quinta-feira, 7 de novembro de 2019


Consciência Negra e os heróis e heroínas de nosso Povo...


                                                                                                                                   De. *Wilson Rodrigues de Andrade

                Em homenagem ao líder da resistência antiescravagista do Quilombo dos Palmares, Zumbi, no Brasil comemora, em 20 de Novembro, o Dia da Consciência Negra. Data celebrativa e que se manifesta ao mesmo tempo ao Dia da captura e morte de Zumbi. Esse nome – que significa a “força do espírito presente” é referência para a luta de parte de um Povo que ainda passa por opressão e intolerância. Momento ainda é exigido Negros Conscientes.
Zumbi nasceu em 1655, segundo algumas pesquisas, sendo descendente de guerreiros angolanos.  Em um dos povoados do Quilombo, foi capturado quando garoto por soldados e entregue ao Padre Antônio Melo, de Porto Calvo. Criado e educado por este; o futuro líder do Quilombo dos Palmares já tinha apreciável noção de português e latim, aos 12 anos de idade – batizado com o nome de Francisco. Padre A. Melo, escreveu várias cartas a um amigo exaltando a inteligência de Francisco (Zumbi). Em 1670, com 15 anos fugiu para o Quilombo. Este torna o último Chefe do Quilombo dos Palmares.
               Com a História deste heroico militante podemos registrar os que também escreveram a História do Movimento Negro no Brasil, os que fizeram e forjaram marca na população brasileira por lutas e sonhos da Semente o fruto de igualdade ao desdobra-se no cotidiano de um País para ter a liberdade, e a emancipação dos seus Direitos. Dandara, também nos deixou sua marca no contexto, ela companheira e esposa de Zumbi – travou lutas e resistências na Comunidade de Serra da Barriga.

              Em 1910, João Cândido, este comandava a Revolta dos Marinheiros no Rio de Janeiro. O desfecho dessa Revolta foi o fim dos castigos corporais na Marinha do Brasil. Porém, João Cândido foi expulso e renegado pela Armada Brasileira, por parte da imprensa e da sociedade.
               Aniceto do Império, grande nome do Samba do partido-alto – uma das variações do estilo marcada pelo improviso. Aniceto foi um dos fundadores da tradicional Escola de Samba carioca ‘ Império Serrana, em 1947.  
            Angenor de Oliveira, o mestre Cartola, fundador da Estação Primeira de Mangueira, Escola de Samba, tradição e resistência, ele foi cantor e compositor, poeta e violonista. Ao lado de Dona Zica, sua esposa, inaugurou o Zicartola na Década de 1960, reduto de grandes nomes da música brasileira que reunia representantes da Bossa Nova da Zona Sul carioca e os sambistas do morro.
                   Clementina de Jesus, Ela que trabalhou por, 20 anos como empregada doméstica, para se sustentar até se apresentar nos Palcos do Rio de Janeiro, destacada intérprete.  Seu canto, muito influenciado pelos Terreiros de Candomblé, conquistou o mundo artístico e a crítica no meio musical e o público. Apenas em 1964, aos 62 anos, conseguiu o reconhecimento. Clementina, a Artista.
              Maria Firmina, a autora do primeiro romance abolicionista e uma das raras representantes da literatura feminina no Brasil do Século IX. Ela escreveu o livro intitulado “Úrsula”, uma produção que apresentava a temática do Negro e a condição dos afrodescendentes na sociedade daquela Época.
                  Addias Nascimento. O senhor: Deputados, Secretário de Estado e Senador, foi também Pintor autodidata, Escritor, Jornalista, Poeta e Ator. Ganhou reconhecimento pelo comprometimento na defesa dos Direitos Humanos dos afrodescendentes, que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Nobel da Paz em 2010.
                Aos 88 anos, Mãe Stella, esta, a primeira Mãe-de-Santo a entrar para a Academia de Letras da Bahia. Ela enfermeira, pela Universidade Federal da Bahia/Ufba, e já publicou 6 livros, sobre o Jogo de búzios. Em 2009, Mãe Stella recebeu o título de Doutor Honorius Causa da Universidade do Estado da Bahia/Uneb.

