terça-feira, 8 de dezembro de 2020

 

Declaração Universal dos Direitos Humanos/ 73 Anos da Declaração pela Dignidade Humana.   

         Dentre as prioridades, a Proposta da PAZ, a Causa mais estreitamente comprometida da Organização das Nações Unidas/ONU – é com os Direitos da Pessoa, na luta para salvar vidas, impedir torturas, obter liberdade para pessoas e promover condições de encontrar pessoas desaparecidas; promover o Desenvolvimento nas Áreas de saúde e a alfabetização e proteger os Direitos dos Refugiados. A disposição contida nos diversos Tratados das Nações Unidas tem sido incorporada nas Legislações de Países, alcançando assim a milhões de pessoas na base Jurídica necessária para exigir o Respeito de seus Direitos, e também, poderoso Instrumento para barrar os abusos e motivar o restabelecimento de governos democráticos. Com o objetivo de fortalecer esta profunda dedicação à Causa da Dignidade da Humanidade; em Julho de l993, realizou-se em Viena, a Conferência Mundial (por indicação do governo da Austrália), encontro este que entre seus Objetivos focalizou na avaliação dos Progressos realizados na questão dos Direitos Humanos, desde a aprovação da presente Declaração Universal dos Direitos Humana, de l948; portanto, o reafirmar dos compromissos nestes seus 73 Anos pela Dignidade Humana.

            

 


 

Artigo XXII- Toda Pessoa, como membro da Sociedade, tem o Direito à segurança social e à realização, pelo esforço Nacional, pela cooperação internacional de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais indispensáveis à sua Dignidade e ao livre Desenvolvimento de sua Personalidade.


 Introdução: Quando os fundadores da Organização das Nações Unidas redigiram a Carta da ONU, em São Francisco, no ano de l945, estabeleceu no primeiro Parágrafo do Preâmbulo o seu objetivo fundamental de preservar as gerações futuras do flagelo da guerra. No Parágrafo seguinte, reafirmaram a fé nos Direitos fundamentais e valor do Ser humano. Estas palavras preliminares da Carta das Nações Unidas /ONU, estabelecem não só as prioridades de objetivos e esforços com os quais estão comprometidos os Povos das Nações Unidas, como também, refletem o elo indissolúvel existente entre o respeito pelos Direitos Humanos e a sobrevivência da Humanidade, e, pela adoção de medidas progressistas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados -membros, quanto entre os Povos dos Territórios sob sua Jurisdição. A DUDH, aprovada em Resolução da III Sessão Ordinária da Assembleia - Geral das Nações Unidas.

            

 Direitos Humanos Fundamentais – Expressão, hoje tão recitada por toda parte, nos Tratados de Direito, nos livros de Filosofia, na palavra dos Poetas e dos Sacerdotes, dos Professores e dos Juristas, dos Jornalistas e do Povo. Três noções de Direito valem ser lembradas aqui para nossa Introdução – A primeira focaliza o Direito como um “atributo da pessoa em sua dimensão social” – uma faculdade da pessoa, como algo que lhe é inerente, que lhe pertence pelo simples fato de ser pessoa. A segunda mostra o Direito como disciplina das Relações Humanas, indispensável à harmonia e à Ordem Social. A terceira mostra-nos como ideal Ético de Justiça, intimamente ligada à primeira noção, a significar que é seu. É, portanto, na primeira dessas noções, principalmente, que situamos a ideia dos Direitos Humanos. Estes estão na categoria dos bens da pessoa, como atributo dela, indispensáveis à própria sobrevivência destas com ser ético, e da sociedade, assim como à configuração do bem comum, ou social, ou intersubjetivo. O Direito de ser reconhecido sempre como Pessoa Humana.

          ...Direitos que têm fundamento na própria natureza humana – nascem com a Pessoa Humana e acompanham toda a trajetória, e pertence pela Existência. /Pesquisa/organização de Texto de: *Wilson Rodrigues de Andrade/ Jornalista e Produtor Editorial e Cultural do COMPAZ/FC.

 

Declaração Universal dos Direitos Humanos/ Nações Unidas – 10 de Dezembro de 1948. *WRA/ para Jornal/Revista FOLHA CULTURAL/FC

 

    A Declaração Universal dos Direitos Humanos/DUDH está há completar 73 anos em tempos de desafios crescentes, quando o ódio, a discriminação e a violência – permanecem vivos; disse a Diretora-Geral da UNESCO, Audrey Azoulay.

