segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Descrição: Logo Pomba                                    Comitê pela Paz / COMPAZ/ONG.Pacifista-Cultural
                                                                         
Três Rios - Rio de Janeiro – Brasil
                                                         A partir de: 17/08/1985
                       Reflexão. Processo Produtivo da Cultura. *WRA/14.
  A Promoção da Diversidade passa pelo reconhecimento dos Direitos ao convívio Cultural /Declaração Universal dos Direitos Humanos/ONU.
   Consagrada no contexto da liberdade de expressão, oportunidade de dialogo, também o direito ao saber da nossa Ancestralidade – os meios e espaços para a Criatividade e o Processo de Inovação; combinar o passado para inovar o futuro de forma intercultural e permanente – o ecológico e sua tecnologia, e o dialogar com o saber fazer da Vida e pela vida de todos. Vivemos um movimento intenso de culturalização em toda parte, o procurar preservar nosso Manancial Cultural – este passar por períodos necessários no Campo Civilizatório. Portanto, em nosso Território, a Cultura vive no processo de fortalecimento do cenário  de regionalidade cidadã plena, e o conseqüente Desenvolvimento e dos meios para a Sustentabilidade e Bem-Estar de suas Comunidades e Localidades; dentre os fazedores e genuínos preservadores da Cultura.
    O debate público demonstra que a qualidade de vida não pode ser visto, tão somente, na ótica do desenvolvimento econômico, mas como apropriação continua do Patrimônio Material e Imaterial, esse pelos Cidadãos e Cidadãs; e a criação do rico imaginário deste Povo multiétnico, com excelência e potencialidade no produzir; a partir da Diversidade Cultural. A palavra ‘Diversidade’, é forte, remete-nos a territorialidade, pois cada vez esta Diversidade se dá mais por territórios, de pertencimento, e não por Localidades ou Comunidades fechadas, tão somente. No expandir-se há de se comparar o seu rico Conteúdo.
  Há necessidade de leis de incentivo direcionado ao Desenvolvimento no Processo do Setor da Economia Criativa/EC, Economia Solidaria/ES, e no Cultural em curso e suas ramificações – o acompanhar suas mudanças, e ao fortalecimento das Organizações da Sociedade Civil/ ONGs. – e seu dinamismo, a partir das conquistas já alcançadas, e os Agentes públicos, assim procederem também.
        Diversidade Cultural – passa a compor estratégia de mudanças e de construção de novos paradigmas, do aspecto populacional e suas Manifestações e Conteúdos de suas Expressões. Documento da UNESCO/ Organização da ONU para Educação, Ciência e Cultura, afirma que tão importante quanto o Processo democrático e as oportunidades econômicas é a Diversidade Cultural.
De: Wilson Rodrigues de Andrade/ Membro-Fundador e Secretario- Geral do COMPAZ- Promotor Cultural/ Produtor Editorial do Jornal/Revista Folha Cultural/FC.


COMITÊ pela PAZ/COMPAZ- Preserve conosco essa Ideia Cultural.

sábado, 28 de novembro de 2015

Via PNUD-Brasil COMPAZ-FC.

Com apoio do PNUD, selo dos Objetivos do Milênio é entregue a instituições que se destacaram no Piauí

O Núcleo ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – do estado promoveu uma semana de atividades como seminários voltados para a comunicação e a sustentabilidade ambiental.
 Ciclo de atividades dos ODM e transição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foi realizado esta semana em Teresina, Piauí. Crédito: PNUD Brasil