    José do Patrocínio, o tigre do abolicionismo.

         Luís Gama, o que foi ilegalmente vendido como Escravo aos 10 anos de idade, pelo próprio pai. Levado para o Rio de Janeiro e para Santos/SP, fugiu da casa de seu ‘dono’, foi Soldado, Jornalista, Poeta e, por fim Advogado, seu feito dentre muitos – a libertação de mais de 500 Escravos.





         Padre Rocha, O Bom Pastor, em seus ricos anos de evangelização e pioneirismo Pastoral no propósito de defender a Afrodescendência, serve de referência nas lutas e conquistas destas Comunidades; de sua caminhada eclesiástica no Território da Diocese de Valença. Em, 28 de março de 2011, o féretro do Padre Rocha, baixou no Campo Santo de ‘São José’ (Cemitério Central em Três Rios/RJ). Amigos, admiradores e membros de todas as Paróquias, Capelas, Igrejas e da Matriz diocesana compareceram na Paroquia de S. José Operário –Triângulo – Bairro central no Município de Três Rios /Rio de Janeiro/Brasil.
Sua primeira Paróquia ‘Santa Isabel do Rio Preto’ – Valença/RJ. Lembrada por Medoro de Oliveira Souza Neto, Padre diocesano atual da S. José Operário, grande amigo e companheiro, manteve- se ao lado de Padre Rocha, até os últimos suspiros de sua Vida.  
Nos seus, 85 anos de existência, Padre Rocha – entre sua família biológica e seu Povo; assim  o quanto ele foi. Nossos agradecimentos ao Padre Rochamarca de resistência  do Bom Pastor.

A Lei 10.639, de 09 de Janeiro de 2003, incluiu o Dia: 20 de Novembro, no Calendário Escolar, Data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. Essa Lei também torna obrigatório o Ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas Escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, Cultura Negra Brasileira e o Negro na formação da Sociedade Nacional; assim proporcionar o resgate das contribuições dos heróis e heroínas da Nação – nas diversas áreas, desde a social, cultural e artística, econômica e política ao longo da historiografia Afro-brasileira e sua Saga.                 
O Momento é de tomarmos as rédeas de nossa História, não só de nossa africanidade e sua transversalidade, pois certamente este legado que nos cabe passa por vivermos o Brasil que queremos. A questão é que parecem termos entrado em um turbilhão e, se não tomarmos as rédeas da nossa história, corremos o risco de nos envergonharmos de nós mesmos, de nossa apatia e do nosso descuido com o outro. Com a atitude Cidadã de devemos, também exercer. Encontram-se na desumanização dos pobres, na rejeição ao diferente, no distanciamento da prática fraternal e solidária. Se não cuidarmos de Nós, se nos permitirmos ser tão indiferentes, se não possibilitarmos aos mais pobres que tenham condições de serem menos pobres, se não nos dedicarmos ao avanço e à evolução, e criarmos condições e possibilidades, na condição de Nação e semelhantes, estamos perdidos, ao destruir  assim nossas Referencias/Identidades de Brasilidade.
 * Andrade, WR. Pesquisador e Produtor Cultural/ Jornalista, Poeta e Educador Social e Membro-fundador do COMPAZ/ FOLHA CULTURAL.

sábado, 2 de novembro de 2019


O Rio de Janeiro fez parte da História de Travessias do Oceano Atlântico...( Neste Mês de Nov. passaremos série -coletânea ... de temática - S/ Afrodescendentes... C/ Folha Cultural / *WRA)

              (...) NÃO PODE ser esquecida. Durante o Século 19, desembarcaram mais de 500 mil Escravos Africanos em uma Região conhecida Como o Cais do Valongo, Ponto de Partida para um circuito que faz referência à Herança Africana na Cidade. Confira nesta reportagem especial em Vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas Para o Brasil (UNIC Rio), marcando o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro. 

