sábado, 13 de junho de 2020


Pela Vida Cultural Ativa/UNESCO/Folha Cultural/FC.


       No Dia 10 de Junho de 2020, um grupo formado por pesquisadores, sociedade civil, instituições e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou uma pesquisa para avaliar os impactos da COVID-19 nas cadeias de produção e distribuição dos setores culturais e criativos.
Juntos, esses setores movimentam R$ 171,5 bilhões por ano, o equivalente a 2,61% de toda a riqueza nacional, empregando 837,2 mil profissionais. Antes da pandemia, era previsto que os setores culturais e criativos gerassem R$ 43,7 bilhões para o PIB brasileiro, até 2021. Duramente atingidos, praticantes, empreendedores, artistas e trabalhadores desses setores serão os últimos a retomarem suas atividades.
Entendendo a necessidade de confirmar e complementar cenários já capturados por outras pesquisas, compreender em profundidade as realidades estaduais e municipais, e oferecer informações aos gestores públicos em tempo real, a pesquisa pretende dimensionar os impactos de curto e médio prazo da pandemia nos setores culturais e criativos no Brasil, subsidiando a formulação de políticas que possam enfrentar os impactos identificados.
Para coletar o máximo de informações possíveis, foi elaborado um questionário que pode ser respondido por artistas, técnicos, trabalhadores, empreendedores, gestores públicos e privados, e membros de grupos tradicionais.
 Festas Juninas as que fazem a alegria de  Corações de Brasileiros...

            A equipe técnica, composta por pesquisadores, gestores públicos e privados produzirá boletins com resultados parciais e um relatório final. No portal http://iccscovid19.com.br/ é possível encontrar os resultados da pesquisa, notícias, e informações sobre ações adotadas para enfrentar os efeitos da pandemia nos setores culturais e criativos no Brasil e no mundo.
São parceiros dessa iniciativa:
Representação da UNESCO no Brasil
Universidade de São Paulo
Sesc – Serviço Social do Comércio
Fórum dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura
Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas
Secretaria de Cultura do Estado do Bahia
Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Secretaria da Cultura do Estado do Espírito Santo
Secretaria de Estado de Cultura do Maranhão
Secretaria de Estado de Cultura do Pará
Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná
Secretaria de Cultura do Estado do Pernambuco
Fundação de Cultura e Arte Aperibé do Estado de Sergipe
Para maiores informações: contato@iccscovid19.com.br.

UNESCO C/Folha Cultural/FC.

sábado, 23 de maio de 2020


Cont. Pelas Raízes...                                       (3/3)

Nem os Cidadãos podem desenvolver suas habilidades e suas criatividades. Se faltares os pés, o assento ficará instável; quando faltam os Dois pés, é impossível manter qualquer Instituição viva (Governamental ou Não - Governamental); e, se não houver nenhum deles, teremos nada mais que esforços fracassados. Não há desenvolvimento que possa ocorrer em tal realidade. Pelo contrário, só haverá conflitos. Podemos ser mais fortes que imaginamos; gerar possibilidades para todos os nossos parceiros, colaboradores e simpatizantes, diante de suas tarefas – na Caminhada facilitadora de Desenvolvimento Humano Sustentável/DHS e pela Cultura de Paz. * De: Wilson Rodrigues de Andrade/ Produtor Editoria do Jornal/Revista FOLHA CULTURAL/ Secretario - Geral do COMPAZ.





Continuação / Pelas Raízes...                            (2/3)

             A Árvore (nosso simbólico/ Exemplo de legado de Vida...), quanto ao envolvimento nas Culturas e Manifestação das expressões; são signos vivos de Paz e Esperança. Uma Árvore – tem suas raízes no chão; e, mesmo assim se ergue para o Céu. Ela nos diz que para ter qualquer expiração precisamos estar bem assentados e que, por mais alto que possamos chegar, é de nossas raízes que tiramos nossas bases de sustentação – isso é um lembrete – vigilante para todos nós que venhamos atingir o sucesso. Alcançar nossos limites positivos de Vida naquilo que propomos realizar. Não podemos esquecer-nos de onde viemos.

