segunda-feira, 4 de setembro de 2017



UNESCO no Brasil lança publicação sobre processo de criação do Museu de Congonhas. Publicado em 29/08/2017

A criação do primeiro e único Museu de Sítio do País, o Museu de Congonhas /MG, localizado junto ao Patrimônio Mundial do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, ganhou um relato impresso encomendado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura /UNESCO - no Brasil.

 A Publicação “Museu de Congonhas: Relato de uma Experiência”, de autoria da arquiteta Jurema Machado, registra o Processo de implantação da Instituição e suas contribuições para o desenvolvimento do Município. A obra foi lançada no próprio Museu em, 30 de Setembro de 2017, às 17h.

“A UNESCO entendeu que seria fundamental compartilhar também o Processo de fazer, com seus desafios e lições aprendidas, de forma a inspirar outros Sítios do Patrimônio Mundial a criar espaços análogos, que funcionem como um local de interpretação e valorização do Patrimônio”, explicou a arquiteta.

O Museu de Congonhas foi inaugurado em Dezembro de 2015. O Espaço faz uso de recursos de alta - tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância histórica do sítio do Patrimônio Mundial em que o Museu está inserido: o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos.
A representante interina da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, explicou que “a publicação permite que o leitor conheça o Museu de Congonhas, um caso concreto onde a Convenção do Patrimônio Mundial é utilizada como uma plataforma de cooperação que reforça o papel das comunidades na preservação e salvaguarda do Sítio”.
O principal objetivo do Documento é promover a reflexão sobre como programas e equipamentos de interpretação dos sítios do Patrimônio Mundial agregam valor tanto aos próprios sítios quanto às estratégias de desenvolvimento local e regional. Ele também mostra a importância da cooperação entre os diversos atores envolvidos como o Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a Prefeitura de Congonhas na preservação do Patrimônio.
A Publicação “Museu de Congonhas: Relato de uma Experiência” foi enviada para outros Sítios reconhecidos pela UNESCO como Patrimônio Mundial, para estimulá-los a terem equipamentos semelhantes. O livro pode ser consultado na Biblioteca de Referência do Museu de Congonhas, e também baixado pelo site da UNESCO no Brasil. Até o final deste ano, serão editadas as versões em inglês e espanhol da publicação. Fonte: UNESCO/Brasil e COMPAZ Jornal/Revista Folha Cultural/FC.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017







 O baronato e seu Legado no Vale do Paraíba do Sul (Rio de Janeiro/Minas /S. Paulo)



 S/ o processo de Corrupção na caminhada civilizatória/WRA

         “Só o passado dá o espírito Nacional às pessoas. Cada um de Nós só pode amar sua Terra ao ter o que recordar do acontecido com Ela. Quando se desconfia da própria História, pensa que ela esta mal contada, tendenciosa, mentirosa; não há porque querer guardar nenhum fato. O Brasil precisa disso, , ou seja, ser um Pais amado pelos seus nacionais. Se assim não for, muitos dos seus  aspectos não terão o  porque ser cultivados pelo que tem de humano, de belo, de fascinante, e de curioso”  (adaptação de Andrade, WR - s/ texto de : Pedro Nava)

        ...A construção do padrão de corrupção no Poder, intensifica a partir dos governos de 1950..., no Brasil... // E no Patrimonialismo (esfera pública/ não só o Público e também, o Privado), acentua e sinaliza p/ o surgimento desta corrupção...
       “...Teremos menos incidência de corrupção... Quanto mais o mecanismo democrático atuar” Todo conceito tem sua História... Exemplo: A política de favores. O Protecionismo. O paternalismo...  Quanto maior a construção de valores mais ocorrerá à desconstrução da produção da corrupção... (Andrade, WR/16)
 Pesquisas/ Wilson Rodrigues de Andrade/2017 
         A Cultura deve figurar entre os Mecanismos e os Processos, e sua Diversidade no Mundo. E, neste situar-se de todas as Culturas e Civilizações, é que poderemos alcançar contribuições para o enriquecimento da Humanidade; bem como, levar em conta através de Debates em Seminários e Convenções sobre Bem-Estar, o Processo Cultural para o Desenvolvimento e Sustentabilidade... E, no conduzir os diversos Diálogos referentes à Pesquisa e organização Histórica, aos seus períodos, e sua melhor compreensão para tratarmos e, deste modo, conseguir relacionar com o nosso momento atual...
 A colonização do Brasil processou-se aristocraticamente (entre nobres/ fidalgos...) – mais do que a de qualquer outra parte da América... Aristocrático, patriarca, escravista, o português fez-se aqui senhor de terras mais vastas, dono de homens, de  mulheres ,e de crianças, mais numerosos  que qualquer  outro colonizador da América.  Essencialmente plebeu, ele (o colonizador...) teria falhado na esfera aristocrática em que teve de desenvolver-se e seu domínio colonial no Brasil. Entre tanto, não falhou, pois, antes fundou a maior  Civilização moderna nos trópicos.  (reflexão em Gilberto Freire... Casa Grande e Senzala, pág. 199 ) ( É o que pretendemos acentuar neste nosso Encontro com Fiorelli...)

         “ O Latifúndio cafeeiro e/ou açucareiro, tem uma organização complexa e exige capitais enormes, pede também uma administração hábil, prudente e enérgica... o tipo social dela  emergente é , por isso, um tipo social superior tanto no ponto de vista  das suas aptidões  para a vida privada , como no ponto de vista das aptidões públicas. Daí formar-se , nas regiões onde essa cultura se faz a base fundamental da atividade econômica, uma raça de homens magnificamente providos de talentos políticos  e capacidades administrativas...” estes os Barões do Café...