           "O Cais do Valongo foi construído para receber e para comercializar Escravos. Depois que D. João VI veio para o Rio, O Comércio causava incômodo porque vendia gente nas Ruas, gente coberta por um pedaço de pano na virilha, gente vendida como animais. Então, foi estabelecido o Cais do Valongo ", Explica em entrevista ao UNIC Rio, o maior africanólogo em língua portuguesa, Alberto da Costa e Silva. (Pesquisa e organização de Textos e Produção Editorial de *Wilson Rodrigues de Andrade)

terça-feira, 29 de outubro de 2019


29 de Outubro. O #DiaNacionaldoLivro

      É comemorado neste 29 de Outubro. Além de marcar a 
fundação da Biblioteca Nacional, a Data reforça a importância dos Livros na Sociedade. As obras registram fatos históricos, incentivam o pensamento crítico e criam maior empatia dos Leitores com as Histórias.C/FC.


quinta-feira, 24 de outubro de 2019


"As inscrições para a Oficina de Elaboração de Projetos Culturais que acontecerá no dia 26 de outubro das 9h às 15h no Cinema popular Nívea Stelmann já estão abertas. Você pode se inscrever de segunda á sexta das 9h às 17:30h na Fundação Cultural ou pelo email: fundacaocultural@paraibadosul.rj.gov.br."

Formação de Grupo de Trabalho fortalecerá Plano Estadual.

               
                Na Conferencia de Miguel Pereira ficou formada representação do Grupo de Trabalho  Ampliado  ( membros eleitos   através de suas delegações  / dos  11 Municípios  ) – para no 2o  Semestre de 2010  - reuniões Setoriais  - que aprofundaram  um diagnóstico  e propostas sobre cada  um dos  seguintes segmentos: teatro /audiovisual / literatura / dança / circo / música  e tendo como  passo seguinte a elaboração e a implantação de  programas setoriais de  âmbito  estadual.
                O COMITÊ pela PAZ / COMPAZ – a convite da Sec. de Cultura e Turismo de Três Rios /RJ  - participou das reuniões nos Municípios  e na CONFERENCIA    de  Miguel Pereira /RJ  - entre diretores , simpatizantes  e colaboradores , e  na elaboração  do Plano Estadual de Cultura/RJ. Portanto, é de nosso anseio  ( nós Agentes Culturais  e pacifistas )   que no final destes processo o PEC  - como é o propósito da Secr. De Estada da Cultura  - efetiva-se  a consolidação  de um a política pública estadual de cultura  dentro das expectativas    dos produtores  e agentes culturais.

 Um pouco de História - na Conferência.
 
 O Caminho e a Cultura do VALE do PARAÍBA:  Uma breve  Visão Histórica – temática desenvolvida na palestra proferida  por Carla Barbosa Ferreira  de Souza , historiadora ,professora da rede pública de ensino – em Paraíba do Sul / RJ –  Carla Barbosa  encantou a todos na Conferência  de Cultura  em Miguel Pereira  com simpatia e vasto conhecimento   sobre o assunto  exposto  levou Agentes e Produtores Culturais a diversos questionamentos e reflexões  sobre a reconstrução  da história – e no âmbito cultural  - a partir dos  tropeiros , o abastecimento , os mascates e a oralidade na Região Centro - Sul Fluminense. ...Conteúdo de relevância para  os Produtores, Promotores e Agentes públicos envolvidos na  Comunidade Artística-Cultural de nossa Região/Alvo.  p/ Redação/Folha Cultural. Wilson Rodrigues de Andrade/ Produtor Cultural.


quarta-feira, 16 de outubro de 2019



Para nossa reflexão / Gente /Amiga... *WRA/ Out. 2019.

