terça-feira, 14 de abril de 2020

A Saúde Pública age a partir da visão do Estado nas distintas Organizações Sociais, aplicando conhecimento para o controle de doenças graves na população através das ações de vigilância e intervenções por parte dos níveis de governo, sem se confundir com o conceito mais amplo de saúde coletiva.

Cita-se em todo o Mundo Ocidental a definição de Saúde Pública apresentada por Charles Eduard Winslow, nos EUA, 1920: "A arte e a ciência de prevenir a doença, prolongar a vida, promover a saúde e a eficiência física e mental mediante o esforço organizado da comunidade. Abrangendo o saneamento do meio, o controle das infecções, a educação dos indivíduos nos princípios de higiene pessoal, a organização de serviços médicos e de enfermagem para o diagnóstico precoce e pronto tratamento das doenças e o desenvolvimento de uma estrutura social que assegure a cada indivíduo na sociedade um padrão de vida adequado à manutenção da saúde".
Quando pensamos em MÉDICO SANITARISTA nos reportamos a Oswaldo Cruz, que realizou memoráveis campanhas de saneamento e combateu epidemias. Uma epidemia se caracteriza pela incidência, em curto período de tempo, de grande número de casos de uma doença tais como a epidemia de dengue, febre aviária, meningite etc. Este termo tem origem no grego clássico: epi (sobre) + demos (povo) e sabe-se ter sido utilizado por Hipócrates no Século VI a.C..
A ocorrência da EPIDEMIA se dá numa Comunidade ou Região, de casos de doença, acidente, malformação congênita, comportamento especificamente relacionado com a saúde ou outros acontecimentos relacionados com a saúde que ocorre em um determinado momento e espaço, é um fato até aqui normal, já que interagimos com o ambiente e outras formas de vida.
Um surto epidêmico ocorre quando há um grande desequilíbrio com o agente (ou surgimento de um), sendo este posto em vantagem. Este desequilíbrio é comum quando uma nova mutação do organismo aparece ou quando o hospedeiro é exposto pela primeira vez ao agente.
Oswaldo Cruz: uma história de amor ao sanitarismo — Oswaldo Cruz ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1887, aos 15 anos. Seu interesse acadêmico o levou a publicar artigos sobre microbiologia antes de concluir o curso. Defendeu a tese "Veiculação Microbiana pelas Águas". Apaixonado pela profissão e pela microbiologia pode realizar o seu sonho em especializar-se em BACTERIOLOGIA no Instituto Pasteur de Paris (1896).
Retornado ao Brasil, o Porto de Santos apresentava uma Epidemia de peste bubônica e interessou-se por combater a doença e fabricar o soro antevisto no Brasil, criando na Antiga Fazenda de Maguinhos, Rio de Janeiro, o Instituto Soroterápico Federal.


Na ocasião, o Diretor- Geral do Instituto era o Barão de Pedro Afonso, tendo o jovem Oswaldo Cruz como Diretor técnico que não somente fabricou o soro, como também se dedicou à pesquisa, sendo nomeado Diretor Geral do Instituto em 1902.
Foi Diretor Geral de Saúde Pública (cargo que correspondia ao Ministério) em 1903, realizando campanhas de saneamento. A peste bubônica, por exemplo, foi reduzida através do extermínio dos transmissores, os ratos. Para combater a febre amarela suspendeu todos os métodos obsoletos e implantou medidas sanitárias para combater o mosquito transmissor da mesma forma que hoje combatemos a dengue: Usaram brigadas para eliminar focos do inseto em casas, jardins, quintais e ruas que também impediam a água estagnada onde as larvas dos mosquitos de se desenvolviam, ocasionando, curiosamente, uma revolta popular que teve seu auge em 1904, quando o sanitarista tentou promover a vacinação em massa contra a varíola.
Os jornais e a população lançaram uma campanha contra a medida, o Congresso protestou e foi organizada uma liga contra a vacinação obrigatória, estourando uma rebelião popular denominada A REVOLTA DA VACINA, em 13 de novembro, fazendo com que o Governo suspendesse a obrigatoriedade da vacina.
Oswaldo Cruz não desistiu e em 1907 a febre amarela estava erradicada no Rio de Janeiro.

