quarta-feira, 14 de novembro de 2018


13 de Novembro - Dia Mundial da Gentileza. #Gentileza


A ideia surgiu em 1997, quando um grupo de amigos espalhados pelo mundo decidiu se encontrar no Japão e trocar suas experiências. Em 2000, a data foi criada oficialmente e o site World Kindness Movement – passou a incentivar e reunir as ações. Aqui no Brasil, o Dia da Gentileza era comemorado em, 29 de Maio, dia da morte do poeta Gentileza, o homem que passou sua vida criando grandes painéis com mensagens positivas nas pilastras de viadutos do Rio de Janeiro. Um poeta que surgiu da dor. História contada por Gonzaguinha e por Marisa Monte. Hoje pedimos a gentileza, em especial, para com os refugiados que são obrigados a deixar seus lares para fugir da guerra e da miséria. Aqui, no Brasil, já são mais de 8 mil pessoas. Entre na Campanha do ‘Gentileza gera Gentileza’

Que bom motivo para rever nossas atitudes e incorporar ainda mais a prática da civilidade, da cortesia, da Educação e das regras de Etiquetas. Esse assunto tem sido muito abordado por todos os veículos de comunicação, graças a Deus! Quem sabe acontece uma conscientização em massa e, deste modo, poderemos vislumbrar um mundo melhor, onde a convivência entre as pessoas possa tornar mais harmoniosa e fácil. Ser Gentil é tarefa das melhores, com a prática consegue-se obter resultados impressionantes! Não custa tentar:

 


— Ser gentil no trânsito - Experimente praticar a paciência e a tolerância;
— Ser gentil nas filas - Compreensão e respeito faz toda a diferença;
— Ceder lugar aos mais velhos e às mulheres. Por onde anda o cavalheirismo?
—Cumprimentar as pessoas com um sorriso. Custa?
— Por favor, com licença, obrigado. Lembram-se dos sábios ensinamentos da sua mãe?
— Elogio sincero é uma grande gentileza. Quem não gosta?
— Um rápido telefonema de atenção no aniversário deixa qualquer um feliz. E então?

 

Preocupar-se com o Bem-Estar de nossos próximos é sinal de boa educação e muito respeito. Aproveite o “gancho” e descubra como é bom dar e receber gentilezas. Pois, tudo o que vai, também volta e isso é um bom começo para mudar as nossas Vidas! Fontes: http://radios.ebc.com.br/momento-tres/edicao/2015-11/1311-hoje-e-o-dia-mundial-da-gentileza E Atitude Elegante no site https://www.amambainoticias.com.br/geral/13-de-novembro-dia-mundial-da-gentileza-13-11-2015-07

Créditos da imagem: https://www.ccda.com.br/dia-mundial-da-gentileza-2/


 Adaptação de texto de: Wilson Rodrigues de Andrade/ COMPAZ-FC.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018


Educar para a PAZ  * Andrade. WR

 
   A Cultura de Paz – passa pelo pensar globalmente e o agir localmente, na medida em que nossas atitudes e atuações tornam-se coletivas.
         


                                     Na Constituição Brasileira de 1988, a exaltação da Paz está expressa, como também nas Constituições de Países latino-americanos, assim por outras Nações. A Declaração Universal dos Direitos Humanos relaciona a Paz com as atividades e anseios dos Povos no Mundo. Não só pela relevância da expressão ‘Paz’.
      A Cultura de Paz extrapola o acolhimento constitucional e legal de seu teor. Pois, proporciona fortalecimento aos Pactos firmados e celebrados pelas Nações – tudo isso torna de grande importância na Defesa da PAZ. Entretanto, a Cultura de Paz é decisiva para sua vigência efetiva no Processo Civilizatório da Humanidade – na Vida concreta dos Povos, ou seja, no instante que compõe: Constituição, Leis, Pactos, Acordos, Convenções..., mecanismos de envolvimento, em que o pressuposto deve objetivar o criar condições e possibilidades para os Agentes facilitadores da Cultura de Paz. O Ideário de Paz quando acolhida nas Mentes e nos Corações, resulta da busca pela conscientização, através do Conhecimento e da Vontade. Cultura de Paz –  requer devotamento e ativismo à Causa da Paz – do Ideal Pacifista, com disseminação do sentido de Paz em todo o organismo Social, e sua consequente abrangência territorial. Este é o Desafio com o esforço da convivência humanística e de seu processo Civilizatório na contemporaneidade. Cultura de Paz pede um serviço da Educação. Trata de uma empreitada específica, relacionada a um objetivo escolhido. Educar para a Paz. Educar para o florescimento. Educar para o Conhecimento e Desenvolvimento e sua manutenção, e Educar para a Defesa da Paz – o que se deve pretender; e a Educação para plasmar na alma das Pessoas, dos Grupos Sociais, dos Povos – e deste modo criar a positiva Consciência Coletiva e Participativa. Este esforço educacional terá necessariamente diversas fronteiras de atuação, a partir: da Escola, da Família, das Igrejas, das Organizações da Sociedade Civil, das Organizações Intergovernamentais, nos Meios de Informação e Comunicação. A empreitada não é fácil. Sabedores que somos que a Defesa da Paz não é unânime. Há atores sociais que desejam a guerra, que vivem da guerra. Há forças que alimentam a discórdia, que desencorajam o Diálogo, que sabotam todo e qualquer esforço pacifista. Portanto, o manter-se em vigilância; para contrapor o entendimento à ‘surdez’ no ouvir, a mesa de negociações, às trincheiras, o convívio entre as Nações isoladas, este esforço de pensar globalmente e o agir localmente, cabe aos arautos da PAZ em toda parte, e entre os Povos pela Cultura de PAZ. *Wilson Rodrigues de Andrade - Membro- fundador e Sec. - Geral do COMPAZ/Folha Cultural -FC.

