segunda-feira, 9 de maio de 2022

 O décimo quinto Congresso foi sediado pelo Governo da República da Coreia, em Seul, de 2 a 6 de maio de 2022. Os participantes do Congresso Florestal Mundial endossaram a Declaração Florestal de Seul para transmitir a necessidade urgente de ação para alcançar um ambiente verde, saudável e resiliente futuro com as florestas. O Congresso também ouviu o Chamado para Ação da Juventude e o Chamado Ministerial sobre Madeira Sustentável . Leia os textos aqui .

A República da Coreia é um país que valoriza muito suas florestas por seus importantes serviços ecossistêmicos e pela saúde e recreação, e tem muitas lições aprendidas para compartilhar com a comunidade global.

XV Congresso Florestal Mundial
Uma breve história do Congresso Florestal Mundial

Desde que o primeiro Congresso Florestal Mundial foi realizado em Roma em 1926, aproximadamente a cada seis anos, o Congresso proporciona um fórum para discussão inclusiva sobre os principais desafios e o caminho a seguir para o setor florestal. Em 1954, a FAO foi encarregada de apoiar os preparativos do Congresso, em estreita cooperação com o país anfitrião e orgulhosamente continua a fazê-lo hoje. Mais informações sobre Congressos anteriores podem ser encontradas aqui .



Sob o tema Construindo um futuro verde, saudável e resiliente com florestas, o Congresso apresentou o papel essencial das florestas na agenda global de desenvolvimento sustentável – compreendendo, entre outras coisas, a Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os Objetivos Florestais Globais, o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, a Década das Nações Unidas para a Restauração de Ecossistemas e o Quadro Global de Biodiversidade pós-2020 – e identificou as principais medidas e recomendações para aprimorar esse papel. Também destacou o progresso na implementação das recomendações feitas no XIV Congresso Florestal Mundial em 2015.

Saiba mais sobre as questões temáticas que o Congresso abordou  aqui .

Acolhendo ampla participação, o Congresso teve como objetivo reunir milhares de pessoas de todas as regiões e setores, incluindo o setor público e privado, Organizações Não Governamentais (ONGs), organizações da sociedade civil (OSCs), órgãos científicos e sociedades florestais. Ao unificar um grupo tão diversificado de pessoas que se preocupam com as florestas e o meio ambiente, o Congresso incentivou discussões inclusivas, construir novas parcerias e facilitar a integração de questões florestais nas agendas globais de desenvolvimento sustentável e recuperação pós-COVID-19.

quarta-feira, 4 de maio de 2022

 A PAZ é construída!

Parte integrante da Coletividade. Ideário de muitos! A PAZ não se concretizará sem sacrifícios, e com trabalho, pois a Causa é justa - e para alcançarmos necessitaremos dos serviços de todos!

Cada Indivíduo ao fazer a sua parte - despertará a Esperança /Ativa, Pacifismo em Ação, e o Tempo - nossa maior oportunidade para refletir o Ideário Pacifista.


Nós os facilitadores da Cultura de PAZ! Dê uma oportunidade a PAZ! (COMPAZTR/ Wilson Rodrigues de Andrade - Produtor Editorial do Jornal/Revista FOLHA CULTURAL). Jun. /2021.

quarta-feira, 27 de abril de 2022

 

Roda de Toré /Evento pelos povos Indígenas...

Louvação pela Ancestralidade saúda o Abril Indígena no Horto Municipal / Três Rios-RJ. Aconteceu em, 24 de Abril de 2022. Um momento importantíssimo para nós Indígenas em Contexto Urbano do Sudeste. Vamos juntos construir esse momento! Roda de Toré - Encontro das Comunidades/Abril Indígena! *WRA.

Com Produção de: Eric Assumpção.




*Entre Trilhas 

Paços em Resistências! Belos eventos Intercultural  

Adornar! 

Ecoar indigianismo! Receba nosso Afeto existencial 

Laços em dedicação! Brilho refletir! Por entre Telas  

Proclamar! 

 

Pelas Bandas do Cais. Pelas Cercanias entre Rios! 

Fascinar! 

Tendas abertas. Reverenciar belezas de Jurema. 

Só Artes! 

Fonte de criação! Dança matinal tornar Lendas. 

Derramar! 

