”





quinta-feira, 2 de outubro de 2025

 Ernest Hemingway disse certa vez:

 “A lição mais difícil que tive que aprender como adulto é a necessidade implacável de seguir em frente, não importa o quão destruído eu me sinta por dentro.”


Essa verdade é crua, inflexível e universal. A vida não para quando nossos corações estão partidos, nossas mentes estão cansadas ou nossos espíritos parecem estar se desintegrando. Ela segue em frente — implacável e sem remorso —, exigindo que continuemos. Não há tempo para parar, nenhuma pausa para a cura, nenhum alívio silencioso para juntar os pedaços de nós mesmos. O mundo não espera, mesmo quando precisamos desesperadamente dele.

O que torna isso mais difícil é que ninguém nos prepara para isso. Quando crianças, somos cercados por histórias com finais felizes — contos de triunfo, redenção e tudo se encaixando perfeitamente. Mas a vida adulta nos desfaz dessas ilusões reconfortantes. Em vez disso, nos deparamos com uma dura realidade: sobreviver não é glamoroso ou heroico na maior parte do tempo. É assumir uma postura corajosa quando você sente vontade de desmoronar. É aparecer quando recuar parece a única opção. É dar mais um passo à frente, mesmo quando cada parte de você anseia por descanso.

E, no entanto, nós resistimos. Esse é o milagre de ser humano — nós resistimos. Nos momentos mais profundos de dor, descobrimos reservas de força que nem sabíamos que tínhamos. Aprendemos a nos confortar, a encontrar esperança nos menores cantos, a continuar sussurrando palavras de coragem quando ninguém mais o faz. Com o tempo, percebemos que a resiliência não é dramática nem barulhenta. É um desafio silencioso, uma recusa firme em deixar que os fardos da vida nos esmaguem completamente.

Sim, é confuso. É, exaustivo. E sim, há dias em que o peso parece insuportável. Mas mesmo assim, seguimos em frente. Cada pequeno e hesitante passo é uma prova da nossa resiliência — um lembrete de que, mesmo em nossos momentos mais sombrios, ainda estamos lutando, ainda nos recusando a desistir.

Essa luta, essa coragem silenciosa, é a essência da sobrevivência.

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

 Há de se agir! É necessária a consciência pacifista na atualidade!


A PAZ é construída! Parte integrante da Coletividade Humana. Ideário de muitos! A PAZ não se concretizará sem sacrifícios, e sim com o exercer permanente de atividade, - de atitude pacifista e mediadora, pois a Causa é justa - e exige desprendimento para alcançarmos. Necessitaremos dos serviços de todos!

 Cada Indivíduo ao fazer a sua parte - despertará a Esperança/Ativa, - Pacifismo em Ação; e o Tempo - nossa maior oportunidade para refletir o Ideário Pacifista. Nós os facilitadores da Cultura de PAZ!  

      Dê uma oportunidade a PAZ! (COMPAZTR-RJ-Br. C/DEDAC - Jornal/Revista FOLHA CULTURAL). Jun. /2025.



A reorganização (O Exercício Coletivo…)


Não à competição e o isolamento de nossos Tempos *WRA/ Set. 2025.


Diante da triste observância do declínio da Civilização, e no decorrer de todas as medidas imaginárias, a única forma eficiente de fazer parar o estresse disso é tornar a Virtude costume para nos manter em processo de humanidade. Somos eficientes organismos cósmicos de criatividade. A Civilização que hoje observamos a decair é nosso invento e está no fim; surge de dentro de nosso Ser, como é próprio, a ideia de uma forma melhor de nos relacionarmos mutuamente - com a Natureza e todo o meio ambiente em nossa volta. Apesar das afirmações parecerem distantes da realidade cotidiana - feita a partir de pagar contas e satisfazer desejos, todas eles têm reflexo no dia a dia. O estresse, então, será superado com cada um de nós em se esforças para reinventar esse cotidiano; enquanto nos organizamos agora de forma Colaborativa e Coletiva para substituir o antigo esquema de competição e isolamento. (*Wilson Rodrigues de Andrade /Membro-fundador do COMPAZTR/Jornalista, Produtor cultural e Poeta) 




Teatro da Vida…


A Vida é real, porém, e diferente. A maioria dos homens e mulheres é levada a representar papéis para os quais não têm tendência. O Mundo é um Palco; portanto, o Elenco, é, em muitas vezes, incorretamente escolhido. Os Atores são criaturas felizardas. Podem escolher entre representar uma tragédia ou uma comédia; podem decidir se vão sofrer ou divertir, e, rir ou chorar. *WRA/ Fev. 23.




  Trabalho/Obra | *WRA.                                                                                                                     ...