domingo, 23 de julho de 2017

Ensinamentos de Nelson Mandela são mensagens ‘poderosas’ contra o medo e o cinismo, diz chefe da ONU./ Publicado em 18/07/2017.


‘Nelson Mandela foi conhecido como o prisioneiro 46664 por 18 anos. Mas ele nunca se tornou um prisioneiro do seu passado. Sentenciado a trabalho pesado e ao encarceramento em solitária em Robben Island, ele se ergueu do sofrimento e da falta de dignidade para levar seu país, e o nosso mundo, a dias melhores’, lembrou o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, neste 18 de julho, Dia Internacional Nelson Mandela.

       Em mensagem para o Dia Internacional Nelson Mandela, comemorado neste 18 de julho, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, afirmou que a trajetória e os ensinamentos do líder sul-africano são um exemplo contra o medo, o cinismo e a amargura. O dirigente máximo das Nações Unidas defendeu que a melhor forma de lembrar o legado de Madiba é por meio de ações em prol da paz e dos direitos humanos.
“Nelson Mandela foi conhecido como o prisioneiro 46664 por 18 anos. Mas ele nunca se tornou um prisioneiro do seu passado. Sentenciado a trabalho pesado e ao encarceramento em solitária em Robben Island, ele se ergueu do sofrimento e da falta de dignidade para levar seu país, e o nosso mundo, a dias melhores”, lembrou o chefe da ONU. Guterres acrescentou que, apesar das dificuldades, o Nobel da Paz “nunca sucumbiu à amargura ou a rivalidades pessoais, mas despejou sua energia formidável na concretização de sua visão de uma África do Sul pacífica, multiétnica e democrática”.
“Nelson Mandela disse uma vez que um santo podia ser definido como um pecador que continua tentando. Essa é uma poderosa mensagem de esperança, em um mundo fragmentado de medo e cinismo. Nunca é tarde demais para encarar o futuro e tentar novamente”, disse o Secretário-Geral.
O dirigente concluiu sua mensagem com um chamado para que cada pessoa faça a sua parte e se envolva na promoção da paz, dos direitos humanos, do desenvolvimento sustentável e de vidas com dignidade para todos. “Cada um de nós pode ser inspirado pelo exemplo de Nelson Mandela e por suas célebres palavras: ‘Sempre parece impossível até ser feito'”, ressaltou.

Direitos das pessoas privadas de liberdade


         Também por ocasião da data internacional, o diretor-executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Yury Fedotov, lembrou que o Dia é também uma ocasião para refletir sobre os direitos das pessoas privadas de liberdade. “Prisioneiros não devem nunca ser ignorados em esforços para fortalecer o Estado de Direito, melhorar os sistemas de justiça criminal e tornar as sociedades resilientes aos flagelos das drogas, do crime, da corrupção e do terrorismo. Prisioneiros continuam sendo parte da sociedade, eles merecem respeito, eles têm direito à dignidade e eles exigem direitos humanos”, disse o chefe da agência da ONU.

Fedotov chamou atenção para a importância dos Padrões Mínimos das Nações Unidas para o Tratamento de Prisioneiros, também conhecidos como Regras Nelson Mandela. “Em todo o mundo, presidiários enfrentam violência, riscos de saúde devastadores, como HIV e hepatite, e podem ser expostos à radicalização que leva à violência. As Regras Nelson Mandela são um plano para que o gerenciamento carcerário lide com essas questões”, explicou o dirigente.

      Fedotov acrescentou que o atual estado das prisões — superlotação, falta de recursos, de equipamentos e de pessoal — leva ao sofrimento dos indivíduos privados de liberdade e, consequentemente, da nossa humanidade compartilhada. “No Dia Nelson Mandela, o UNODC continuará a enfrentar esses desafios e a transformar as palavras poderosas das Regras Nelson Mandela em ações compromissadas e ousadas”, disse.

