terça-feira, 30 de junho de 2020


Gandhi na prisão... *WRA/11.               

       
             GANDHI permaneceu na prisão até meados de 1924; ao todo, ficou preso, em períodos diferentes, durante Sete dos 78 anos que teve de vida. Um dia, como todos em que passou na escuridão da cela imunda, enquanto consolidava em si as meditações que o levavam à certeza da não - violência, os autores do pedido de prisão vieram interrogá-lo, acerca das convicções que o transformavam em um rebelde, ainda que adorado pelo povo.
        



  ...Quanto ao investimento das Nações em armamentos pesados – GANDHI – responde – “Se não houvesse ganância – não haveria oportunidade para os armamentos. O princípio da não - violência exige uma completa abstenção da exploração de qualquer forma. Assim que o espírito de exploração desaparecer, os armamentos serão sentidos como um fardo insuportável. O verdadeiro desarmamento só vai ocorrer quando as Nações do mundo deixar de explorar uma as outras”.

  Entre tantos pensamentos brilhantes Mahatma Gandhi nos deixou:

                        Suas crenças se tornam seus pensamentos.
                   Seus pensamentos se tornam suas palavras.
                   Suas palavras se tornam suas ações.
                   Suas  ações se tornam seus  hábitos.
                   Seus hábitos se tornam seus valores.
                   Seus valores se tornam o seu desejo.
                       

Mandela. Um Herói incomum. O líder sul-africano, falecido aos 95 anos, resistiu à tentação de se perpetuar no poder e deixou um legado político conciliador. Foi o último grande herói de inspiração global do Séc. XX... Gandhi – Já em Janeiro de 1948, em seu último Jejum, em dado momento considerou. “durante toda a minha Vida; estive como todos deveriam estar do lado das minorias e dos necessitados... Espero uma purificação integral dos Corações”  C/FC.

O momento épico demorou alguns minutos, portanto, ira ressoar pela  eternidade. Pouco antes da final da Copa do Mundo em Johannesburgo, na África do Sul, em julho de 2010, Nelson Mandela desfilou no Estádio Soccer City sentado em um carrinho de golfe. Vestindo um gorro de pele escuro e luvas, Mandela acenava para 85.000 mil torcedores em delírio. Foi reverenciado ao som das ‘vuvuzelas e a gritos de “Madiba”. O apelido que o remete a seu clã. Aquele foi o último evento público do qual participou, o líder, já com a saúde fragilizada pela idade. Desde que contraiu tuberculose na prisão, Mandela sofria com a deterioração dos seus pulmões.








Mandela adoecera no regime de trabalhos forçados a que era submetido nas pedreiras da Ilha Robben – onde funcionava o primeiro dos três presídios nos quais permaneceu encarcerado durante 27 anos por tentar  derrubar o Apartheid, o governo racista  que prevaleceu  na África do Sul entre 1948 e 1994, Mandela . Um herói incomum. 

 “Precisamos lutar continuamente para derrotar esse traço primitivo de glorificação das armas.” (1998 – Em discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas/ONU, em Nova York).

              Gandhi é considerado um Herói no movimento de Independência da Índia. Sua visão de protesto não violento inspirou rebeldes e revolucionários – Mundo afora. O pensamento dele influenciou os líderes do Congresso Nacional Africano e outras pessoas que se comprometeram, assim com Mandela, a lutar contra o Apartheid. Gandhi foi assassinado por um fanático hindu em 1948. Suas visões de Mente Divina, entretanto, ainda irritam muitos!  Gandhi – Já em Janeiro de 1948, em seu último Jejum, em dado momento considerou. “durante toda a minha Vida; estive como todos deveriam estar do lado das minorias e dos necessitados... Espero uma purificação integral dos Corações”. (Pesquisa e Organização de: *Wilson Rodrigues de Andrade - Produtor Editorial do  C/Folha Cultural/11)



sábado, 13 de junho de 2020


Pela Vida Cultural Ativa/UNESCO/Folha Cultural/FC.


       No Dia 10 de Junho de 2020, um grupo formado por pesquisadores, sociedade civil, instituições e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou uma pesquisa para avaliar os impactos da COVID-19 nas cadeias de produção e distribuição dos setores culturais e criativos.
Juntos, esses setores movimentam R$ 171,5 bilhões por ano, o equivalente a 2,61% de toda a riqueza nacional, empregando 837,2 mil profissionais. Antes da pandemia, era previsto que os setores culturais e criativos gerassem R$ 43,7 bilhões para o PIB brasileiro, até 2021. Duramente atingidos, praticantes, empreendedores, artistas e trabalhadores desses setores serão os últimos a retomarem suas atividades.
Entendendo a necessidade de confirmar e complementar cenários já capturados por outras pesquisas, compreender em profundidade as realidades estaduais e municipais, e oferecer informações aos gestores públicos em tempo real, a pesquisa pretende dimensionar os impactos de curto e médio prazo da pandemia nos setores culturais e criativos no Brasil, subsidiando a formulação de políticas que possam enfrentar os impactos identificados.
Para coletar o máximo de informações possíveis, foi elaborado um questionário que pode ser respondido por artistas, técnicos, trabalhadores, empreendedores, gestores públicos e privados, e membros de grupos tradicionais.
 Festas Juninas as que fazem a alegria de  Corações de Brasileiros...