 

Solo fecundo por entre Passarelas. Arauto das  

Civilizações 

Encontro das Comunidades. Embalar Roda de 

Toré! Nosso alento! 

Arregimentar Poetas! Ágora decorada ao Longo. 

Cais de Emoções! 

 

Aroma da chegada. Aurora partilhada sob a 

Guarda de Tupã! Venerar! 

Sina idealizada entre Adereços e Olhares! 

Espetáculos resistir! 

Confraria dos Destemidos cruzar Horto! 

Desvendar o Véu! Reverberar! 

 

Arbóreo Harmonioso! Templo Cênico tornar 

Revestir o Litoral! 

Esplendores! Rico Farol de Outrora! Luminar 

Celeste por Trilha Original! 

 

De: *Wilson Rodrigues de Andrade/ 

 27-abril- 2022. 

 

 

 


 Fotos de * Wilson Rodrigues de Andade/ Jornalista -

Produtor Editoriao do Jornal/Revista Folha Cultural.

terça-feira, 19 de abril de 2022

 TRAÇOS HISTÓRICOS      *Dr. Max 


Massacres e Redenção…


             Os estarrecedores acontecimentos de Minas não ficaram sós com o terrível e sangrento holocausto dos paulistas na desgraça do Capitão do Mato, pela discórdia e cobiça enfrentada pelo ouro, gerando a solerte traição.  O próprio Fernão Dias mandava enforcar o filho de criação por felonia. Garcia conhecia o fel e o termômetro da inveja, gana e violência dos aventureiros. Rio de sangue correu na hecatombe do Quilombo do Ambrósio com banho de 8 mil mortes  de sangue dos negros.

                 Com a derrocada dos paulistas o Capitão Nunes Viana assume a crista dos fatos da diáspora das Províncias da Colônia, não tendo o governo do Rio, nem em São Paulo e Minas, tudo entregue a lacaios tiranos do que a encenação sórdida de Felipe dos Santos, estirado vivo por quatro cavalos chuços; Álvaro de Albuquerque deixa o Rio, e se põe ao lado dos paulistas como Governador da nova Província, enquanto Minas-MG, está mergulhada no torpor, agravada pelo despotismo de seu governador, Conde Assumar, em 1720. Garcia se empenha para consolidar o Caminho Novo com a ajuda do cunhado Domingos Rodrigues da Fonseca e de Matias Barbosa, que se retirou do Ribeirão do Carmo e Antônio Dias, diante das arbitrariedades e volúpia do Ouro.

Bernardo de Proença abre a variante pela Serra da Estrela e leva a cultura para às Gerais, onde nasce o Tiradentes, Aleijadinho, Claudio Manoel da Costa, Maciel, Vidal Barbosa, Alvarenga, Luiz Vieira, Carlos Rolim, Bárbara Heliodora, A cultura é um colírio para os olhos e um refresco para o cérebro, e, até um excelente estimulante para a digestão, no incremento dos movimentos peristálticos.

                Muitos destes, nos indagam de fontes e do memorial para estas histórias, e mal traçadas linhas, dentre eles o culto e ilustre Procurador da União, Dr. Eurico do Vale e tantos outros, cuja bondade e tirocínio a nos abrir os filões de um metal histórico tão rico e valioso quanto a ouro. Aqui em breve pelos, Nogueira da Gama começa o Ciclo do ouro vegetal - o Café e as grandes Fazendas vão dando um ar e aspecto de grandeza e beleza na Região, graças a intrepidez colonizadores e comerciantes das alterosas  e da Metrópole; e não demorou que tivéssemos a Conjura Mineira, o Quilombo de Manoel Congo e logo a Independência já preparada e decidida na Forca de Tiradentes e em Sebollas.          



Sim, no Arraial da Serra do Tinguá que acolheu o braço e o peitoral do Alferes, onde pulsava um coração amoroso.