            Deve significar que na medida em que nos tornamos poderosos no âmbito governamental ou líder ativista-comunitário, que nos tornamos; nosso poder, nossa força e nossa capacidade de atingir objetivos – dependemos do povo em torno de Nós, a Comunidade envolvida (locais e regionais...), destes, cujo trabalho ninguém vê, que só o Solo no qual descemos, os ombros em que nos apoiamos, às lágrimas que derramamos e o espírito solicito e partilhado dos que atravessam nossos Caminhos e ajuda-nos a preservar Sonhos e Idéias. O conectar-se com nossas tradições, a partir do aprendizado, daqueles que nos reservou a ancestralidade; possibilitou-nos compreender as saídas de nossos momentos, nossas lutas, nossos anseios.

O BANQUINHO tradicional africano, que se compõe de três pés e um assento nos revela preciosos momentos de reflexão; os três pés representam os três pilares fundamentais de uma Sociedade justa e estável. O primeiro deles – é o Espaço democrático, onde os Direitos são respeitados, sejam eles os Direitos Humanos das Mulheres, das Crianças, dos Idosos, ou do Meio Ambiente. O segundo – representa o manejo sustentável e equitativo dos recursos. E o terceiro – as Culturas de Paz, deliberadamente cultivadas no seio das Comunidades e das Nações. O assento – representa a Sociedade e suas perspectivas de Desenvolvimento. A menos que todos os Três pés estejam em seu lugar, devidamente sustentando o assento, nenhuma Sociedade pode florescer.


Reflexão COMPAZ (p/ FC...)          *WRA/15       (1/3)


 Pelas Raízes do Conhecimento...  O valoroso Processo contínuo de envolvimento sócio - artístico - cultural torna parte, e deve prosseguir, sendo parte de nossa caminhada e, portanto, um perene ensinamento de Vida para todos que comprometidos, compartilham o Serviço pela Causa Pacifista e Comunitária, por extensão.  Organizações criadas com as referidas finalidades – ao longo das recentes décadas, contam também com valores e dedicados parceiros/colaboradores – facilitadores de uma Rede de bem feitores, estes no pensar globalmente e no agir localmente. As oportunidades nos Movimentos de PAZ, mesmo gradualmente que surgem – proporcionam extraordinárias possibilidades de idéias serem colocadas em Ação, a partir de desafios, e assim, atender solicitações da Comunidade envolvida, diante de metas traçadas aos assuntos expostos: aos Ambientais, os de Direitos e Cidadania, os de Promoção e Preservação da Produção do Conhecimento Educacional, Cultural e das Artes; aos que atuam com as questões de Gênero e das Mulheres; e aos que defendem a boa governança. Deparamos com os que interessam por liderança de Governo, de Instituições Acadêmicas, Agências de Desenvolvimento, e dos Setores Corporativo, e da Imprensa – neste desafio permanente e coletivo – momento do interagir Informação e Comunicação.  E, portanto, na medida em que nos preocupamos com o Patrimônio Cultural e as grandes intervenções, neste sentido, os contadores de Histórias e o vasto Conteúdo das Manifestações e suas Expressões – e seus impactos ao logo de diferentes momentos da História de um Povo, sua Comunidade e seu Território. A partir deste envolvimento haverá sim, o Processo Produtivo da Cultura e sua Diversidade.  A Humanidade é progressiva – este é seu caráter essencial. Portanto, não dá para ficar isolado. Tanto comercial, quanto politicamente. Assim, possibilitar o convívio humano e o conseqüente Desenvolvimento Sustentável e a Paz.  FC/ ... 


segunda-feira, 4 de maio de 2020


UNESCO/COMPAZ-FC...

