quarta-feira, 17 de maio de 2017



C/ NaArt - Vale inicia mobiliza de  Cadastramento  da Comunidade Artística- Cultural para promover parcerias  na Região/Alvo.

               Em consonância com os objetivos e seus esforços na caminhada do COMPAZ – o Programa C/Divers’ Art. - Vale – a partir das Expressões e Conteúdos Artísticos - Culturais, fomento, difusão, preservação, promoção e produção de Imagem e Som, das Artes e Ofícios; e com apoio a criação de condições para oportunidade de inclusão do potencial produtivo regional.  Somar Parcerias para Ação/Cidadã com a Comunidade Sócio -Artística - Cultural, alicerçados no rico potencial de criatividade no Campo do Artesanato / da Música / da Dança / das Artes Cênica  e Circenses / da Literatura e Editoriais /do Audiovisual e Similares; e, diante  da retomada de iniciativas sempre  salutar, e, do novo momento do Comitê pela PAZ /COMPAZ /ONG. Pacifista – Cultural – o Processo de revitalização em curso – envolver a Região Centro - Sul Fluminense, Vale do Paraíba do Sul e seu entorno, também, e para o permanente despertar no campo ambiental, turística, histórica, geográfica,  deste modo posicionar a Região/Alvo – excepcional busca da valorização, a partir, também da  inclusão  no  Setor da Economia Criativa  e na Economia Solidária– a que apresenta alternativas  sustentáveis na atuação com trabalho e renda proposta pelo COMPAZ/ NV – Núcleo de Artesanato e Artes –  rumo a  Qualidade de Vida  dos envolvidos, os nossos  Cadastrado  com Exposição permanente em todas as Edições do Fest’ Art -Paz.




         FOLHA CULTURAL Festival Show de Artes pela PAZ.    Mobilização da Comunidade Artística - Cultural da Região/Alvo para Produção de Edições do FEST’ Art - PAZ. A captação colaborativa e participativa de recursos humanos e de finanças, e consolidar assim o Processo de revitalização do COMITÊ pela PAZ/COMPAZ - Organização da Sociedade Civil Não- Governamental / ONG. Pacifista- Cultural em Condições de Defesa e Apoio ao Interesse Público e/ou Privado...           A Produção do FEST’ Art. - PAZ / Parceiros e Agentes de Apoio – no propósito de proporcionar maravilhoso exercício de intercâmbio do potencial da Economia Criativa/EC.  e  no Processo da Economia Solidária/ES.  (sócio - turístico e artístico - cultural entre nossas Localidades), com muita Música, Sonorização/ambiente e Multimídia que darão o tom do rico  Conteúdo das Expressões e Manifestações  Culturais de Nossa Gente do Centro-Sul Fluminense, Vale do Paraíba do Sul e seu entorno –   marcar assim, o início das Edições e a volta dos  grandes momentos das Gincanas Interbairros e  Intermunicipais. P/ FC #   WR, Andrade /P/ Produção - Executiva / F’ Art – PAZ.

    

             COMPAZ – ONG. Pacifista-Cultural – Desde 1985 ==

    Promovemos Vida Cultural Ativa em nossa Região/Alvo!

domingo, 14 de maio de 2017

Um dia de Campo pelas Bandas do Paraíba com a ‘Trilhos do Rio’

          Manhã na Estação Ferroviária orgulho histórico dos paraibanos que na atualidade abriga Exposição permanente de Associações de Artesãs e Galeria de Artes. Com muita descontração e nostalgia entre ferroviários e descendentes na busca do resgate e preservação histórica da FERROVIA que tantas recordações nos trás. Engenheiros e Condutores de Trens da Associação Ferroviária Trilhos do Rio nos brindou com informações da caminhada e resultados alcançados.  
TROLLER FERROVIÁRIO TRILHOS DO RIO – Este FERREOCAR ou TROLLER é um veículo ferroviário, foi projetado por uma equipe de Engenheiros e Técnicos da FERREOTEC – TECNOLOGIA FERROVIÁRIA com a finalidade de inspecionar linhas ferroviárias desativadas ou extintas, bem como fazer excursões de exploração e turismo nas mesmas. Os visitantes e membros da A.F. Trilhos do Rio – além de uma breve verificação das condições do pátio da Estação local partimos para reconhecimento do trecho em Werneck, objetivo de inauguração seguido de ajustes no Ferreocar.