UNESCO: Mandela é exemplo de luta

      Também por ocasião do Dia, a Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova, lembrou um dos pronunciamentos de Mandela no Julgamento de Rivonia: “Eu valorizo o ideal de uma sociedade democrática e livre na qual todas as pessoas convivem em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal pelo qual eu espero viver e o qual espero alcançar. Porém, se for necessário, é um ideal pelo qual eu estou preparado para morrer”.
      A chefe da agência da ONU dedicada à educação, ciência e cultura alertou que os valores defendidos pelo líder sul-africano ainda é um “sonho para muitas sociedades”. “Milhares de mulheres e homens em todo o mundo ainda são presos, torturados e executados por defender esse ideal de paz e igualdade em seus países”, lamentou Bokova.
       “Ao celebrar o Dia Internacional de Nelson Mandela, nós prestamos homenagem àquelas pessoas que lutaram e que continuam a lutar pela liberdade, pela dignidade e pelos direitos humanos. Essa luta nunca foi tão importante nas sociedades contemporâneas que são enfraquecidas pela ascensão de múltiplas tensões – econômicas, sociais, políticas e também climáticas”, acrescentou a dirigente. Nelson Mandela foi embaixador da Boa Vontade da UNESCO. Seus discursos no Julgamento de Rivonia estão arquivados no Registro Memória do Mundo da Agência da ONU. Com: C/ Folha Cultural

Comentários:

      WRA/O Arauto do Pacifismo em nossa atualidade... Salve Mandela!

    Yuri Austran / Se fosse resumir em uma palavra o que Mandela significa para a humanidade, diria "farol". Uma luz que nos indica o caminho, a direção e o sentido que devemos seguir para que nossas ações nos conduzam a um mundo mais justo e livre. Viva sempre em nosso coração e mente, Madiba!

Centro da ONU leva para a Festa Literária de Paraty/FLIP – debate e filme sobre Sustentabilidade/ Publicado em 18/07/2017


    Em parceria com a Liga Brasileira de Editoras (LIBRE), o Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável do PNUD no Rio de Janeiro (Centro RIO+) exibirá na 15ª Festa Literária Internacional de Paraty — a FLIP — o filme “Baixada Nunca Se Rende”, sobre coletivos de músicos da periferia da capital fluminense. Organismo da ONU também promoverá o debate “Territórios Criativos e Sustentabilidade”. Atividades acontecem no dia 28 de julho. Participação é gratuita.

     A FLIP é o maior e mais importante festival de literatura do Hemisfério Sul, reunindo mais de 20 mil intelectuais, formadores de opinião e artistas de todo o mundo. O evento do Centro RIO+ e da Liga Brasileira de Editoras será realizado na Casa LIBRE & Nuvem de Livros, no centro de Paraty, na noite mais movimentada da Festa. A participação no evento é gratuita. Saiba como se inscrever mais abaixo.
     Antes da exibição do Documentário, haverá o debate “Territórios Criativos e Sustentabilidade”, com a Diretora-adjunta do Centro RIO+, Layla Saad, e com os músicos Da Gahma e Iolly Amâncio, ambos integrantes do coletivo que dá nome ao filme. Após a sessão, será aberto um espaço para perguntas e respostas. A produção “Baixada Nunca Se Rende” foi dirigido pelo cineasta italiano, Christian Tragni e pela Diretora brasileira Juliana Spinola.
     O Centro RIO+ acredita que as artes e a cultura podem desempenhar um papel importante para estimular a participação dos cidadãos na colocação em prática dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). O Setor Cultural tem um poder de convocação único, reunindo Pessoas de diferentes gerações, visões políticas e formação educacional. As atividades culturais, especialmente a música e a literatura, também têm um poder de divulgação fantástico, chegando a milhões e milhões de Cidadãos.
     A FLIP é realizada na histórica Cidade de Paraty, localizada a 250 km do Rio de Janeiro, um lugar rico em tradição, cultura e diversidade, lar de etnias indígenas guaranis, bem como de Aldeias quilombolas fundadas por escravos africanos.
Em 2017, a Festa Literária comemora a sua 15º Edição, e desta vez presta homenagem o Lima Barreto (1881-1922), ele que é referência na história da literatura em língua portuguesa. Autor afrodescendente do Rio de Janeiro, o escritor desempenhou um papel importante na defesa da inclusão social e pela denúncia de níveis inaceitáveis de desigualdade de renda e discriminação racial.
As questões abordadas por Lima Barreto continuam atuais e dizem respeito aos mesmos problemas que a Agenda 2030 da ONU visa solucionar. O Centro RIO+ convida o público da FLIP 2017 a conhecer os ODS e apoiar esse marco internacional para a promoção do desenvolvimento sustentável.