         “Ao final de II Guerra mundial, a Humanidade inteira resolveu promover a Dignidade Humana em todos os Lugares e para sempre. Nesse espírito a Organização das Nações Unidas/ Nações Unidas adotaram a DUDH como um padrão comum de conquistas para todos os Povos e todas as Nações”, disse Audrey Azoulay.

          “Centenas de milhares de Homens e Mulheres são destruídos e privados de condições básicas de substâncias e de oportunidades. Movimentos Populares forçados (Refugiados...) geram violações aos Direitos em uma Escala sem precedentes. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável promete não deixar ninguém para trás – e os Direitos Humanos devem ser o Alicerce para todo o Processo”, ressaltou a Diretora-Geral da UNESCO/Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura / UNESCO. Segundo Audrey Azoulay – esse Processo deve começar, e quanto antes nas Carteiras das Escolas. Diante do exposto, a UNESCO lidera a Educação e Direitos Humanos para deste modo – assegurar que todas as Meninas e Meninos saibam seus Direitos e o Direito dos outros (...) |*WRA/Folha Cultural.


                                                                       

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

 

O Momento informacional...*Wilson Rodrigues de Andrade.

        Há o sentimento de que perdemos algo fundamental, a partir de grande maremoto informacional que teve início na divisão dos anos de 1970, para os de 1980: A delicadeza com que a síntese hippie temperou a contracultura nas Décadas da denominada Guerra Fria; pois, certo gosto pela contemplação, flores no poder, noites hipnóticas no firmamento, o estar no campo, nas lides rurais, tudo foi de repente abalado por ventos tensos – o Mundo no giro veloz! O brilho psicodélico deu lugar ao brilho psicopático – a corrida pelo Poder! Os anos 1980, com suas diversas belezas. Foi sintonizado um novo arranjo orbital saído da História, a nos apoiar no Presente, o único contexto possível!

          A partir dos Anos 1990, a emergência da Era da Informação iniciou o Processo de colonização das Mentes. O Coletivo e o Individual passaram a se confundir: Postados, ao mesmo tempo, uma Praça que congrega multidões e absolutamente sós, na ‘caverna’, este universo! Possibilita-nos conversar com inúmeras pessoas simultaneamente, multiplicando o Tempo; e assim, ao escrevermos na velocidade do pensamento. Este tempo multifuncional para os sentidos nos leva a uma experiência irreal, estrangeiro (através de um tubo intermediário)..., a realidade imediata passou a se situar num Labirinto de intersubjetividade localizado numa rede de signos digitais que, se assim for o desejo, pode dar conta de toda atividade relacional. A outra ponta dessa inversão está, justamente, na Vida exterior: a rua, os corpos, a matéria, o sol, o outro “em pessoa” adquirem o status de virtualidade – fenômenos localizados “fora” do somatório de representações que cabe no espaço infinito da rede. Não é nem preciso estar em casa para aderir a esta célula existencial divorciada do mundo “concreto”: um taxista moderno sequer se comunica com o passageiro, conectado que está, durante toda a viagem, ao monitor que emite freneticamente avisos de itinerário dos novos aplicativos matriciais que facultam ao usuário ver o táxi em movimento numa tela. Este Momento do mundo conectado também produz maravilhas. Janelas comunitárias, espírito cooperativista, mobilizações humanitárias, poder de organização, e essa interessante possibilidade de estar ora no centro ora na periferia, curtir e ser curtido, ‘pular de um galho para o outro’, pertencer a varias tribos e nenhuma, dissipar-se no consumo cultural sem necessidade de uma mediação canônica (padrão / regra...), para cada criação e cada escolha. A maior dificuldade de nossos tempos atuais, sobretudo quando habitamos nesta metrópole virtual, é de caráter cognitivo.  Todo o Renascimento, toda a Ciência, toda a tecnologia, toda a História, todas as Revoluções, todas as Psicologias e Sociologias, todas as Filosofias, o saber todo acumulado não foram capazes de conter a irresistível paixão pelas ignorâncias, nem a transformação cada vez mais radical do outro em simples objeto especulativo sobre as cogitações do “eu”. Pôr-se no lugar do outro (no lugar de se ver no outro) , ouvir o que o outro diz, seus gestos que também fala; tudo isto poderá ser a próxima Revolução (a essência deste Ato será promovermos melhores momentos para as  Relações Sociais, e, deste modo, tornar sermos Humanos). Adaptações e pesquisas de Fev. de 2018. *Wilson Rodrigues de Andrade/ Jornalista e Produtor Cultura /FOLHA CULTURAL/FC.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