            A equipe técnica, composta por pesquisadores, gestores públicos e privados produzirá boletins com resultados parciais e um relatório final. No portal http://iccscovid19.com.br/ é possível encontrar os resultados da pesquisa, notícias, e informações sobre ações adotadas para enfrentar os efeitos da pandemia nos setores culturais e criativos no Brasil e no mundo.
São parceiros dessa iniciativa:
Representação da UNESCO no Brasil
Universidade de São Paulo
Sesc – Serviço Social do Comércio
Fórum dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura
Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas
Secretaria de Cultura do Estado do Bahia
Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Secretaria da Cultura do Estado do Espírito Santo
Secretaria de Estado de Cultura do Maranhão
Secretaria de Estado de Cultura do Pará
Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná
Secretaria de Cultura do Estado do Pernambuco
Fundação de Cultura e Arte Aperibé do Estado de Sergipe
Para maiores informações: contato@iccscovid19.com.br.

UNESCO C/Folha Cultural/FC.

sábado, 23 de maio de 2020


Cont. Pelas Raízes...                                       (3/3)

Nem os Cidadãos podem desenvolver suas habilidades e suas criatividades. Se faltares os pés, o assento ficará instável; quando faltam os Dois pés, é impossível manter qualquer Instituição viva (Governamental ou Não - Governamental); e, se não houver nenhum deles, teremos nada mais que esforços fracassados. Não há desenvolvimento que possa ocorrer em tal realidade. Pelo contrário, só haverá conflitos. Podemos ser mais fortes que imaginamos; gerar possibilidades para todos os nossos parceiros, colaboradores e simpatizantes, diante de suas tarefas – na Caminhada facilitadora de Desenvolvimento Humano Sustentável/DHS e pela Cultura de Paz. * De: Wilson Rodrigues de Andrade/ Produtor Editoria do Jornal/Revista FOLHA CULTURAL/ Secretario - Geral do COMPAZ.





Continuação / Pelas Raízes...                            (2/3)

             A Árvore (nosso simbólico/ Exemplo de legado de Vida...), quanto ao envolvimento nas Culturas e Manifestação das expressões; são signos vivos de Paz e Esperança. Uma Árvore – tem suas raízes no chão; e, mesmo assim se ergue para o Céu. Ela nos diz que para ter qualquer expiração precisamos estar bem assentados e que, por mais alto que possamos chegar, é de nossas raízes que tiramos nossas bases de sustentação – isso é um lembrete – vigilante para todos nós que venhamos atingir o sucesso. Alcançar nossos limites positivos de Vida naquilo que propomos realizar. Não podemos esquecer-nos de onde viemos.

            Deve significar que na medida em que nos tornamos poderosos no âmbito governamental ou líder ativista-comunitário, que nos tornamos; nosso poder, nossa força e nossa capacidade de atingir objetivos – dependemos do povo em torno de Nós, a Comunidade envolvida (locais e regionais...), destes, cujo trabalho ninguém vê, que só o Solo no qual descemos, os ombros em que nos apoiamos, às lágrimas que derramamos e o espírito solicito e partilhado dos que atravessam nossos Caminhos e ajuda-nos a preservar Sonhos e Idéias. O conectar-se com nossas tradições, a partir do aprendizado, daqueles que nos reservou a ancestralidade; possibilitou-nos compreender as saídas de nossos momentos, nossas lutas, nossos anseios.

O BANQUINHO tradicional africano, que se compõe de três pés e um assento nos revela preciosos momentos de reflexão; os três pés representam os três pilares fundamentais de uma Sociedade justa e estável. O primeiro deles – é o Espaço democrático, onde os Direitos são respeitados, sejam eles os Direitos Humanos das Mulheres, das Crianças, dos Idosos, ou do Meio Ambiente. O segundo – representa o manejo sustentável e equitativo dos recursos. E o terceiro – as Culturas de Paz, deliberadamente cultivadas no seio das Comunidades e das Nações. O assento – representa a Sociedade e suas perspectivas de Desenvolvimento. A menos que todos os Três pés estejam em seu lugar, devidamente sustentando o assento, nenhuma Sociedade pode florescer.


Reflexão COMPAZ (p/ FC...)          *WRA/15       (1/3)


 Pelas Raízes do Conhecimento...  O valoroso Processo contínuo de envolvimento sócio - artístico - cultural torna parte, e deve prosseguir, sendo parte de nossa caminhada e, portanto, um perene ensinamento de Vida para todos que comprometidos, compartilham o Serviço pela Causa Pacifista e Comunitária, por extensão.  Organizações criadas com as referidas finalidades – ao longo das recentes décadas, contam também com valores e dedicados parceiros/colaboradores – facilitadores de uma Rede de bem feitores, estes no pensar globalmente e no agir localmente. As oportunidades nos Movimentos de PAZ, mesmo gradualmente que surgem – proporcionam extraordinárias possibilidades de idéias serem colocadas em Ação, a partir de desafios, e assim, atender solicitações da Comunidade envolvida, diante de metas traçadas aos assuntos expostos: aos Ambientais, os de Direitos e Cidadania, os de Promoção e Preservação da Produção do Conhecimento Educacional, Cultural e das Artes; aos que atuam com as questões de Gênero e das Mulheres; e aos que defendem a boa governança. Deparamos com os que interessam por liderança de Governo, de Instituições Acadêmicas, Agências de Desenvolvimento, e dos Setores Corporativo, e da Imprensa – neste desafio permanente e coletivo – momento do interagir Informação e Comunicação.  E, portanto, na medida em que nos preocupamos com o Patrimônio Cultural e as grandes intervenções, neste sentido, os contadores de Histórias e o vasto Conteúdo das Manifestações e suas Expressões – e seus impactos ao logo de diferentes momentos da História de um Povo, sua Comunidade e seu Território. A partir deste envolvimento haverá sim, o Processo Produtivo da Cultura e sua Diversidade.  A Humanidade é progressiva – este é seu caráter essencial. Portanto, não dá para ficar isolado. Tanto comercial, quanto politicamente. Assim, possibilitar o convívio humano e o conseqüente Desenvolvimento Sustentável e a Paz.  FC/ ... 


 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...