Em fotos: Estação de Paraíba do Sul — com Mario Justino, Carlos Assis e Wilson Rodrigues De Andrade e Adv. Antônio Maximiano de Oliveira e

Com Wilson Rodrigues De Andrade, Edson Vander Teixeira, Weiller Marques, Fábio Paixão Assunção, Mario Justino e 'Dado' Eduardo Pereira Moreira. Foto- social e oficial da nossa A.F.TRILHOS DO RIO com alguns membros -colaboradores no incentivo da preservação ferroviária em Paraíba do Sul. A Linha de Werneck No momento compõe o antigo trecho da ex-E.F.MELHORAMENTOS DO BRASIL e LINHA AUXILIAR (EFCB) em testes com o nosso FERREOCAR. Foto em 07//05/2017 do "Centro Sul Notícias".








Foto- social e oficial da nossa A.F.TRILHOS DO RIO com alguns membros- colaboradores no incentivo da preservação ferroviária em Paraíba do Sul.



  No momento em que estamos  neste antigo trecho desta ex-E.F.MELHORAMENTOS DO BRASIL e LINHA AUXILIAR(EFCB) em testes com o nosso FERREOCAR. Foto em 07//05/2017 do "Centro Sul Notícias". Do nosso amigo Maninho — com Edison Vander V. Teixeira, Wilson Rodrigues De Andrade,  Antônio Maximiano Weiller Marques, Fábio Paixão Assunção, Carlos Assis, Mario Justino, 'Dado' Eduardo Pereira Moreira , Celso Sakas, Cleiton Pieruccini. Adv. Nelson Visconti.






sábado, 13 de maio de 2017

Escravo africano – Mãos e Pés na construção da Civilização brasileira

                        * De: Wilson Rodrigues de Andrade /FC. (pesquisa e organização editorial)

A brasilidade passa pelo resgate de nossa africanidade, suas manifestações, seus costumes e seu legado; resultando, assim, nossa Pátria Mestiça.
A preservação histórica- econômica e sociocultural, exige de cada um de nós, respeito e gratidão para com os laços da diversidade/identidade étnica no contexto de nossa herança. Hoje. Os valores que carregamos na alma; o legado na música, e sua musicalidade acompanham seu gingado, a literatura, suas tradições, o envolvimento das expressões e conteúdos materiais e imateriais. Tudo em forma de Canção.   Sua contribuição consistiu em trazer as impressões artísticos e culturais, organizações e movimentos políticos e sociais  negros  para o centro da cena,  entre escravizados e forros, trânsitos de africanos livres  por entre África e  Brasil, e  outros  no mundo transatlântico  após 1.822. Os que sofreram injustiças conseguiram transformar em diálogos entre culturas. ‘ quem excluir a África da História não entenderá o Brasil’ WRA/12.


sexta-feira, 12 de maio de 2017



Citações produzidas pelos constantes ataques aos Patrimônios da Humanidade:
A Diretora-Geral da UNESC, Agência da ONU, Irina Bokova: “A proteção do patrimônio é inseparável da proteção de vidas humanas. Devemos todos nos unir para colocar essa ideia no centro de todos os esforços para a continuação da paz”, destacou Bokova.






 Igreja de N. S de Mant' Serrat / no município de Com. Levy Garparian/RJ-BR.( as margem da histórica Rod. União e Indústria...)



S/ TOMBAMENTO:
ü  Um Bem Tombado promove o Mérito da população Local/ Regional/Nacional/ Internacional;
ü  Seu valor geográfico- urbano...
ü  Aos Indivíduos da determinada Região e seu entorno...
ü  O sentimento de Identidade e valor Histórico, Artístico e cultural...
ü  E, o continuar a fazer parte desta História...
ü  Proporciona o Direito de perpetuar através do Tempo este Legado.
                                                     ( Texto/pesquisa: Wilson Rodrigues  de Andrade/16)


 

A Cultura.  Nossa Gente pela utopia brasileira.