          Ali, no alpendre da Fazenda dos Irmãos Barbosa de Mattos, Ana Mariana de 16 anos, e padre Paulo do Ribeirão, o Conjurado da Arcada Mineira sonhou com a Pátria com liberdade com os seus filhos vivendo em Paz, Ordem e Prosperidade. A Emancipação passou por Sebollas e veio com o Barroso. Este, ali chegou, em 1790, na beira do Caminho Novo e abriu clareira no Mato Grosso, Sertão do Calisto, ajudou a levantar o Santuário Bom Jesus de Matozinhos e socorreu a Corte de D. João VI, e, a Metrópole do Rio de Janeiro, à vida de mais de vinte mil Bocas. Fundou a Fazenda do Cantagalo, Boa União, São Lourenço, Barreiro e numerosos Sítios. Solidarizou com Mauá e Mariano Procópio e a filha Condessa fundou a Cidade de ENTRE-RIOS.  



*Dr. Antônio Maximiano de Oliveira/ Membro - fundador do COMPAZ/Folha Cultural/ Ex - Presidente do Conselho Municipal de Cultura/Três Rios- Rio de Janeiro-Brasil.


sexta-feira, 15 de abril de 2022

 Regozijai-vos em tudo (Celebrar) – 

Quero dizer que devemos conservar a nossa Visão e agradecermos pelas Realizações de nossos Objetivos e Propósitos – pelo que temos recebido; e Forças para o que almejamos nestes nossos  Dias, o que passamos pelas circunstâncias...  WRA/Abril/20.

 Jesus Cristo nos apresentou um admirável Exemplo disso. Declarou aos seus discípulos: “Não dizeis vós que ainda faltam quadro meses para o tempo da colheita? Pois, Eu vos digo, levantai os Olhos e olhai para os Campos; pois já estão maduros para a colheita”. A Visão clara que tinha penetrara além do ‘mundo material’, e Ele viu com clareza no mundo da quarta Dimensão as coisas como realmente são – perfeitas e completas na Mente Divina. Assim também Nós devemos conservar a Visão do Objetivo de nossa ‘Jornada/ nossa Tarefa/ nossa Meta/ nossa Causa... ’; e pedir a Manifestação daquilo que já recebemos. Poderá ser a nossa Saúde perfeita/ o Amor/ o suprimento/ a nossa expressão completa / o lar/ o escritório/ o chão de fábrica/ as amizades. Todas essas coisas são ideias acabadas e perfeitas, que estão registradas na Mente Divina, ou nossa própria mentalidade superconsciente, e deve ser expressa também por nosso intermédio (nas Atitudes e Ações...).

 Precisamos que alguém nos ajude a manter a Mente firme na Visão ideal. É coisa que cada um de Nós pode fazer para o outro...  Há inteligência nisto também. Ninguém  é vencido, se alguém  o vê  triunfante/ Podemos ver aí que tal é o Poder  da Visão  espiritual. Muitos de Nós, e dos nossos tiveram êxitos através de esposas e/ou maridos/ irmãos e/ou amigos, por haver esta força motora..., para Nós..., e se apegou sem hesitar ao modelo perfeito de sua ou nossa expressão! ( * apanhado  e adaptações /*WRA/ do Livro  Alegria e Triunfo – págs. 25.../ Lourenço Prado/pensamento esotérico.


terça-feira, 15 de março de 2022

 S/ D. Pedro I

Ao deixar o País, o imperador Pedro I selecionou três pessoas (José Bonifácio, “Dadama” Condessa de Belmonte e Rafael) para cuidarem de seu filho e das filhas remanescentes, uma das pessoas escolhidas foi Rafael, um veterano negro da Guerra da Cisplatina.

Rafael era um empregado do paço de São Cristóvão (não era escravo) em quem Pedro I possuía profunda confiança e lealdade, pedindo que olhasse por seu filho, um olhar mais carinhoso e paternal — pedido que levaria a termo pelo resto de sua vida.

Rafael, o Anjo Negro de Pedro II.

 Rafael era um empregado do paço de São Cristóvão (não era escravo) em quem Pedro I possuía profunda confiança e lealdade, pedindo que olhasse por seu filho, um olhar mais carinhoso e paternal — pedido que levaria a termo pelo resto de sua vida.

 

Rafael, foi mandado vir em 1831 do Sul, Pedro I conhecia-o bem. Foi um protetor incansável e extremamente abnegado de Pedro II ainda menino.

Dormia no mesmo quarto, evitava que o Imperador chorasse ou se assustasse “com medo das almas de outro mundo” e outras fantasias tão próprias da solidão, em que prevaleciam estudo áridos, religião, serões insípidos e jogos de mesa silenciosamente praticados – era a educação principesca!