Personalidade – o Ser que pensa por Si...

O Poder – é humildade, não prepotência ou arrogância... WRA/19.

O Amor com sinceridade poderá nos sustentar em qualquer situação... Amor é a Fonte da Força..., deve também ter propósitos; e, tornar ser o encontro do financeiro/ da felicidade / do prestigio (aceito pela maioria/ valor individual.../ sempre pronto a servir...), e só assim esta preparado para exercer o pensamento criador (ter as saídas criadoras...) na Vida própria; portanto, seguir enfrente.
O Amor, em vez de experiência banal, é um Laço no qual dependuramos nossas esperanças... Ame-se! Quando aprender a se amar, amará a todos e estará a desejar o bem... (Adapt. WRA/11.)
O Resultado de tudo o que fazemos nos aguarda mais adiante...
Mas a maior conquista da nossa Vida mesmo é estar em Paz.
 
 O Êxito depende de nossa fidelidade e lealdade com a consciência (nossa consciência)... Devemos aproveitar os lampejos preliminares e registrar acontecimentos. Exercer o Pensamento criador. As saídas de nossas Vidas para o Equilíbrio na Vivência... Vida afora! (a partir de pesquisas de textos e estudos... /WRA/18).
O Amor e a Imaginação será nosso último Refugio!
Cultura – é tudo que restará depois de se ter esquecido tudo o que tenhamos aprendido/ Adapt. WRA/ Texto de L. Selma /Antropóloga.
"Não é o que vem de fora que nos afeta. É sim, o que brota de nosso Coração."  “ O Amor produz Luz...” (*WRA/19.)

domingo, 13 de outubro de 2019


 Irmã Dulce/ Ativista do Pacifismo se dedicou à classe trabalhadora. *C/Folha Cultura

         Relatos de milagres e Graças alcançadas se multiplicaram, tanto no Brasil quanto no exterior, superando a marca dos 14 mil catalogados. Santa Dulce dos Pobres teve dois milagres reconhecidos pelo Vaticano; canonização aconteceu no, 13 de Out. de 2019.
Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, a Irmã Dulce, à primeira Santa brasileira. A Beata canonizada no Vaticano pelo Papa Francisco, em 13 de Out. de 2019, e passará a ser chamada de “Santa Dulce dos Pobres”, por conta de sua vida dedicada aos mais vulneráveis. Informalmente, Dulce já é tratada na condição de santa na Bahia e seu Santuário no Largo de Roma, em Salvador, atrai fieis e romeiros durante todo o ano.
             Dulce nascida em 1914 na Capital baiana, desde a adolescência Dulce já manifestava o desejo de seguir a vida religiosa. Ela lotava a casa dos pais de pessoas doentes e transformou o local em um centro informal de atendimento, em 1927. A Casa ficou conhecida como “a Portaria de São Francisco”.

             Aos 23 anos, ela fez sua profissão de fé e votos perpétuos, tornando-se Freira após seis meses na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em Sergipe. A preocupação de Dulce com os menos favorecidos permeou toda sua vida e se manifestou inclusive na escolha do seu time de futebol. A religiosa torcia desde pequena para o Esporte Clube Ypiranga, uma tradicional Equipe baiana, formada por excluídos sociais e pela classe trabalhadora.





Foi nas palafitas do conjunto de favelas conhecido como Alagados que o trabalho social da religiosa passou a ser conhecido (Foto: Acervo Memorial Irmã Dulce) Arq.  PC-FC...


          Já tornada Freira, seu primeiro trabalho foi em um Colégio, na Cidade Baixa, em Salvador (BA). A Irmã Dulce começou a atender a Comunidade pobre dos Alagados, formada majoritariamente por Operários. A atuação no local resultou, em 1936, na criação de um Posto médico e da primeira Organização Operária Católica do Estado, a União Operária São Francisco. A União, posteriormente, tornou-se o Círculo Operário da Bahia, que visava a promoção cultural e social dos trabalhadores, e era sustentado pela renda gerada por três cinemas construídos por meio de doações. Em relação permanente com a classe operária, ela ajudou a fundar o Colégio Santo Antônio, pensado para educar os filhos das trabalhadoras e trabalhadores.