                                                                        De: * Wilson Rodrigues de Andrade
         Praticamente todos os grandes analistas da Nação brasileira, a começar por Joaquim Nabuco e culminar com o Antropólogo, Darcy Ribeiro tinham os olhos voltados para o passado – como se formou este tipo de Sociedade que temos com características indígenas, negras, ibéricas, europeias e asiáticas. Foi detalhista, a exemplo do Sociólogo, Gilberto Freyre, mas não dirigiam os olhos para frente – que utopia nos move e como vamos concretizá-la historicamente.
           Todos os Países que se firmaram, projetaram seu Sonho maior, e bem ou mal o realizaram, às vezes, como os Países europeus, penalizando pela colonização, outros Povos na África, na América Latina e na Ásia. Geralmente é num contexto de crise que se elabora a utopia, como forma de encontrar uma saída. O Celso Furtado que além de um renomado economista era um agudo observador da Cultura nos diz num livro que deve ser meditado pelos que se interessam pelo futuro do País: “Brasil – a construção interrompida”/ “Falta-nos a experiência de provas cruciais, como as que conheceram outros povos cuja sobrevivência chegou estar ameaçada”(1992, p.35).  Não nos faltaram situações críticas que seriam as chances para elaborar a nossa utopia. Mas as forças conservadoras e reacionárias “se empenharam em interromper o nosso Processo Histórico de formação de um Estado -Nação” (p.35), por medo de perder seus privilégios.
         E, assim ficamos apenas com um Brasil do imaginário, gentil, forte, grande, a província de potencial inexplorado. Mas fomos impedidos de construir um Brasil real que integrasse minimamente a todos, multicultural, tolerante e até místico.
         Deve partir de cada um de Nós, e nos oferecer o desafio de construir esta utopia. Confabular as nossas ações neste Setor.  Deve ser a partir de algo tipicamente nosso, que tenha raízes em nossa História. Esse patamar básico é a Nossa Cultura, especialmente a Nossa Cultura Popular. Como disse Celso Furtado – “desprezados pelas elites, os valores da cultura popular procedem a seu caldeamento com considerável autonomia em face das culturas dominantes” (O longo amanhecer, 1999, p.65). O que faz o Brasil ser Brasil é a autonomia criativa da Cultura de raiz Popular. Nossa Gente a atuar em nossos Palcos encantados por entre este Brasil de toda Gente. A Cultura aqui é vista como um sistema de valores e de projetos de povo. Essa Cultura se move na lógica dos fins e dos grandes símbolos e relatos que dão sentido à vida. Essa Cultura é perpassada pela razão cordial e contrasta com a lógica fria dos meios, inerente à razão instrumental- analítica – ou, seja, visa à acumulação material.  
Esta última predominou e nos fez apenas imitadores secundários dos Países tecnicamente mais avançados.
A Cultura segue outra lógica, ligada à Vida, esta que vale mais que a acumulação de bens materiais.
         O filósofo e economista Gianetti, em suas obras, viu a fecundidade de nossa Cultura para elaborar o Sonho brasileiro. Mas ninguém melhor que o cientista social Luiz Gonzaga de Souza Lima, em seu ainda não reconhecido livro: “A Refundação do Brasil: rumo à sociedade biocentrada” /2011, onde sistematiza o ponto principal da Cultura Brasileira como a facilitadora da utopia do Brasil e de nossa identidade regionalizada. A Nossa Cultura, admirada já no mundo inteiro, nos permite refundar o Brasil que significa –“ter a vida como a coisa mais importante do sistema social... é construir uma Organização Social que busque e promova a Felicidade, a Alegria, a Solidariedade, a Partilha, a Defesa comum, a união na necessidade, o vínculo, o compromisso com a Vida de todos. Uma Organização Social que inclua todos os seus membros, que elimine e impeça a exclusão de todos os tipos e em todos os níveis”(p.266).
          A solução para o Brasil não se encontra na economia como o sistema dominante nos quer fazer crer, mas na vivência de seu modo de ser aberto, afetuoso, alegre, amigo da Vida. A razão instrumental nos ajudou a criar uma infraestrutura básica sempre indispensável. Mas o principal foi colocar as bases para uma Biocivilização que celebra a Vida, que convive com a pluralidade das manifestações, dotada de incrível capacidade de integrar, de sintetizar e de criar Espaços, e nestes nos sentimos mais humanizados. Pela Cultura, não feita para o mercado, e sim, para ser vivida e celebrada, poderemos antecipar, um pouco pelo menos, o que poderá ser uma Humanidade Globalizada,  e que possamos sentir a Terra como grande Mãe e Casa Comum.
           O Sonho maior, a Nossa utopia – é a comensalidade – sentarmos juntos à mesa e desfrutar a alegria de conviver amigavelmente e de saborear os bons frutos do grande e generoso Chão. Trafegar pelos Caminhos da Diversidade para o Desenvolvimento no contexto Artístico e Cultural, e em prol da brasilidade de Nossa Gente. (Adaptação de Textos/ *Wilson Rodrigues de Andrade/Jornalista, Poeta e Produtor Cultural/FC - 2016)


 

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...