Em 1908, uma epidemia de varíola levou a população aos postos de vacinação. O Brasil finalmente reconheceu o valor do SANITARISTA. Nesse mesmo ano, o Instituto Soroterápico Federal foi rebatizado como Instituto Oswaldo Cruz e a partir de 1909, o SANITARISTA passou a dedicar-se apenas ao Instituto.
Por motivos de saúde, foi obrigado a deixar o Instituto e mudou-se para Petrópolis, onde traçou um plano de urbanização que não viu ser concluído, pois faleceu, aos 44 anos, de insuficiência renal, deixando como legado o Instituto Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). e COMPAZ/FC.

Fonte
: https://blog.helpsaude.com/2012/01/dia-do-medico-sanitarista-2-de-janeiro.html

Créditos da imagem:
https://www.amambainoticias.com.br/geral/2-de-janeiro-dia-do-medico-sanitarista

quinta-feira, 9 de abril de 2020


A Imaginação é necessária para proporcionar forma a uma Teoria ou a uma Hipótese... *WRA/19. 


    A Imaginação é, portanto, não uma fonte de engano ou de Ilusão, mas uma capacidade de sentir aquilo que ainda não conhecemos; de intuir o que não pode ser compreendido, de ser mais do que é possível  conhecer. A capacidade de imaginação de nossa Mente não é a resultante epifenômenal (... Indivíduo ser livre nas suas decisões...) de processos mais depurados de uma lógica de Computação, como os defensores da “inteligência artificial” gostariam que creditássemos. Não, a Imaginação é o resultado da consciência de outras dimensões de sensibilidade. A canção que ainda não ouvimos e podemos começar assobiar.
      A capacidade de Pensar por meio de Imagens, e depois – transformá-las em outras Dimensões de referência – é vital para a Arte, a Poesia e a Ciência. Em um elevado Pico dos ANDES, a Imaginação de Darwin incendiou-se quando Ele tomou consciência de como “estamos todos interligados”. Ardendo numa febre tropical, Alfred Russel Wallace divisou os contornos da Teoria da Seleção Natural. Seja nos sonhos de Filosofia de Descartes ou no Sonho de muitos ao redor, entre eles os Químicos a visualizar a cadeia química, a Imagem não é uma forma de pensamento imprecisa  e pré-científica.
Os fatos podem tornar-se Ídolos da superstição, utilizado por algum poder discricionário no intuito de extinguir uma cultural tradicional.




     Somos mais do que nos Conhecemos, a ciência jamais poderá abranger a totalidade do Ser. No limite de nosso Conhecimento há um Horizonte, um Lugar onde as Nuvens movem-se do Céu em direção à Ilha que habitamos. Este Processo, no qual une vasta Atmosfera planetária  se condensa na forma limitada de uma Nuvem, e, também aquele em que uma enorme Massa global de Conhecimento se torna uma Imagem distinta em nossa limitada Personalidade – O EGO. Nesta Metamorfose de Atmosfera e Nuvem, situa-se a representação Imaginária da própria Filosofia que procuro expor para os prezados.           
     O Autor Literário, o Poeta – torna-se possuído pela Ciência – e, proporciona ao Cientista uma Visão refletida de seu Trabalho/Obra. E nessa Imagem o Cientista, o Literário, o Artista vê transformada as suas Ideias.  (Reflexões de estudos/*Wilson Rodrigues de Andrade- pesquisador das Ciências Sociais e Produtor Editoria / Escrito e Poeta/ Abril de 2019 p/ FC)

sábado, 21 de março de 2020


 Nosso Apaixonar-se... *WRA.



 O meu expressar poético – é para todos – com todos e dirigidos para as leitoras e leitores – entre Colinas e o Vale, e poder cortar os Lagos; nossos serpenteantes Rios e Ritos Pelas Alamedas de Paixões!  Ao longe com nossos Amores...