      


O trabalho de Dulce ao lado dos enfermos começou aos 13 anos, quando transformou a casa de seus pais num local de atendimento (Foto: Acervo Memorial Irmã Dulce) Arq. PC-FC.


            O maior destaque de sua trajetória enquanto militante e ativista do pacifista religiosa e social foi sua atuação ao lado dos enfermos, que rendeu a *Irmã Dulce o carinhoso nome de “Anjo bom da Bahia”. Exemplo disso está na história do maior Hospital da Bahia, o Santo Antônio. A Instituição surgiu por iniciativa da *Irmã, que ofereceu tratamento a 70 doentes resgatados das Ruas de Salvador em um abrigo improvisado no galinheiro do Convento Santo Antônio. O Local realiza atualmente 16,5 mil internações e 10 mil cirurgias anuais. No total, são 3,5 milhões de procedimentos ambulatoriais por ano por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). ( *Produção Editorial de: Wilson Rodrigues de Andrade/ COMPAZ- FC.)

quinta-feira, 10 de outubro de 2019


WRA | Wilson Rodrigues de Andrade____________________

 _____ Jornalista e Fotojornalista / Produtor Editorial e Cultura/ Escritor - Poeta
*WRA / Wilson Rodrigues de Andrade/ Natural de Três Rios – Estado do Rio de Janeiro – Brasil/ Data de Nascimento: 11 de Fevereiro de 1956.

* WRA - Promotor Cultural - Produtor Editorial - Jornalista/ Pesquisador das Ciências Sociais /Escritor - Poeta / Membro - fundador e Secretario - Geral do *Comitê pela Paz/ COMPAZ - Município /Sede-Três Rios/Rio de Janeiro - Brasil (com Área de atuação na Região Centro-Sul Fluminense, Vale do Paraíba- e seu entorno - RJ/SP/MG), e nas Lides literárias na primavera de 1983...

*WRA/ Membro - fundador do COMAMTRI (Conselho das Associações de Moradores de Três Rios/RJ- Brasil)
*WRA/Membro do CONDEPAZ (Conselho Brasileiro de Defesa da Paz) e Membro-cadastrado ao UNIC/Rio (Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil- Rio de Janeiro). Desde: 1985.
*WRA/Produtor Editoria do Jornal/ Revista FOLHA CULTURAL/FC.  Desde: 1990  Data em que foi criado o Núcleo de Produção Editorial e Divulgação (N-PED -DEDAC/COMPAZ).
*WRA/Cursei Psicologia e Estudos Sociais na Universidade Católica de Petrópolis/RJ-UCP e no Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora/MG./ CES/JF) ( no Período  de 1979 a 1985)
Exerci jornalismo em diversos Jornais (Impressos) Jornal do Brasil (Correspondente) / O Diário de Petrópolis/ Entre - Rios Jornal por três temporadas/O Diário de Três Rios / O Painel/ Folha da Baixada e Imprensa Fluminense - Nilópolis/ Rio. Rádio: Rádio Três Rios - AM /  Rádio Clube/PS, e por Diversas Rádios Comunitárias na Região...
*WRA/Membro Convidado/ Observador pelo *COMPAZ na Representação Regional Serrana e Centro - Sul Fluminense da Firjan (Federação das Indústrias/RJ) (Município /Sede - Três Rios) (no âmbito de Três Rios/ Paraíba do Sul/ Areal/ Sapucaia/ Com. Levy Gasparian/ S. J. do Vale do Rio Preto/ Paty de Alferes /Miguel Pereira...). Desde: 2012.
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