 Ciclo de atividades dos ODM e transição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foi realizado esta semana em Teresina, Piauí. Crédito: PNUD Brasil
Vinte e três Organizações governamentais e não governamentais do Piauí receberam o Selo ODM, nesta quinta-feira (26), no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI). Após a entrega dos selos, será realizado seminário com especialistas em questões ambientais, saúde e desenvolvimento, que abordarão temas voltados para a sustentabilidade ambiental, qualidade da água, destinação de resíduos sólidos e recursos hídricos.
O assessor sênior do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Haroldo Machado, fez uma palestra sobre a Intersetorialidade como modelo de gestão para a sustentabilidade.
Além da entrega do Selo às instituições, o Núcleo promoveu o Seminário Comunicação para resultados, na segunda (23) e terça-feira (24), visando sensibilizar os profissionais da área sobre a importância das agendas de desenvolvimento da ONU.
“Reunimos aqui representantes de várias instituições para dialogar sobre um tema em comum: a importância da comunicação para a difusão dos resultados dos ODM e o papel da mídia na divulgação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, disse Narcizo Chagas, coordenador de Mobilização do Núcleo ODM do estado.
O presidente da Fundação Antares – Rádio e Televisão Educativa do Piauí, Humberto Coelho, participou do seminário e falou sobre o papel fundamental da radiodifusão na Agenda 2030. “O rádio ainda é o veículo de maior audiência no país”, disse o presidente da Fundação. “Através dele, podemos mobilizar e dar visibilidade aos ODS para construir um mundo melhor”, concluiu.
Também participaram do seminário a assessora da Prefeitura de Teresina, Thalita Paz, o reitor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Nouga Cardoso Batista, o Assessor do Sindicato dos Trabalhadores de Educação do Estado (SINTE/PI), Kassyus Lages, o professor de Comunicação Social da UESPI, Orlando Berti, entre outros.
O ciclo de atividades dos ODM e transição para os ODS no Piauí também conta com o apoio do Tribunal de Contas do Estado e da Associação Piauiense de Municípios (APPM).

quarta-feira, 25 de novembro de 2015


Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.

FAO: Futuro das florestas na América Latina e Caribe dependerá de gestão sustentável

Conferência em Lima analisou os avanços na região para proteger este ecossistema. Desmatamento na região diminuiu de 4,45 milhões de hectares ao ano para 2,18 milhões, mas continua sendo o segundo mais alto do mundo.
Mata Atlântica brasileira. Foto: Wikicommons/Guaráwolf  (cc)
Mata Atlântica brasileira. Foto: Wikicommons/Guaráwolf (cc)
A Gestão das Florestas da América Latina e o Caribe será fundamental para enfrentar o desmatamento regional e erradicar a fome, duas metas importantes dos novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ressaltou nesta quarta-feira (1811/15) a Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Em Lima, especialistas, representantes do governo e membros da sociedade civil se encontraram durante a 29ª Reunião da Comissão Florestal para a América Latina e o Caribe (COFLAC) para avaliar os avances em políticas públicas que favoreçam a boa administração desses ecossistemas. A cada ano, os países latino-americanos e caribenhos perdem 2 milhões de hectares de florestas. No entanto, o ritmo está desacelerando. Por ano deixou de perder 4,45 milhões de hectares entre 1990-2000 passando a 2,18 milhões de hectares, nos registros entre 2010-2015.
“Nos últimos anos, temos visto avanços significativos na redução do desmatamento devido aos esforços para promover a gestão florestal sustentável e a implementação de políticas de conservação dos recursos naturais”, disse o representante de Florestas da FAO, Jorge Meza. Este compromisso ajudou a reduzir pela metade a taxa de desflorestamento, explicou Meza, ressaltando os esforços brasileiros neste sentido. Mesmo assim, pontuou, esta perda continua sendo a segunda maior do mundo.
Os participantes da COFLAC destacaram o papel das florestas na segurança alimentar e nutricional, como provedora de alimentos para uma grande parcela da população, e no combate à pobreza, graças aos rendimentos obtidos pelos trabalhadores rurais. Estes ecossistemas também desempenham uma função importante na absorção de carbono, atividade que ajuda a mitigar os efeitos do aquecimento global.
O encontro também reconheceu os avanços alcançados em Cuba, República Dominica, Porto Rico e Trinidad e Tobago, com um crescimento em área florestal, devido, principalmente, ao fim de plantações de cana de açúcar e terras agrícolas. No resto da região da América Latina, Costa Rica e Uruguai foram os únicos dois países que conseguiram apresentar um reflorestamento notável entre 2010 e 2015.

terça-feira, 24 de novembro de 2015


Neste: 24 de Novembro/ Dia do Rio - onde a Vidas renova Sempre...

