domingo, 24 de setembro de 2017



Mais de metade das crianças e jovens no Mundo ‘não está aprendendo’, diz relatório da UNESCO. Publicado em 22/09/2017


       Cerca de 617 milhões de crianças e adolescentes em todo o Mundo não estão alcançando níveis mínimos de proficiência em leitura e matemática.
Segundo novo relatório da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), a situação sinaliza “uma crise de aprendizado” que pode ameaçar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e, consequentemente, o progresso mundial.
        “Os números são surpreendentes em termos de desperdício de potencial humano e para as perspectivas de alcançar o desenvolvimento sustentável”, disse Silvia Montoya, diretora do Instituto de Estatística da UNESCO, em um comunicado à imprensa.
      O Relatório sugere que cerca de 387 milhões de crianças em idade escolar primária (56%) e 230 milhões de adolescentes em idade equivalente ao ensino fundamental (61%) não alcançarão níveis mínimos de proficiência em leitura e matemática.
Em toda a África Subsaariana, 202 milhões de crianças e adolescentes, não têm conhecimento desses assuntos fundamentais. São quase 90% de crianças entre as idades de 6 e 14 anos que não terão a chance de aprender.
     O Sul e o Centro da Ásia tem a segunda maior taxa, com 81%. Isso significa 241 milhões que não estão aprendendo nessa Região. Surpreendentemente, dois terços das crianças que não estão aprendendo se encontram nas salas de aula. Dos 387 milhões de crianças em idade primária incapazes de ler com eficiência, 262 milhões estão matriculadas nas escolas. Há também cerca de 137 milhões de adolescentes no ensino fundamental que estão nas salas de aula, mas não conseguem atingir os níveis mínimos de proficiência em leitura.
       O Relatório indica que, juntamente com a falta de acesso à escola e a falta de retenção de crianças na Escola, a má qualidade da educação nas salas de aulas é um dos problemas comuns. Para Montoya, os novos dados são um “alerta” para um investimento muito maior na qualidade da educação.
Os Objetivos globais para a Educação são claros: o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 sinaliza o compromisso dos governos de garantir uma “Educação de qualidade inclusiva e igualitária, além de promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”. Via UNIC-Rio/ COMPAZ-FC.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017



Brasil abre Debate geral da 72ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, nesta Terça-Feira/19 de Setembro/ Com o Dia Internacional da PAZPublicado em 16/09/2017.

        O Brasil abrirá o debate geral Anual da atual Sessão, que conta com a participação de Chefes de Estados e de Governos de todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas. O Encontro pode ser acompanhado ao vivo pela TV ONU (webtv.un.org) ou nas redes sociais pela hashtag #UNGA. O Debate geral será seguido por uma Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral para avaliação do Plano de Ação Global das Nações Unidas para Combater o Tráfico Humano. Neste Encontro, na quarta-feira (27) e quinta-feira (28), os líderes globais avaliarão os progressos e desafios de implementação do Plano. A cobertura completa estará disponível no site www.onu.org.br/tema/unga e no site oficial da Assembleia Geral, em www.un.org/en/ga.
Um fórum para negociação multilateral
        Fundada em 1945 sob a Carta das Nações Unidas, a Assembleia Geral ocupa uma posição privilegiada como o Centro Deliberativo, formulador de políticas e Órgão representante das Nações Unidas. Formada por todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas, fornece um fórum único para a discussão multilateral de todo o espectro de questões internacionais abrangidas pela Carta e desempenha também um papel significativo no processo de normalização e codificação do Direito Internacional. A Assembleia se reúne intensamente de Setembro a Dezembro de cada ano e, posteriormente, quando necessário.
Funções e poderes da Assembleia Geral
A Assembleia Geral da ONU tem o poder para fazer recomendações aos Estados-membros sobre questões internacionais de sua competência. Ela também iniciou ações — políticas, econômicas, humanitárias, sociais e jurídicas — que têm afetado a vida de milhões de pessoas em todo o mundo.