Sobre o Centro RIO+
     O Centro RIO+ do PNUD é um legado da conferência Rio+20, de 2012, realizada no Rio de Janeiro. A Rio+20 foi o local de nascimento da Agenda 2030 da ONU e de seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O centro de políticas globais do PNUD na capital fluminense é dedicado a manter vivos os compromissos da Rio+20, aperfeiçoando abordagens criativas para “não deixar ninguém para trás” e envolvendo os cidadãos na implementação dos ODS. Ao trabalhar com músicos, cineastas, artistas e organizações de base no desenvolvimento de projetos-piloto inovadores, o Centro desenvolve novas metodologias de replicação através dos escritórios nacionais do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), presente em 166 Países.

Serviço: Sessão Especial “Territórios Criativos e Sustentabilidade” na FLIP 2017
Data: 28 de julho de 2017, sexta-feira
Horário: 20h-22h
Local: Casa LIBRE, Rua da Lapa, 8 – Paraty, Brasil
Inscrições: Gratuitas, feitas pelo site: http://bit.ly/2u6np9f ou pelo e-mail: rio.mais@undp.org

Programação
20h — 20h35min — Painel de Territórios Criativos: Baixada Fluminense
Moderadora: Layla Saad, diretora-adjunta do Centro RIO + do PNUD, Rio de Janeiro
• Iolly Amâncio, cantora, membro da Banda Gente, e participante do Coletivo Aberto de Músicos “Baixada Nunca Se Rende” (10 min)
• Da Gahma, cantor, fundador da banda Cidade Negra e participante do Coletivo Aberto de Músicos  “Baixada Nunca Se Rende” (10 min)
• Debate com os participantes (15 min)
20h35min – 21h40min — Filme + Debate: Exibição do documentário “Baixada Nunca Se Rende”, dirigido por Juliana Spinola (Brasil) e Christian Tragni (Itália), 65 min

21h40min — Sessão de Perguntas e Respostas e Encerramento.
                                                        Divulgação C/ Folha Cultural/Jul./17.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Agradável e preciosa Produção  

                                                                   * Dr. Max.


        A FOLHA CULTURAL. Órgão pacifista, registrado na UNESCO/ONU, de personalidade universal, tem contato com a excelente companhia e apoio de homens e mulheres, cargos, órgãos e agências de administração pública e principalmente do Judiciário como a OAB e Ministério Público. Em todas Províncias da União Federal. O MP tem contribuído  para a elaboração e desenvolvimento cultural   e defesa do Meio Ambiente e promoção do Patrimônio Histórico- Artístico  e Arquitetônico e do Acervo, e Obras  Materiais e Imateriais das ARTES e BELEZA de nossa amada Pátria- Brasil. O Pão de Açúcar e o Cristo Redentor, os Projetos de Aleijadinho, o Cais do Valongo  e a Pampulha  e a arquitetura monumental/ Brasil, de nosso Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, e tantas outras dezenas, são intocáveis  - graças as  assertivas judiciais  promovidas pelo MP, o único que sendo  de âmbito Estadual ou circunstancial, é, também Federal.  E a nossa FOLHA CULTURAL mantém a vigilância e a presença de um culto e competente Promotor do judiciário de Minas, que a exemplo de um Galdino Siqueira, João Alves, Roberto Lira, Nelson Hungria, são baluartes e defensores intermitentes de nossa Bela Imagem Histórica.
         Em nosso reflorestamento contamos com a poda vegetal e dos ofícios de um bom Promotor, que nos brindou e com alentado trabalho cultural para o reflorir da FOLHA, que nos tornou mais viçosa e frutífera , empalmando a bandeira do Pacifismo e Defesa dos Bens essenciais para melhor vida. Com a ingente promoção do MP, a FOLHA e a Toga da Justiça será um grande Farol e Atalaia. Com o representante do Estado e da Sociedade Civil pela contribuição do MP – a liberdade de Pensamento e da Imprensa está garantida bem como a Harmonia dos Poderes.                 
 AVE, AVE, AVE, viventes te salutant.