        Perene Avenida / Fev. 2002.
     
      * De: Wilson Rodrigues de Andrade
   
         Paisagem que atina Daqui! Hoje, nós no lado costeiro da Cidade. Refazer Tramas e Famas.  Posso contemplar o Patrimônio de nosso País. Serpentear do Rio que corta nosso Chão Natal. Ao longe emolduram Colinas, vistosas envoltas ao tapete Verde. Natureza. Herança que guardamos na lembrança. Nossa Sina. Paço que transpassaram renovado Olhar de nosso Rio com suas Águas Outrora límpidas, virou preocupação de muitos e luta de poucos – revemos pescadores em ato de lazer. Por sobre Pedras, as mesmas que serviram de quintal resvalou em inúmeros momentos de brincadeiras de Ontem, resvala hoje! Posso percorrer dado aos desvios de suas Águas.
        Realeza. Brilho de silhueta matinal das nossas Vidas. Leito ao relento! Observamos... Encanto-me ao ver-te Vale. Ao Vento.  Três Rios – por entre Rios – aquecem vossos Ritos no sorriso de ternuras originais.  Refaz Faceira andança.  Seiva infinita. Clama por chama de Paz...
   O Tempo passa. Vejo-te donzela de Outrora no Coração de nosso Rio. Rito decantado, face Puri, Olhares vivos; contemplar de nossa Aldeia. Solidária, voluptuosa, pensamento traz e sob a Brisa – Espraiar no remanso resplandecer da Cena.  Quero sempre te ver passar Rio Paraíba do Sul nosso presente. Hoje! Cambaleante na trilha perenal rumo ao Mar, por entre Colinas. Veredas de novo rebento em cena, passa pelo Delta. Caminha!   
   No Altar de Torres sustentam o Progresso. Alimenta nossos Versos ilumina nossa Avenida também. Cotidiano Perenal instantes de nossos Jardins.  Estandartes de braços abertos nos embalam.  Celebra nossa vertente e encanta nossa Gente.  Palco da Diversidade mantida. Identidade aguerrida.  Alberto Lavinas. Avenida. Daqui nos fascina...
                *Wilson Rodrigues de Andrade/ Produtor Cultural. / Poeta trirriense.
                  

                                                                        

Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.