  De acordo com a Carta das Nações Unidas, a Assembleia Geral pode:
• Analisar e aprovar o orçamento das Nações Unidas e estabelecer as avaliações financeiras dos Estados-membros;
• Eleger os membros não permanentes do Conselho de Segurança e os membros de outros conselhos e órgãos das Nações Unidas e, por recomendação do Conselho de Segurança, nomear o secretário-geral;
• Analisar e fazer recomendações sobre os princípios gerais de cooperação para a manutenção da paz e segurança internacionais, incluindo o desarmamento;
• Discutir quaisquer questões relativas à Paz e segurança internacionais e, exceto quando uma disputa ou situação está sendo discutida no momento pelo Conselho de Segurança, formular recomendações sobre ela;
• Discutir, com a mesma exceção, e fazer recomendações sobre quaisquer questões no âmbito da Carta ou que afete os poderes e funções de qualquer órgão das Nações Unidas;
• Iniciar estudos e fazer recomendações para promover a cooperação política internacional, o desenvolvimento e a codificação do direito internacional, a realização dos direitos humanos e das liberdades fundamentais e a colaboração internacional nos campos econômicos, sociais, humanitários, culturais, educativos e de saúde;
• Fazer recomendações para a solução pacífica de qualquer situação que possa prejudicar as relações amistosas entre os países;
• Considerar os relatórios do Conselho de Segurança e outros órgãos das Nações Unidas.
• A Assembleia pode também tomar medidas em casos de ameaça à Paz, violação da Paz ou ato de agressão, quando o Conselho de Segurança não conseguiu atuar devido ao voto negativo de um Membro permanente.
A busca pelo consenso
Cada um dos 193 Estados-membros da Assembleia tem um voto. As votações realizadas sobre questões designadas importantes — como recomendações sobre a paz e a segurança, a eleição dos membros do Conselho de Segurança e do Conselho Econômico e Social (ECOSOC) e as questões orçamentárias — exigem uma maioria de dois terços dos Estados-membros, mas outras questões são decididas por maioria simples. Fonte: UNIC-Rio // C/Folha Cultural.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017



A Cultura assim como a Arte pode preencher os vazios do nosso Espírito fantástico... P/ nossa Reflexão/WRA17.
     
       A Cultura deve figurar entre os Mecanismos e os Processos, e sua Diversidade no Mundo. E, neste situar-se de todas as Culturas e Civilizações, é que poderemos alcançar contribuições para o enriquecimento da Humanidade; bem como, levar em conta através de Debates em Seminários e Convenções sobre Bem-Estar, o Processo Cultural para o Desenvolvimento e Sustentabilidade... E, no conduzir os diversos Diálogos referentes à Pesquisa e organização Histórica, aos seus períodos, e sua melhor compreensão para tratarmos e, deste modo, conseguir relacionar com o nosso momento atual...
          A colonização do Brasil processou-se aristocraticamente (entre nobres/ fidalgos...) – mais do que a de qualquer outra parte da América... Aristocrático, patriarca, escravista, o português fez-se aqui senhor de terras mais vastas, dono de homens, de  mulheres, e de crianças, mais numerosos  que qualquer  outro colonizador da América.  Essencialmente plebeu, ele (o colonizador...) teria falhado na esfera aristocrática em que teve de desenvolver-se e seu domínio colonial no Brasil. Entre tanto, não falhou, pois, antes fundou a maior  Civilização moderna nos trópicos.  (reflexão em Gilberto Freire... Casa Grande e Senzala, pág. 199 ) ( É o que pretendemos acentuar neste nosso Encontro com Fiorelli...)

quinta-feira, 14 de setembro de 2017



Pela primeira vez, Portugal conseguiu resultados acima da média da OCDE nos testes PISA, que avaliam os alunos entre o 7.º e o 12.º ano em ciências e leitura. Portugal melhora significativamente na literacia científica, com uma classificação de 501 pontos. “Entre os países da OCDE, Portugal tem melhorado de sete pontos a cada três anos”, destacam os responsáveis do Programa Internacional de Avaliação de Alunos./FC.