Escrever Poesia – no propósito de também refletir – construções, ações e informações de Seres e Causas – pelas Passarelas de cada um de Nós. Tornar-me co-produtor do que de Exuberante das Garças – Beleza e Sonhos para os de Atitude de sempre Sonhar..., no universo de pessoas que de Encontros, Laços e Lastros, e, no atracar em Cais imaginário!
    Nossos semelhantes! Nossa trajetória! Apaixonar-se e Criar!  Uma Deusa ou um Deus infalível ao nosso redor! Vale e Vidas Vividas. Via afora... Poesia é musicalidade ou Texto – aumenta integração entre as áreas Celebrais e melhora desempenho Cognitivo... Aproxima-nos da Vasta Aldeia de Divindades/Torna florir/ (* Wilson Rodrigues de Andrade/ Jornalista/ Produtor Editorial e Cultura – Escritor- Poeta)

quarta-feira, 11 de março de 2020


Brasileira será chefe de gabinete de António Guterres na ONU/

                                                                                                              Publicado em 15/12/2016.
O Secretário-Geral da ONU, o português, António Guterres, anunciou neste, 15 de Dez. de 16, três mulheres no seu Gabinete, incluindo uma brasileira: Maria Luiza Ribeiro Viotti, chefe de gabinete. Integram ainda a Equipe mais próxima de Guterres uma nigeriana e uma sul-coreana. Guterres anunciou que Amina J. Mohammed, da Nigéria, será a Vice-Secretária-Geral e a sul-coreana Kyung-wha Kang assumirá um novo cargo, de Assessora Especial em Política. A escolha foi feita pela sólida experiência que as três possuem em Assuntos globais, Desenvolvimento, Diplomacia, Direitos Humanos e Ação Humanitária. “Estas indicações são o alicerce do meu time, que continuarei a construir, respeitando meu compromisso de igualdade de gênero e diversidade geográfica”, afirmou Guterres.
Amina J. Mohammed – é Ministra do Meio Ambiente da Nigéria, onde comanda os esforços do País na proteção do meio ambiente e conservação de recursos para o Desenvolvimento Sustentável. Foi assessora especial do Secretário-Geral, Ban Ki-moon no Planejamento de Desenvolvimento pós- 2015, fundamental para promover a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável, incluindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Antes de entrar na ONU, Amina trabalhou em três sucessivas administrações na Nigéria, atuando como Assessora Especial para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), aconselhando em assuntos como pobreza, reforço do setor público e desenvolvimento sustentável e coordenando intervenções para a redução da pobreza. Amina também é professora adjunta de Prática de Desenvolvimento na Universidade da Colúmbia, tendo participado de diversos painéis e conselhos deliberativos. Nascida em 1961 e formada na Nigéria e no Reino Unido, é casada e tem seis filhos.




Maria Luíza Ribeiro Viotti ( Fotos Arq./FC.) é atualmente subsecretária para Ásia e Pacífico do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, onde tem especial responsabilidade pelo trabalho com os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Diplomata de carreira desde 1976, recentemente foi embaixadora na Alemanha (2013 a 2016). Serviu na Missão do Brasil junto às Nações Unidas, em Nova York (1985-88 e 1999-2044), na Embaixada do Brasil em La Paz (1993-95) e em diversas posições no Itamaraty em Brasília. Viotti foi Representante Permanente do Brasil junto às Nações Unidas de 2007 a 2013, tendo chefiado a delegação do Brasil junto ao Conselho de Segurança em 2010 e 2011. Presidiu o Conselho de Segurança em Fevereiro de 2011. Nascida em 1954, é casada e tem um filho. Economista graduada na Universidade de Brasília cursou o Instituto Rio Branco, Academia diplomática brasileira.
Kyung-wha Kang – atuou como chefe do time de transição da Secretaria-Geral. Trabalhou como assistente do Secretário-Geral para Assuntos Humanitários, desde 2013, e foi Vice- Alto-Comissária para Direitos Humanos, entre 2007 e 2013. Foi Diretora-Geral para Organizações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores e Comércio da Coreia do Sul. Serviu na Missão permanente de seus Países na ONU entre Setembro de 2001 e julho de 2005, quando presidiu a Comissão de Status de Mulheres. Nascida em 1955, é casada e tem três filhos. Graduada em Ciência Política e Diplomacia, tem mestrado em comunicação de massa e doutorado em comunicação intercultural pela Universidade de Massachusetts. UNIC/Rio/ Folha Cultural.( Produção Editoria/FC - *WRA/20)

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...