ACNUR: Cadernetas de Saúde para refugiados são lançadas no Rio de Janeiro

O Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR) apoiou a produção das versões em inglês e francês da publicação. Além de romper a barreira idiomática, as novas cadernetas possibilitam um melhor controle de agendamentos e consultas e explicação sobre os direitos dos cidadãos.
A refugiada Nenete recebe a versão em francês da caderneta traduzida pelo ACNUR, com orientações sobre a unidade de saúde mais próxima da sua casa. Foto: ACNUR/D.Félix
A refugiada Nenete recebe a versão em francês da caderneta traduzida pelo ACNUR, com orientações sobre a unidade de saúde mais próxima da sua casa. Foto: ACNUR/D.Félix
       Os refugiados e solicitantes de refúgio que vivem na Cidade do Rio de Janeiro ganharam mais uma ferramenta para acessar plenamente os serviços do sistema de saúde pública municipal. Em evento realizado nesta quinta-feira (19/11/15), na Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro, organização parceira do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR), foram lançadas as versões em inglês e francês da Caderneta de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde/SMS do Rio de Janeiro.
            As cadernetas foram traduzidas pelo ACNUR e trazem informações sobre a unidade básica de saúde de referência para o usuário, de acordo com seu local de residência. Além disso, a publicação possibilita um controle dos agendamentos e consultas realizadas e inclui uma seção sobre os direitos do cidadão, esclarecendo que todos os refugiados e solicitantes de refúgio podem acessar o Sistema Único de Saúde (SUS) de forma integral, universal e gratuita.
          Para celebrar esse lançamento, a Cáritas RJ e a Secretaria Municipal realizaram uma Feira de Saúde para refugiados e solicitantes de refúgio em que foram oferecidas orientação sobre a rede de referência para atendimento de saúde, vacinação e orientações sobre saúde bucal e saúde reprodutiva. Cerca de 70 pessoas foram atendidas pelas equipes da secretaria ao longo do dia e todos os participantes receberam o cartão do SUS.
        “A atenção primária à saúde no Brasil é organizada de acordo com o território. Nós fizemos a tradução da caderneta do usuário para que as pessoas que precisam de atendimento possam saber qual é a unidade de atenção primária mais próxima de suas casas. Apresentamos também o ‘Onde Ser Atendido’, uma ferramenta on-line em que você coloca o seu endereço e é informado sobre a sua unidade de referência, seu médico, seu enfermeiro e seu agente comunitário”, explicou Fabiane Minozzo, assessora técnica da Superintendência de Atenção Primária da SMS.
           “Sabemos que a questão da tradução é importante porque a linguagem é a primeira barreira que os refugiados enfrentam para compreender como funciona a estrutura de saúde. Muitos deles não entendem que o SUS é universal”, complementou Débora Teixeira, também assessora técnica da Superintendência da SMS.
Leia o artigo na íntegra aqui.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.

Demandas indígenas foram excluídas de 119 planos nacionais para a Cúpula do Clima, alerta ONU

PNUD e Fórum Internacional de Povos Indígenas promovem encontros entre líderes indígenas e representantes de governos para garantir que suas demandas sejam incluídas no novo acordo climático.
Em Palmas, indígenas de diversas etnias se refrescam no ribeirão Taquaruçu ao nascer do sol. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
Em Palmas, indígenas de diversas etnias se refrescam no ribeirão Taquaruçu ao nascer do sol. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
Até 65% da superfície terrestre pertence, é ocupada ou gerenciada por povos indígenas e comunidades locais,segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Apesar disso, eles foram excluídos dos planos nacionais preparados para a Cúpula do Clima em Paris (COP 21), que será realizada no próximo mês.
De acordo com o PNUD, dos 119 planos nacionais para combater as mudanças do clima enviados até primeiro de outubro, nenhum citou os povos indígenas. Mais de 80% das terras utilizadas e ocupadas por indígenas não recebem proteção legal, tornando-se vulneráveis a empresas privadas, indivíduos e governos.
O desmatamento, por exemplo, representa 11% das emissões de dióxido de carbono, um dos principais fatores que provocam as mudanças climáticas. Até o momento, pouco mais de 160 governos, que respondem em conjunto por mais de 90% das emissões, já enviaram seus planos.
Para corrigir essa questão, o Fórum Internacional de Povos Indígenas para Mudanças Climáticas e o PNUD estão reunindo líderes indígenas e representantes de governos, muitas vezes pela primeira vez, para garantir que as prioridades dos povos indígenas sejam inseridas nas propostas nacionais da COP 21 e que seus direitos sobre os recursos naturais e territórios sejam reconhecidos.
“Essa iniciativa pioneira, em ação em 21 países pelo mundo, tem o objetivo de garantir que o acordo global do clima, alcançado em Paris, reconheça os direitos das terras indígenas e dos recursos naturais, e o papel crucial dos povos indígenas na atenuação das mudanças climáticas”, afirmou o comunicado da agência da ONU.
Muitos diálogos nacionais estão planejados para as próximas semanas. A agência aponta que o que acontecerá no Brasil, onde ser abordará a implementação de uma Política Nacional para Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas Brasileiras, será observado com atenção, por acontecer em um momento crítico para os povos indígenas do país.

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...