O Sacro Ofício (p/FC # 20)  

   Quem consagra seu trabalho a uma Causa maior age mais, sofre decepções, não consegue dormir algumas noites, e, muitas vezes, tornam-se tenso e assustado.  Alguns dizem: “Coitado, olha o sacrifício que fulano está fazendo”. E vão para o trabalho, cumprem oito horas diárias, ficam esperando o fim de semana, “Mas não me sacrifico no trabalho”, dizem. Aquele que dedicou o Serviço à Causa maior sabe o que quer dizer sacrifício: fusão de sacro e ofício, ou seja, trabalho sagrado. Então, apesar das dificuldades, o que faz tem um sentido, e sua Vida não se resume a esperar um fim de semana, que passa logo. COMPAZ/Folha Cultural.
                          
O cantor Milton Nascimento, brasileiro, de 73 anos, viajou para Boston, em Massachusetts, nos Estados Unidos, em 04 de Maio de 2016, para receber o título de doutor honoris causa em música a convite da Berklee College of Music, Faculdade Independente de Música, fundada em 1945.
A Assessoria de imprensa do cantor confirmou ao G1 que ele está lá para conhecer a Escola antes de participar da Cerimônia de formatura dos alunos da turma de 2016, na sexta-feira, 6 e receber o título em um próximo momento de  outra Cerimônia, que aconteceu no sábado ,7.
O comunicado da Berklee College of Music foi inicialmente divulgado em uma página no Facebook dedicada ao cantor por fãs, junto com uma foto dele em um avião.

A Faculdade já concedeu o grau de doutor para grandes nomes da música como Duke Ellington, Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, Quincy Jones, Paco de Lucia, Sonny Rollins, Arif Mardin, Herbie Hancock e Aretha Franklin.( P/Geral)

segunda-feira, 4 de setembro de 2017



UNESCO no Brasil lança publicação sobre processo de criação do Museu de Congonhas. Publicado em 29/08/2017

A criação do primeiro e único Museu de Sítio do País, o Museu de Congonhas /MG, localizado junto ao Patrimônio Mundial do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, ganhou um relato impresso encomendado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura /UNESCO - no Brasil.

 A Publicação “Museu de Congonhas: Relato de uma Experiência”, de autoria da arquiteta Jurema Machado, registra o Processo de implantação da Instituição e suas contribuições para o desenvolvimento do Município. A obra foi lançada no próprio Museu em, 30 de Setembro de 2017, às 17h.

“A UNESCO entendeu que seria fundamental compartilhar também o Processo de fazer, com seus desafios e lições aprendidas, de forma a inspirar outros Sítios do Patrimônio Mundial a criar espaços análogos, que funcionem como um local de interpretação e valorização do Patrimônio”, explicou a arquiteta.

O Museu de Congonhas foi inaugurado em Dezembro de 2015. O Espaço faz uso de recursos de alta - tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância histórica do sítio do Patrimônio Mundial em que o Museu está inserido: o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos.
A representante interina da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, explicou que “a publicação permite que o leitor conheça o Museu de Congonhas, um caso concreto onde a Convenção do Patrimônio Mundial é utilizada como uma plataforma de cooperação que reforça o papel das comunidades na preservação e salvaguarda do Sítio”.
O principal objetivo do Documento é promover a reflexão sobre como programas e equipamentos de interpretação dos sítios do Patrimônio Mundial agregam valor tanto aos próprios sítios quanto às estratégias de desenvolvimento local e regional. Ele também mostra a importância da cooperação entre os diversos atores envolvidos como o Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a Prefeitura de Congonhas na preservação do Patrimônio.
A Publicação “Museu de Congonhas: Relato de uma Experiência” foi enviada para outros Sítios reconhecidos pela UNESCO como Patrimônio Mundial, para estimulá-los a terem equipamentos semelhantes. O livro pode ser consultado na Biblioteca de Referência do Museu de Congonhas, e também baixado pelo site da UNESCO no Brasil. Até o final deste ano, serão editadas as versões em inglês e espanhol da publicação. Fonte: UNESCO/Brasil e COMPAZ Jornal/Revista Folha Cultural/FC.

  Trabalho/Obra | *WRA.                                                                                                                     ...