       
Em cada Terra, em cada Povo, a evolução social subordina-se necessariamente às possibilidades culturais de cada época, e à sua adaptação ao meio geográfico. Deste modo, para julgarmos um período histórico, temos de a Ele retroceder e de compreensivamente nos identificar com a mentalidade que o domina. Temos de em Nós mesmos ressuscitar a Vida desse tempo, para, com o mesmo idealismo de contemporâneos (nós Hoje.), imparcialmente avaliarmos o que fizeram pelo que em tal ambiente faríamos... (pág. /301)... Pesquisa em... Alberto Ribeiro Lamego ( O Homem e a Serra)
“ A Civilização do Café Imperial foi a réplica  brilhante  e o encerramento da era agrícola e latifundiária  brasileira, iniciada no Século XVI com a as plantações  de Cana no litoral nordestino... “ Afonso A. M. Franco. 1944.
“ os proprietários fluminenses tornaram –se os súditos mais ricos do Império. Os seus domínios antecedem  em conforto e esplendor  as Fazendas paulistas  o no período  áureo do Café, - 1870, em diante. O Governo reconheceu-lhes o espírito aristocrático e a importância política,  ao criar títulos da Monarquia: Viscondes e Barões, os cafeicultores da  província do Rio de Janeiro- Brasil.” Pedro Calmon. Livro / 1940
“... até 1889, o grande sustentáculo da economia e da prosperidade do Império  é o Vale do Paraíba do Sul. Tal prepotência assume, que, para se designar , se dispensa a legenda do topônimo. Basta dizer simplesmente ‘o Vale’, que todo o Brasil sabe o que isto significa.” Afonso de E. Taunay/ Pesquisa Histórica do Café no Brasil  / livro de 1945
A Descoberta das consequências...
Os fazendeiros do Brasil plantavam Café, um dos produtos mais valorizados do mundo, no Vale do Paraíba.  Os lavradores derrubaram a Mata Atlântica mais rica do País. A lenha alimentava a ferrovia Central do Brasil. A pratica gerou erosão e esgotamento do Solo. No fim, a terra não dava nem para capim. Os Barões do Café faliram. (Texto/pesquisa de Wilson Rodrigues de Andrade/ Promotor Cultural Jornalista e Poeta...)









Precisamos falar com os homens? Uma jornada pela igualdade de gêneros" (...

quinta-feira, 24 de agosto de 2017



LENDAS. SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS – *Dr. Max...


          A acolhida dos Traços máximos sobre as Lendas nos anima a continuar com o Tema, teimando em retratar um ponto de extrema e capital importância da História do Brasil e do Mundo. A vista do cientista CHARLES DARWIN ao especialmente no Encontro dos Três Rios.
    
        O registro do clérigo jesuíta José de Anchieta cresce de significado e de valor com o registro do cientista e do navegador Magalhães após deixar a Ilha de Páscoa com as suas múmias de pedra. O relato vem ao conhecimento ecumênico pela informação fidedigna dos clássicos mestres  Capistrano de Abreu e Pedro Calmon e alicerces de Aires Cazal em a Coreografia do Brasil. Ao exordio do relato aproveitamos para pulverizar a diatribe que  o inventem contra o sábio, que jamais em tempo afirmou ser o HOMO descrente de sermões; macacada é da apóstrofe dos iguaras tangos contra as verdades divinas e biológicas, pois, o HOMEM veio do HÚMUS, e os seus plasmas e pontos vitais são do ADAMUS e EVA, primeira célula que gerou o Se Humano, e, passando a serem DOIS a evolução passou a ser sexuada – óvulo, gameta, feto, zigoto, infante, jovem, adulto. É, e pronto. Ao pesquisar as estátuas da Ilha, seus precisos traços fisionômicos e humanísticos  Darwin exatamente do que  volitam os talos e idiotas. Aqui, o fenômeno foi repetido  com as Obras dos Profetas, Anjos, Homens, Soldados e o próprio Jesus por Aleijadinho sem dedos e sem mão! Jamais viu os personagens e os reproduziu como nenhum outro.
         Darwin teve notícias dos cientistas e historiadores Spix e Von Martus, e até Tiradentes, que associado a Frei Veloso, seu primo, elaborou DEZ (10) volumes sobre a Flora Fluminense, e, quando aportou no Rio de Janeiro se hospedou na casa do Conde Afonso Celso, Diretor das Faculdades e dono da Fazenda do Barreiro na margem do Rio Paraíba, vindo de Petrópolis e região Serrana dos Órgãos.  Postada nas proximidades do Delta dos Três Rios e da Taba dos Puri, o ESPECIALISTA estudou a Flora e Fauna e vivenciou tatus, lagartos, peixes, cabras, melros, antas, lontras e insetos a Serra da Estrela e embarcou no Porto Predado na foz do Rio Inhomirim e fretou um barco até Marselha e debruçou sobre os bichos do Pontal e concluiu que a VIDA, aqui, dativa de mistérios. 
         Nossas origens tornaram-se Internacionais. Grande! Viva!

                                                                               *Dr. Antônio Maximiano de Oliveira     
                                                                         Membro - fundador do COMPAZ/Folha Cultural.
                                                                          Ex - Presidente do Conselho Municipal de Cultura
                                                                                    Três Rios- Rio de Janeiro -Brasil

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