ONU/COMPAZ e Parceiros Afins... 

Facilitadora da Cultura de PAZ entre os Povos.

 

          A existência da Organização das Nações Unidas/ONU e suas diversas Agências sediadas por muitos Estados -Membros..., e Parceiros Afins. A Cooperação internacional e intergovernamental torna o Mundo em permanente estado de planejamento, e melhorias, e avanços pelo Planeta afora... Seus Dirigentes temporários e seus inúmeros Colaboradores:  Observadores, Convidados, Independentes..., todos, facilitadores da Cultura de Paz. Leva-nos, os das Organizações da Sociedade Civil Não - Governamental e Governos, para vislumbrarmos um Mundo Melhor para Todos!  A Paz é Possível!  Depende de cada um de Nós! Wilson Rodrigues de Andrade/ Membro - fundador e Secretário- Geral do Comitê pela PAZ/ COMPAZ Três Rios-JR-Brasil
      

      Ação Voluntária – é Cidadania em Ação – Propósito de envolvimento para inclusão de valores voltados para a Cultura de Paz. Neste aspecto o prestar o Serviço Voluntário marca um papel relevante no cenário local e global, o construir instrumentos de formação de Cidadãos e Cidadãs capazes de apoiar criação condições e de possibilidades de melhorias pessoais e para as Comunidades. Não, e tão somente na visão assistencialista e filantrópica pela Cidadania ativa, com atitude de fazer parte, conscientes de responsabilidades pelo que passa no Meio. Um comprometimento com a Coletividade e sua Diversidade e as melhorias. O Serviço Voluntário em Processos Culturais – visa contribuir na preservação do Meio Ambiente, e a Promoção do Desenvolvimento Humano pleno. Portanto, quem quiser dedicar-se no Voluntariado Sociocultural sempre encontrará seu Espaço.
 A Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou em Paris/16, o *Relatório “Reformulando Políticas Culturais: uma Década promovendo Diversidade de Expressões Culturais para o Desenvolvimento” que monitora o progresso e os desafios na implantação da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. O Tratado foi criado em 2005, e hoje conta com o apoio de  141 Estados.

       No Brasil, Gilberto Gil, o compositor e cantor e embaixador da Boa Vontade da UNESCO, lembrou-se da importância do Tratado, adotado durante seu mandato na condição de Ministro da Cultura. Em mensagem de apoio aos Dez anos de sua criação, definiu o Tratado como “um momento histórico”.  “Tenho orgulho de ter participado, como Ministro da Cultura do Brasil, desse processo único, que buscou incentivar um melhor equilíbrio entre os interesses comerciais e culturais em âmbito mundial”, disse.
           Segundo o cantor, a comunidade internacional aguardava há muito tempo um acordo, que, por primeira vez, afirmasse a vontade política e o comprometimento dos governos em proteger e promover o maior número possível de Expressões Culturais. “Hoje, emergem novas Sociedades Criativas, com novos conceitos e linguagens contemporâneas. A revolução digital nos obriga a reinventar a maneira como fazemos praticamente tudo e também a reexaminar os canais instituídos para a Criação, a produção, a distribuição, o acesso e a fruição de Bens e Serviços Culturais”, complementou Gil. Para ele, a comemoração dessa Década é uma oportunidade que não pode ser perdida na diversificação da Cultura, em todas as esferas. “Das artes públicas aos distritos criativos e plataformas digitais, o compromisso cívico é estimulado em todos os níveis. Tanto no Norte quanto no Sul, artistas e profissionais da Cultura não buscam tratamento especial, mas tratamento igualitário”, disse. “Com a Convenção, podemos defender os valores de acesso equitativo, abertura e equilíbrio para a próxima Década.” P/ COMPAZ/FC *Em 15 /Dez. /2016.

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...