quinta-feira, 13 de outubro de 2016



        

      Nós do Comitê pela PAZ/COMPAZ – Uma Organização da Sociedade Civil Não -Governamental/ONG. (Entidade em Condições de Defesa e Apoio ao Interesse Público e/ou Privado), pessoa jurídica de direito privado, finalidades não econômicas; tem como Objetivo central o fomento à PAZ permanente entre os Povos; Apoio ao Desenvolvimento e da Preservação e Proteção do Patrimônio histórico- geográfico- ecológico- turístico e sócio - artístico - cultural, de Direitos e na Promoção e Defesa da Cultural da Paz MundialO COMPAZ – é inscrito no Centro de Informação das Nações Unidas/UNIC-Rio (Sistema das Nações Unidas no Brasil) e no Conselho Brasileiro de Defesa da Paz/ CONDEPAZ, e Organizações Afins.

    COMPAZ, com Sede e Foro no Município de Três Rios – Estado do Rio de Janeiro - Brasil. Desde: 17 de Agosto de 1985.  

 


        Conceito de Economia Solidária. È um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar ninguém, sem ter a necessidade de levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo – através de colaboradores com uma coordenação, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem da Organização. A Economia Solidária é uma prática regida pelos valores da autogestão, democracia; atitude de cooperação, solidariedade, respeito à natureza, promoção da dignidade e valorização do trabalho, tendo em vistas um projeto de desenvolvimento sustentável globalizante e participativo; nos leva a uma estratégia de inclusão social assentada em ações justas e solidárias de geração de trabalho e renda no fomento da elevação mútua financeira de organizações e pessoas e da promoção sócio - artístico - cultural da Região/Alvo. 

          O Sistema COMPAZ – no trilhar das Redes Sociais, estas, apresentam o seus Espaços Interativos, neste horizonte de participação plena, e a partir desta convivência, pessoas a interagir no possibilitar mobilização pela nossa causa – o Pacifismo no contexto sócio - artístico - cultural. Não, e tão somente, o diminuir distâncias, e sim tornar esta causa defendida por muitos outros ao redor. Deste modo podemos afirmar – ou seremos pessoas social e ecologicamente justas ou nunca gozaremos de Paz serena.

                                   
  Wilson Rodrigues de Andrade/ Secretario - Geral do COMPAZ/15.

 Via UNIC/RIO/ COMPAZ-FC.

Em visita ao Malauí, Emma Watson celebra esforços contra casamento infantil

 Marcando o Dia Internacional das Meninas, marcado nesta terça-feira,11 de Out./2016, a embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, Emma Watson, visitou o Malauí para celebrar os resultados da implementação, no ano passado, da lei que proíbe o casamento precoce no País.
A gravidez na adolescência é responsável por cerca de 30% das mortes maternas no país; e apenas 45% das meninas continuam a sua educação depois da 8ª série.
Em Dedza, distrito na região central do país, a embaixadora da ONU Mulheres encontrou com a chefe Kachindamoto, líder de destaque na luta contra o casamento infantil. Foto: ONU Mulheres / Karin Schermbrucker
Em Dedza, Distrito na Região central do País, a embaixadora da ONU Mulheres encontrou com a Chefe Kachindamoto, líder de destaque na luta contra o casamento infantil. Foto: ONU Mulheres / Karin Schermbrucker
Marcando o Dia Internacional das Meninas, que é comemorado nesta terça-feira (11), a embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, Emma Watson, visitou o Malauí para celebrar os resultados da aprovação, no ano passado, da lei que proíbe o casamento precoce no país.
Em 2015, as autoridades malauienses aprovaram uma lei que desautoriza casamentos com menores de 18 anos.
Desde então, a ONU Mulheres tem trabalhado com parceiros e chefes tribais para garantir que a lei seja implementada em nível local.
O presidente do Malauí, Arthur Peter Mutharika, por sua vez, nomeou uma força-tarefa especial para garantir que a lei seja totalmente implementada no prazo de cinco anos.
“Encontrar meninas jovens que estão lutando contra a pobreza e que foram pressionadas a casar cedo, sendo privadas de educação, fez-me perceber o quanto é importante as mulheres serem capazes de fazer as suas próprias escolhas”, disse Emma.
“É muito encorajador ver como uma prática tão nociva pode ser interrompida quando as comunidades trabalham juntas para aprovar leis, e em seguida transformar essas leis em realidade”, acrescentou.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016



  Fórum da ONU/ Cultura de PAZ exige Comunidade inclusiva com políticas de Igualdade Social e Desenvolvimento.