      O Tratado foi criado em 2005 e hoje conta com o apoio de 141 Estados. No Brasil o Compositor e Cantor, Gilberto Gil...


  A Diretora-Geral da Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova,...


Embaixador da Boa Vontade da UNESCO lembrou-se da importância do Tratado, adotado durante seu mandato na condição de Ministro da Cultura. Em mensagem de apoio aos dez anos de sua criação, definiu o Tratado como “um Momento Histórico”.  “Tenho orgulho de ter participado, na condição de Ministro da Cultura do Brasil, desse Processo único, que buscou incentivar um melhor equilíbrio entre os interesses comerciais e culturais em âmbito mundial”, disse. Segundo o cantor, a comunidade internacional aguardava há muito tempo um acordo, que, por primeira vez, afirmasse a vontade política e o comprometimento dos governos em proteger e promover o maior número possível de expressões culturais. “Hoje, emergem novas sociedades criativas, com novos conceitos e linguagens contemporâneas. A revolução digital nos obriga a reinventar a maneira como fazemos praticamente tudo e também a reexaminar os canais instituídos para a criação, a produção, a distribuição, o acesso e a fruição de bens e serviços culturais”, complementou. Para ele, a comemoração dessa Década é uma oportunidade que não pode ser perdida na diversificação da CULTURA, em todas as Esferas.

Das Artes Públicas aos Distritos Criativos e Plataformas digitais, o compromisso Cívico é estimulado em todos os níveis. Tanto no Norte quanto no Sul, Artistas e profissionais da Cultura não buscam tratamento especial, mas tratamento igualitário”, disse. “Com a Convenção, podemos defender os valores de acesso equitativo, abertura e equilíbrio para a próxima Década.”  

         
 Seminário Internacional Cultura e Desenvolvimento marcado por discussões quanto os ataques à Diversidade Cultural. Para o Ministro Juca Ferreira, ataques aos países são “sem precedentes”.
            A Diretora-Geral da Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, afirmou que a promoção da Diversidade Cultural também é forma de responder aos ataques extremistas na Síria e no Iraque em abertura do Seminário Internacional Cultura e Desenvolvimento, no Cine Odeon, Cinelândia, Rio de Janeiro- Brasil. O Seminário comemorou os 10 anos da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais e os 70 anos da UNESCO, que realizou o Evento em parceria com o Ministério da Cultura do Brasil. Realizado entre os Dias: 21 a 23 de Setembro de 2015. “Quando a Cultura está sob ataques, um modo de responder é promover ainda mais a Diversidade Cultural, incentivando a criação e o trabalho dos artistas, deixando que a criatividade aflore como uma força de dignidade, resiliência e desenvolvimento”, afirmou Bokova.
A Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais foi adotada em Paris, considerando que a pluralidade da cultura, sendo Patrimônio da Humanidade, deve ser preservada e valorizada. O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, presente no Seminário, comentou que os ataques à cultura e ao patrimônio histórico da Síria e do Iraque são sem precedentes e destacou o papel do Brasil na aprovação da Convenção. Para ele, a Convenção é “um dos acordos mais importantes desde a queda do muro de Berlim”.
          Para o Ministro da Cultura, há uma atitude violenta e hostil em relação aos refugiados. Bokova acrescentou: Quero ser bem clara desde o princípio: proteger e promover a Diversidade Cultural – é mais que uma Questão Cultural. É uma questão de Cidadania. É uma questão de valores humanos, uma questão central da dignidade e do desenvolvimento humanos”. Em, 07/11/2011, foi o lançamento, no Brasil, do Relatório de Economia Criativa 2010. Documento elaborado por meio de uma parceria entre a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). (Estivemos presente, e para a Representação do COMPAZ - através de Convite da UNESCO/Brasil - Resumo de reportagem de: Wilson Rodrigues de Andrade para C/Folha Cultural/Set.2015)


 

  Trabalho/Obra | *WRA.                                                                                                                     ...