Nisso relata-nos Benedito Freitas:

“Incumbido da guarda e proteção de Dom Pedro II ainda em tenra idade (5 anos), foi de uma dedicação tal que, até determinadas atribuições das Damas, ele as executava com desembaraço e plena eficiência.

Dava-lhe os banhos habituais tendo todo o cuidado com a temperatura da água, bem morna sem ser quente, mudava-lhe a roupa e cobria na cama, cabeça de fora, a bela criança pedia ao seu Anjo Negro para contar histórias e outras coisas em que era fértil seu leal servidor.

Certo dia ainda na época que Dona Leopoldina era viva, ficou enternecida ao contemplar Rafael aquecendo a mamadeira do Menino-Imperador.

Quando Dom Pedro II não sabia a lição, corria para Rafael pedindo-lhe para o esconder, embora fosse condicionado sempre, que seria a “última vez” ….

Mais tarde Dom Pedro II ensinou Rafael a ler, escrever, falar francês e inglês. 

Por muito tempo Rafael foi 1º Criado Particular do Imperador e em todas as viagens, mesmo ao estrangeiro, o acompanhou de perto. 



A única presença não masculina de tanta cumplicidade era a Condessa de Belmonte, chamada sempre carinhosamente de “Dadama”.

A figura quase lendária de Rafael é amplamente descrita no belo livro de Múcio Teixeira, que foi comensal do Imperador por mais de trinta anos, “O Negro da Quinta Imperial”. 

Rafael contava com 98 anos quando Dom Pedro II foi deposto.

O “Anjo Negro” do Imperador ignorava o doloroso episódio da prisão do seu menino.

Múcio conta a cena da comunicação ao leal macróbio, nas seguintes linhas: “Manhã sombria. 

Uma chuva miúda caíra pela madrugada do dia 16 de novembro de 1889.

As vastas alamedas da Quinta Imperial estavam desertas….

Rafael, mal raiara a aurora, abandonou seus aposentos, nos baixos do torreão sul, e, muito tremulo, amparado por um rijo bastão, deu início ao seu passeio habitual. 

Velho e cansado, passara o dia anterior preso ao leito, ignorando que a República havia sido “proclamada” no Brasil.

Vagarosamente caminhava, ouvindo o gorjeio dos pássaros e contemplando, com olhar nostálgico, os lagos sonolentos. 

Fitava também os bosques sombrios e admirava a Natureza exuberante. 

Quantas daquelas árvores gigantescas ele vira nascer, florir e envelhecer!

Caminhava e meditava, olhando também para o passado, para a sua longínqua mocidade! 

Quantos sonhos desfeitos!

“Como é triste envelhecer!” 

– murmurava o velho pajem imperial.

Ao chegar ao portão da Coroa, já ofegante, observou com espanto dois soldados que davam “vivas a república”! 

Sempre meditando, lentamente regressou ao Paço. 

Ao aproximar-se do solitário Palácio Imperial, viu o bibliotecário Raposo muito agitado, com cabelos revoltos, andando de um lado para outro lado…

Rafael, muito cansado, curvado e tremulo, sempre amparado pelo seu bastão, dirigiu-se ao bibliotecário do Paço e interrogou-lhe: 

“Seu Raposo, você enlouqueceu?”  

Parando diante do Rafael, o Raposo, como louco, bradou: 

“Rafael, tu não sabes que ontem foi proclamada a República e que teu “menino” está preso no Paço da Cidade??”.

Rafael, atordoado, deixou cair o forte bastão de ouro e jacarandá, no qual a vinte anos se apoiava seu débil corpo; 

curvado, ergueu-se, cresceu…

O seu olhar morto e nostálgico, transfigurou-se, como que iluminado por clarões estranhos.

Levantou o braço direito para o céu e exclamou com voz comovente e sonora: 

“Que a Maldição de Deus caia sobre a cabeça dos algozes do meu Menino!”

E em seguida rolou por terra: estava morto.”

No mesmo momento em que o navio Alagoas cruzava a baía de Guanabara com seu menino e toda família imperial ... 

Rafael - faleceu aos seus 99 anos em um simples desmaio.


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