                                                                                        *Dr. Antônio Maximiano de Oliveira     
                                                                            Membro - fundador do COMPAZ/Folha Cultural.
                                                                                  Ex - Presidente do Conselho Municipal de Cultura
                                                                                                 Três Rios- Rio de Janeiro-Brasil


segunda-feira, 10 de julho de 2017

UNESCO declara Cais do Valongo Patrimônio da Humanidade 

     Marco da herança africana no Rio de Janeiro, o Cais do Valongo agora é Patrimônio Cultural da Humanidade. O Comitê de Patrimônio Mundial da UNESCO – avaliou a inscrição do Sítio arqueológico, em sua 41ª. Reunião anual, que aconteceu em, 09 de Julho de 2017, Cracóvia/Polônia.  

      O Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, teve candidatura aceita para seu reconhecimento como Patrimônio da Humanidade, pelo Centro do Patrimônio Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A notícia foi divulgada em, 02 de Julho de 2017, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que começou a elaborar o dossiê para a candidatura com a prefeitura do Rio em 2014. 
Porta de entrada mais de um milhão de Escravos africanos no Brasil no Século 19, o Cais foi o maior Porto receptor de Escravos do mundo. Soterrado durante mais de um Século, ele foi revelado em 2011, durante as obras do projeto Porto Maravilha, que está revitalizando a região portuária do Rio. 
Uma missão de avaliação de representantes dos órgãos consultivos da UNESCO visitará a Região portuária e o Cais do Valongo nos próximos meses. O trabalho técnico terá participação da Comunidade e do Comitê Consultivo da Candidatura, composto por instituições governamentais e da sociedade civil, especialmente as representativas da preservação e valorização da herança. Para o Instituto, o reconhecimento do Cais como Patrimônio Cultural da Humanidade é importante para fortalecer o seu valor universal excepcional “como memória da violência contra a humanidade representada pela escravidão, e de resistência, liberdade e herança, fortalecendo as responsabilidades históricas, não só do Estado brasileiro, como de todos os países membros da UNESCO”, diz o anúncio. “É, ainda, o reconhecimento da inestimável contribuição dos africanos e seus descendentes à formação e desenvolvimento cultural, econômico e social do Brasil e do Continente americano”. O Brasil recebeu mais de quatro milhões de Escravos nos mais de três Séculos de duração do regime escravagista.
          O Cais do Valongo foi construído em 1811. A Cidade do Rio de Janeiro, Brasil em quase quatro Séculos de escravidão, recebeu sozinha cerca de 20% de todos os africanos escravizados que chegaram vivos às Américas. Em 1831, o Valongo foi fechado, quando o tráfico transatlântico foi proibido por pressão da Inglaterra. Em 1843, foi remodelado com requinte para receber a Princesa das Duas Sicílias, Teresa Cristina Maria de Bourbon, noiva de D. Pedro II, e passou a se chamar Cais da Imperatriz. Com a assinatura da Lei Eusébio de Queirós, em 1850, pôs-se fim verdadeiramente ao tráfico para o Brasil, embora a última remessa conhecida date de 1872 e a escravidão tenha persistido até a Abolição, em 1888.
Em 1911, com as reformas urbanísticas da cidade, o Cais da Imperatriz foi aterrado. Com as obras do Porto Maravilha, foram encontrados milhares de objetos como parte de calçados, botões feitos com ossos, colares, amuletos, jogos de búzios e outras peças usadas em rituais religiosos.

          Em 2012, o Cais foi transformado em monumento preservado e aberto à visitação pública e passou a integrar o Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana, que estabelece marcos da cultura afro-brasileira na Região Portuária, ao lado do Jardim Suspenso do Valongo, Largo do Depósito, Pedra do Sal, Centro Cultural José Bonifácio e Cemitério dos Pretos Novos. Em 2013, Dia da Consciência Negra, o Cais do Valongo tornou-se Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro/Brasil. / COMPAZ/Folha Cultural

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Países firmam compromisso pela saúde de mulheres, crianças e adolescentes na América Latina e Caribe. Publicado em 05/07/2017