Representantes da Organização das Nações Unidas/ONU realizaram Fórum de Cultura de PAZ em, 10 de Setembro de 2015. O Evento que enfatizou a importância de colocar em prática a Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de PAZ. Documento este adotado pela Assembleia - Geral de Setembro de 1999 – O ideário da Cultura de PAZ exige a construção de uma Sociedade Inclusiva que acabe com diferentes formas de Discriminação.
 Entre os oficiais membros da ONU, o Embaixador da Islândia, Einar Gunnarsson, falando em nome do Presidente da Assembleia- Geral, disse ele que: a Paz é um sonho distante sem Ela não há Desenvolvimento. Einar, afirmou ainda que a PAZ não é apenas a ausência de conflito, mas é também a Educação inclusiva e o alcance de uma Sociedade Igualitária.
 Ban Ki- mon, Secretário - Geral da ONU, na oportunidade expôs sobre Áreas de conflitos no Mundo, ressaltando a guerra na Síria, que é a pior crise humanitária atualmente”. Ban, focalizou também sobre as Áreas pacíficas que lidam com a Discriminação: “Até nas Sociedades mais pacíficas, minorias são atacadas pela sua etnia, orientação sexual ou alguma outra diferença”.
 Já o embaixador da Islândia também enfatizou a necessidade de criar uma Comunidade Nacional para promover o Diálogo e estimular o respeito à Diversidade religiosa e cultural, além da eliminação da Discriminação e Intolerância.
          (Fonte: UNIC-Rio/ resumo de Wilson Rodrigues de Andrade p/ Folha Cultural)    

domingo, 9 de outubro de 2016



Via C/Folha Cultura -FC.

Fest’ Art - PAZ e C/ NAArt - Vale a continuidade na mobilização de  Cadastramento  da Comunidade Artística - Cultural para promover parcerias pela Vida Cultural Ativa na Região/Alvo...

       Em consonância com a Meta e a Finalidade do Sistema COMPAZ 
  – o Programa C/Divers’ Art. - Vale – a partir das Expressões e Conteúdos Artísticos - Culturais, fomento, difusão, preservação,  promoção  e produção de Imagem e Som , das  Artes & Ofícios; com criação de condições para  oportunidade de inclusão do potencial  produtivo  regional. Somar parcerias para Ação/Cidadã com a Comunidade Sociocultural, alicerçados na rica produtividade e criatividade  no Campo do Artesanato / da Música / da Dança / das Artes Cênica  e Circenses / da Literatura e Editoriais /do Audiovisual e Similares; e, diante  da retomada de iniciativas sempre  salutar, e, do novo momento do Comitê pela PAZ /COMPAZ /ONG. Pacifista – Cultural  o Processo de revitalização em curso – envolver a Região Centro - Sul Fluminense, Vale do Paraíba do Sul e seu entorno, também, no Processo  desenvolvimentista no campo ambiental, turística, histórica, geográfica e cultural para posicionar a Região/Alvo a que apresenta alternativas  sustentáveis e o possibilitar trabalho e renda  rumo a  Qualidade de Vida  dos envolvidos . O Cadastrado do Núcleo de Artesanato e Artes do COMPAZ, com Exposição permanente em todas as Edições do Fest’ Art - Paz. 

============== COMPAZ – ONG. Pacifista - Cultural – desde 1985 ===============                           Promovemos Vida Cultural Ativa em nossa Região/Alvo!
                          


Reflexão. Processo Produtivo da Cultura. *WRA/14.

  
A Promoção da Diversidade passa pelo reconhecimento dos Direitos ao convívio Cultural.  (Declaração Universal dos Direitos Humanos/ONU)

     Consagrada no contexto da Liberdade de Expressão, Oportunidade de Dialogo; também o Direito ao saber da nossa Ancestralidade – os meios e Espaços para a Criatividade e o Processo de Inovação; combinar o passado para inovar o futuro de forma intercultural e permanente – o ecológico e sua tecnologia, e o dialogar com o saber fazer da Vida e pela Vida de todos. Vivemos um movimento intenso de culturalização em toda parte, o procurar preservar nosso Manancial Cultural – este passar por períodos necessários no Campo Civilizatório. Portanto, em nosso Território, a Cultura vive no Processo de fortalecimento do Cenário  de Regionalidade Cidadã Plena, e o conseqüente Desenvolvimento e dos meios para a Sustentabilidade e Bem-Estar de suas Comunidades e Localidades; dentre os fazedores e genuínos preservadores desta Cultura.
    O Debate Público demonstra que a qualidade de Vida não pode ser visto, tão somente, na ótica do Desenvolvimento Econômico, mas como apropriação continua do Patrimônio Material e Imaterial, esse com o envolvimento de Cidadãos e Cidadãs; e a criação do rico imaginário deste Povo Multiétnico, com excelência e potencialidade no produzir; a partir da Diversidade Cultural. A palavraDiversidade’, é forte, remete-nos a territorialidadeCada vez esta Diversidade se dá mais por territórios, de pertencimento, e não por Localidades ou Comunidades fechadas, tão somente – No expandir-se, há de se comparar o seu rico Conteúdo.
     Há necessidade de Leis de Incentivo direcionadas ao Desenvolvimento da Promoção Cultural para possibilitar o Processo do Setor da Economia Criativa/EC e Economia Solidaria/ES, em curso, e suas ramificações – o acompanhar suas mudanças, e ao fortalecimento das Organizações da Sociedade Civil/ ONGs. –, a partir das conquistas já alcançadas, e seu dinamismo, e os Agentes Públicos, assim procederem também. Deste modo, Diversidade Cultural passa a compor estratégias de mudanças e de construção de novos paradigmas, do aspecto populacional e suas Manifestações, Expressões e seus Conteúdos. Podemos lembrar que, segundo o Documento da UNESCO/ Organização da ONU para Educação, Ciência e Cultura, afirma que tão importante quanto o Processo Democrático e as Oportunidades Econômicas, é a Diversidade Cultural