 

*WRA | Wilson Rodrigues de Andrade___________________________________

 ____________________________ Jornalista / Produtor Editorial e Cultural/ Escritor Poeta

       A Poesia não é um jogo trivial de sons, palavras e imagens: ela tem um poder criativo e transformador. Do mesmo modo que as Artes, a Poesia é tão difícil de definir como os sentimentos que evoca. O próprio conceito de criação poética sofreu mutações ao longo da História, como podemos observar desde os Tempos da palavra grega “poiesis”, derivada de um termo tão genérico como “poiein”, fazer.

 Na Via Solene |*WRA/Nov.20.

Na Parte de Nós dois! Nos Arredores

De Doce Paço!

Passarela radiar Nascente das Vidas

Em Compasso!

“... Os inimigos dos Mitos não têm força para criá-los ou recriá-los. Julgam que os Mitos acham-se superados pela realidade, quando Eles são a própria figura da realidade...” Murilo Mendes. Poliedro, p. 038.   

A CULTURA – É ao mesmo tempo – uma facilitadora e uma condutora de Educação e do Conhecimento e de Desenvolvimento Humano Sustentável/DHS. É imprescindível à EMPATIA (a tendência para sentir o que sentiria, se estivesse em situação vivida por outra pessoa...), Portanto, a Cultura possibilita, também, a compreensão para ordenar pensamento moderno e o melhor Conhecimento de Nosso Tempo e os anteriores.*WRA/18.

Evolução é Humanizar-se constantemente. A Cultura – possibilita o fundamentar-se em um Conjunto de valores.  A Evolução da Cultura é sempre gradativa. É Expressão em símbolos... A Cultura determina Ação (a Ação/Cultural) – surge de Raízes, Identidade de um Povo!

    A Cultura – processos e questões culturais não devem ser ato ou feito marginal (na margem da Coletividade).  A denominação Cultural faz parte das Coletividades, e delas inseridas com conseqüente benefício de Vidas – é sua Criatividade – é Raiz, é Semente. A própria Vida e valores de Localidades/ Nações /Eras de um Povo! Fonte do Povo! O Fazer  e Trabalho de um Povo! 

A Paixão de estarmos envolvidos no Processo Cultural – é trazer as utopias para o Presente. Recriá-las permanentemente, deste modo, tornar o Futuro algo incerto e por isso mesmo fascinante. Prazeroso.  A Cultura em Ação pode possibilitar, também, o estancar o CAOS (o vazio...), transmitir valores Individuais e Coletivos principalmente no Processo Educacional. (Pesquisa de: Wilson Rodrigues de Andrade/Jornalista, Editor e Produtor Cultural)

As Obras Literárias e as Artes em geral podem iluminar e enriquecer as Almas dos Indivíduos e os salvar da vulgaridade; as que em nossos dias e, desde outros tempos existe.

       Levar Literatura aos domínios do Povo. Tarefa que Eu – estou incluído.   Sentimento de Pertencimento. Há de ser nossa Missão permanente... Portanto, nossa Identidade deve ser uma Missão.  (*WRA/18)

terça-feira, 17 de novembro de 2020

 

Nossa Capa deste Mês/ Novembro nos deve tornar à reflexão e, também, retomada de posição com relação a Vida entre os Nossos...|*WRA/ Nov.-20.
 O que mais prezo em meu Viver é ser Coerente, e coerência é ir até onde devo ir! Defender meus Direitos, Vontades, Anseios e Desejos; e, também com Coerência. Daí procurar não maltratar-me e nem maltratar o meu Próximo. É o que importa para a melhor Vivência - Excelência de Vidas! Cabe a cada um de Nós!!! *WRA/19.


P/ Heródoto – a História é feita por indivíduos, sob as ordens de certas Leis divinas, mais não foi desacreditado, embora tenha sido ignorado. As Histórias – trazem possibilidades/ possibilidades são Esperanças! A História como um todo soa como uma nota triste e profunda; e deste modo relacionamos na passagem do compositor austríaco, W. H. Mozart, este com grande charme e graça... (Pesquisas de estudos Históricos de: *WRA/20)
Devemos dar uma Chance a PAZ pela Vida Ativa entre Seres Humanos... É o que somos... * Wilson Rodrigues de Andrade/ Produtor Cultural.

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...