          Em reunião no Chile, países da América Latina e do Caribe firmaram em, 4 de Julho/17, um acordo para pôr fim às mortes evitáveis de mulheres, crianças e adolescentes até 2030. O Documento, chamado Compromisso para Ação de Santiago, foi apresentado pela Presidenta chilena Michelle Bachelet e adotado por representantes de nove Nações, incluindo do Brasil. Também participaram do encontro dirigentes de organismos da ONU. Cerca de 196 mil crianças com menos de cinco anos morrem na América Latina e no Caribe a cada ano. Desse grupo, 85% têm menos de um ano de idade. Na Região, mais de 6,2 mil mulheres morreram em 2015 por complicações durante a gravidez e parto, a maioria delas preveníveis. A saúde dos jovens e suas chances de prosperar também estão condicionadas às disparidades no acesso a saúde, educação e oportunidades de emprego. As Américas têm uma das maiores taxas de gravidez na adolescência do mundo. Entre a principais causas de morte dos adolescentes, estão os homicídios (24%), os acidentes de trânsito (20%) e os suicídios (7%). “As desigualdades em saúde não são apenas injustas, mas também ameaçam os avanços que fizemos nas últimas décadas e colocam em perigo o crescimento econômico e o desenvolvimento social” na Região, enfatizou a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne.
           O Compromisso para Ação de Santiago foi lançado e adotado durante a reunião de alto nível Todas as Mulheres, Todas as Crianças, Todos os Adolescentes, que contou com a participação dos ministros de Barbados, Chile, Cuba, Guatemala, México, Uruguai e outras nações. O ministro do Desenvolvimento Social do Brasil, Osmar Gasparini Terra, também participou do encontro.
“Precisamos de cada país para desenvolver uma abordagem integrada para mulheres, crianças e adolescentes, fortalecendo componentes da estratégia como o desenvolvimento da primeira infância, saúde e bem-estar dos adolescentes, melhorar a qualidade, equidade e dignidade nos serviços de saúde, direitos sexuais e reprodutivos, empoderamento das mulheres, meninas e comunidades, e soluções para as crises humanitárias e situações mais frágeis em nossa região”, afirmou Bachelet.
O acordo regional visa dar início à implementação nas Américas da Estratégia Global para a Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente 2016-2030, um roteiro lançado pelo Secretário-Geral das Nações Unidas para melhorar as condições de vida desses segmentos. O brasileiro e vice-diretor-executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Luiz Loures, ressaltou que a “América Latina e o Caribe são os primeiros a ter uma coordenação regional (para a estratégia global)”. Os Países que aderiram ao Compromisso também garantem que abordarão as desigualdades de gênero, étnicas e de direitos humanos. O documento reconhece que essas três dimensões estão interligadas, podendo ser agravadas por situações de discriminação. Entre as ações prioritárias definidas pelo documento, está a promoção da qualidade no atendimento e do acesso universal aos serviços de saúde. Também estão previstos o fortalecimento da cooperação entre Estados para abordar contextos específicos e a realização de ações multissetoriais dentro e entre os Países signatários.

A assessora regional de saúde sexual e reprodutiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Alma Virgínia Camacho, afirmou que “a estratégia prioriza o princípio de ‘não deixar ninguém para trás’, que é consistente com a Agenda 2030“. Ainda segundo a especialista, o acordo está em consonância com o mandato da agência da ONU, que busca contribuir com um mundo no qual cada gravidez seja desejada, cada parto seja seguro e cada jovem possa alcançar seu pleno potencial. P/ COMPAZ/FC.

quarta-feira, 28 de junho de 2017



Documentário/ “Nunca me sonharam”

                                                https://youtu.be/KB-GVV68U5s
      O Esporte é uma ferramenta de inclusão social tanto quanto a cultura. E está intrinsecamente ligado à Educação. Ou deveria estar...