 *De: Wilson Rodrigues de Andrade/ Membro -fundador e Secretario - Geral do COMPAZ- Promotor Cultural/ Produtor Editorial do Jornal/Revista Folha Cultural/FC.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.

Brasil ratifica Acordo de Paris sobre o clima

Encontro na Sede da ONU em Nova York na próxima semana reunirá líderes globais que serão convidados a depositar seus instrumentos de ratificação ou adesão, ou se comprometerão publicamente a fazê-lo ainda em 2016.

Para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, a implementação do Acordo é fundamental para que os esforços referentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sejam efetivos e não sejam anulados pelos efeitos adversos da mudança do clima.
Após aprovação pelo Congresso Nacional, esse foi o último passo para que o país adote as novas metas para combater o aumento da temperatura global. Foto: Ministério do Meio Ambiente
Após aprovação pelo Congresso Nacional, esse foi o último passo para que o país adote as novas metas para combater o aumento da temperatura global. Foto: Ministério do Meio Ambiente

Na última segunda-feira (12/Set./16, o presidente brasileiro ratificou o Acordo de Paris, durante cerimônia no Palácio do Planalto. Esse foi o último passo para que o Brasil adote, em seu regimento interno, as metas estabelecidas para reduzir as emissões de gases de efeito para combater o aumento da temperatura global.
Até 2025, o país se comprometeu a reduzir 37,5% das suas emissões – em comparação aos dados de 2005. Restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas, promover o uso de bioenergia sustentável e alcançar uma participação estimada de 45% de energias renováveis na matriz energética até 2030 também são compromissos nacionais estabelecidos no Acordo.
Atualmente, o país responde por 2,48% das emissões em nível mundial.
Implementar o Acordo de Paris envolverá, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o desenvolvimento de diversas áreas, como tecnologia e infraestrutura, para colaborar no combate ao aumento da temperatura global.
Na avaliação do ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, a mudança do clima é um dos maiores problemas da sociedade e um dos maiores desafios do século. “Em breve poderemos acompanhar, em tempo real, o desmatamento da Amazônia e do cerrado, o que permitirá trabalharmos de maneira mais ágil e integrada para revertermos esses danos”, disse.
Para que o Acordo comece a vigorar internacionalmente, 55 países responsáveis por 55% das emissões de gases de efeito estufa devem ratificar o documento. Em abril, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, iniciou o período oficial de assinatura do documento dos países signatários.
Até o momento, 27 países, responsáveis por 39,08% das emissões globais, já ratificaram o Acordo. Na próxima quarta-feira (21), um evento de alto nível sobre o Acordo de Paris reunirá os Estados-membros da ONU, que serão convidados a depositar seus instrumentos de ratificação ou adesão, ou se comprometerão publicamente a fazê-lo ainda em 2016.
Na opinião do assessor sênior do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e negociador do governo brasileiro em conferências do clima, Haroldo Machado Filho, o Acordo de Paris foi mais um passo para a implementação da Agenda 2030.
“Os esforços dos países para o consenso sobre as medidas a serem adotadas nos próximos anos sobre a mudança do clima resultaram em importantes avanços na construção de um planeta mais sustentável. A implementação do Acordo é fundamental para que os esforços referentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sejam efetivos e não sejam anulados pelos efeitos adversos da mudança do clima”, afirmou.

Contribuições nacionais

Ao longo das discussões do Acordo de Paris, na COP 21, em 2015, os governos se envolveram na construção dos próprios compromissos, a partir das chamadas Contribuições Pretendidas Nacionalmente Determinadas (iNDC, na sigla em inglês).
Por meio das iNDCs, cada país apresentou metas viáveis para o cumprimento do Acordo, a partir dos níveis sociais e educacionais de cada região. No caso brasileiro, a redução das emissões de gases de efeito estufa está prevista para ocorrer no contexto de um aumento contínuo da população e do Produto Interno Bruto, bem como da renda per capita.
“Nós sabemos que a meta brasileira é ambiciosa. Agora temos condições de partirmos para uma estratégia de implementação, em articulação com outros órgãos do governo. Na COP 22, que será em Marrakesh, nós já pretendemos ter um esboço de como será a nossa estratégia para mostrarmos ao resto do mundo como o Brasil se prepara para implementar o Acordo de Paris”, disse o secretário de mudanças climáticas e qualidade ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Everton Lucero.

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