         Nas minhas costumeiras leituras no LANCE para contemplar a Tabela e o  desenrolas das Rodadas do Brasileirão e o meu Fluminense. Deparei-me com a Coluna do confrade JANCA / João Carlos Assumpção, pois bom, Eu, também na missão de Produtor Cultural e Educador e com o sentimento passar essa maravilha de analise sobre o presente Documentário. E assim JACA inicia: Semana passada vi um Documentário muito bacana que quero  recomendar  aqui. “Nunca me sonharam”, é um retrato da educação no Brasil e trata das mazelas do ensino médio pelas bandas de cá, levantando uma discussão sobre qual modelo queremos e sonhamos para nossa juventude.  Deveria ser visto por todos os educadores  ou aspirantes a tal. O que isso tem a ver com Esporte e Futebol? Absolutamente tudo, ainda mais num País como o nosso. Porque o Esporte é uma ferramenta de inclusão social. Coma a Cultura. E está intrinsicamente ligado à educação. Ou deveria estar.
    No Documentário em questão ficamos sabendo de várias experiências interessantes, muitas de tirar lágrimas dos olhos, como a de um professor  de uma Escola pública  que formou um time  de futebol com garotos de tinham desempenho  escolar ruim. E como o desafio de fazer a Equipe render fez diferença  na vida de cada um deles. Há uma outra Escola do interior do Piauí que passa a ganhar medalhas em Olimpíadas escolares, uma Escola em que professores  e alunos trabalham na mesma direção. Como um time. Em parceria. E é disso que o Filme trata. De como podemos mudar a vida de alguém quando passamos a acreditar no ser humano.  Como a Educação pode ser transformadora. E pode ter no Esporte e na Cultura dois grandes aliados.
   Pensei muito nisso tudo no ultimo final de semana quando acompanhei dois rapazes que moram em Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia, e que vieram participar de um evento de lutas em São Paulo. Mateus Dantas, 25 anos, e Pedro Macieira, seu mestre de 28 anos, são muito esforçados. E acreditam no Esporte como perspectiva de vida. Apesar de todas as dificuldades do nosso País, este País que trata inclusive modalidades olímpicas com total desleixo, assim com trata  professores, policiais e o sistema de saúde  pública, Mateus e Pedro estão atrás de um sonho. E estão investindo neles. Resolveram fazer faculdade, estudar Educação Física, trabalhar na área, melhorar a Equipe  que formatam na Bahia, aprimorar conhecimentos, ensinar o que  aprenderam, e abrir os horizontes. Tanto que, passado o evento que disputam em S. Paulo no último sábado, com transmissão ao vivo pela TV, já se preparam para disputar um cinturão no México, virando-se como possível fosse.
Ao conversar com a simpática dupla baiana em S. Paulo, que me falavam o tempo todo da importância da nutrição, da psicologia e do planejamento de carreiras no Esporte, logo veio à mente o Documentário que vi segunda retrasada. Como é importante sonhar e ir atrás do seu sonho. Mas com os pés no chão. Pois isso faz toda a diferença.
A Educação como o Esporte e a Cultura, pode transformar vidas. E é aí que entra o papel do gestor. Salvo engano, alguém no filme fala sobre isso. Que gestor tem, antes de qualquer coisa, que gostar de gente. Porque é com gente que estamos lidando. Gente. Gente que tem sonho (ou deveria ter), mesmo que nunca tenha sonhado por ela, como diz o Título do Documentário, uma frase linda e inspiradora de um estudante de uma escola pública no interior do Ceará.    
    Matéria / L! - 27 de Junho de 2017/ compilação de Texto / Wilson Rodrigues de Andrade  -p/ Blog do COMPAZ/Folha Cultural.

Os desafios do presente, as expectativas para o futuro e os sonhos de quem vive a realidade do Ensino Médio nas escolas públicas do Brasil. Na voz de estudantes, gestores, professores e especialistas, ‘Nunca me sonharam’ reflete sobre o valor da Educação. Publicado em 16/Maio/2017.

Direção:​ Cacau Rhoden
Produzido por:​ Marcos Nisti, Estela Renner e Luana Lobo
Produção Executiva:​ Juliana Borges
Roteiro:​ Tetê Cartaxo, André Finotti e Cacau Rhoden
Argumento:​ Tiago Borba, Ricardo Henriques e Cacau Rhoden
Direção de Fotografia:​ Janice D`Avila e Carlos Firmino
Montagem:​ André Finotti
Música:​ Conrado Goys
Desenho de som​: Beto Ferraz
Coord. de pós produção: ​Geisa França
Produtora:​ Renata Romeu
Assist. de Direção: ​Camila Gentile
Estratégia de distribuição​: Luana Lobo e Marcos Nisti
Distribuição:​ Maria Farinha Filmes e VIDEOCAMP


sábado, 24 de junho de 2017

Crise migratória deve ser vista como chance de fortalecer humanidade, diz UNESCO/COMPAZ-FC

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...