domingo, 9 de outubro de 2016



Via C/Folha Cultura -FC.

Fest’ Art - PAZ e C/ NAArt - Vale a continuidade na mobilização de  Cadastramento  da Comunidade Artística - Cultural para promover parcerias pela Vida Cultural Ativa na Região/Alvo...

       Em consonância com a Meta e a Finalidade do Sistema COMPAZ 
  – o Programa C/Divers’ Art. - Vale – a partir das Expressões e Conteúdos Artísticos - Culturais, fomento, difusão, preservação,  promoção  e produção de Imagem e Som , das  Artes & Ofícios; com criação de condições para  oportunidade de inclusão do potencial  produtivo  regional. Somar parcerias para Ação/Cidadã com a Comunidade Sociocultural, alicerçados na rica produtividade e criatividade  no Campo do Artesanato / da Música / da Dança / das Artes Cênica  e Circenses / da Literatura e Editoriais /do Audiovisual e Similares; e, diante  da retomada de iniciativas sempre  salutar, e, do novo momento do Comitê pela PAZ /COMPAZ /ONG. Pacifista – Cultural –  o Processo de revitalização em curso – envolver a Região Centro - Sul Fluminense, Vale do Paraíba do Sul e seu entorno, também, no Processo  desenvolvimentista no campo ambiental, turística, histórica, geográfica e cultural para posicionar a Região/Alvo –  a que apresenta alternativas  sustentáveis e o possibilitar trabalho e renda  rumo a  Qualidade de Vida  dos envolvidos . O Cadastrado do Núcleo de Artesanato e Artes do COMPAZ, com Exposição permanente em todas as Edições do Fest’ Art - Paz. 

============== COMPAZ – ONG. Pacifista - Cultural – desde 1985 ===============                           Promovemos Vida Cultural Ativa em nossa Região/Alvo!
                          


Reflexão. Processo Produtivo da Cultura. *WRA/14.

  
A Promoção da Diversidade passa pelo reconhecimento dos Direitos ao convívio Cultural.  (Declaração Universal dos Direitos Humanos/ONU)

     Consagrada no contexto da Liberdade de Expressão, Oportunidade de Dialogo; também o Direito ao saber da nossa Ancestralidade – os meios e Espaços para a Criatividade e o Processo de Inovação; combinar o passado para inovar o futuro de forma intercultural e permanente – o ecológico e sua tecnologia, e o dialogar com o saber fazer da Vida e pela Vida de todos. Vivemos um movimento intenso de culturalização em toda parte, o procurar preservar nosso Manancial Cultural – este passar por períodos necessários no Campo Civilizatório. Portanto, em nosso Território, a Cultura vive no Processo de fortalecimento do Cenário  de Regionalidade Cidadã Plena, e o conseqüente Desenvolvimento e dos meios para a Sustentabilidade e Bem-Estar de suas Comunidades e Localidades; dentre os fazedores e genuínos preservadores desta Cultura.
    O Debate Público demonstra que a qualidade de Vida não pode ser visto, tão somente, na ótica do Desenvolvimento Econômico, mas como apropriação continua do Patrimônio Material e Imaterial, esse com o envolvimento de Cidadãos e Cidadãs; e a criação do rico imaginário deste Povo Multiétnico, com excelência e potencialidade no produzir; a partir da Diversidade Cultural. A palavra ‘Diversidade’, é forte, remete-nos a territorialidade – Cada vez esta Diversidade se dá mais por territórios, de pertencimento, e não por Localidades ou Comunidades fechadas, tão somente – No expandir-se, há de se comparar o seu rico Conteúdo.
     Há necessidade de Leis de Incentivo direcionadas ao Desenvolvimento da Promoção Cultural para possibilitar o Processo do Setor da Economia Criativa/EC e Economia Solidaria/ES, em curso, e suas ramificações – o acompanhar suas mudanças, e ao fortalecimento das Organizações da Sociedade Civil/ ONGs. –, a partir das conquistas já alcançadas, e seu dinamismo, e os Agentes Públicos, assim procederem também. Deste modo, Diversidade Cultural – passa a compor estratégias de mudanças e de construção de novos paradigmas, do aspecto populacional e suas Manifestações, Expressões e seus Conteúdos. Podemos lembrar que, segundo o Documento da UNESCO/ Organização da ONU para Educação, Ciência e Cultura, afirma que tão importante quanto o Processo Democrático e as Oportunidades Econômicas, é a Diversidade Cultural


 *De: Wilson Rodrigues de Andrade/ Membro -fundador e Secretario - Geral do COMPAZ- Promotor Cultural/ Produtor Editorial do Jornal/Revista Folha Cultural/FC.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.

Brasil ratifica Acordo de Paris sobre o clima

Encontro na Sede da ONU em Nova York na próxima semana reunirá líderes globais que serão convidados a depositar seus instrumentos de ratificação ou adesão, ou se comprometerão publicamente a fazê-lo ainda em 2016.

Para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, a implementação do Acordo é fundamental para que os esforços referentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sejam efetivos e não sejam anulados pelos efeitos adversos da mudança do clima.
Após aprovação pelo Congresso Nacional, esse foi o último passo para que o país adote as novas metas para combater o aumento da temperatura global. Foto: Ministério do Meio Ambiente
Após aprovação pelo Congresso Nacional, esse foi o último passo para que o país adote as novas metas para combater o aumento da temperatura global. Foto: Ministério do Meio Ambiente

Na última segunda-feira (12/Set./16, o presidente brasileiro ratificou o Acordo de Paris, durante cerimônia no Palácio do Planalto. Esse foi o último passo para que o Brasil adote, em seu regimento interno, as metas estabelecidas para reduzir as emissões de gases de efeito para combater o aumento da temperatura global.
Até 2025, o país se comprometeu a reduzir 37,5% das suas emissões – em comparação aos dados de 2005. Restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas, promover o uso de bioenergia sustentável e alcançar uma participação estimada de 45% de energias renováveis na matriz energética até 2030 também são compromissos nacionais estabelecidos no Acordo.
Atualmente, o país responde por 2,48% das emissões em nível mundial.
Implementar o Acordo de Paris envolverá, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o desenvolvimento de diversas áreas, como tecnologia e infraestrutura, para colaborar no combate ao aumento da temperatura global.
Na avaliação do ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, a mudança do clima é um dos maiores problemas da sociedade e um dos maiores desafios do século. “Em breve poderemos acompanhar, em tempo real, o desmatamento da Amazônia e do cerrado, o que permitirá trabalharmos de maneira mais ágil e integrada para revertermos esses danos”, disse.
Para que o Acordo comece a vigorar internacionalmente, 55 países responsáveis por 55% das emissões de gases de efeito estufa devem ratificar o documento. Em abril, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, iniciou o período oficial de assinatura do documento dos países signatários.
Até o momento, 27 países, responsáveis por 39,08% das emissões globais, já ratificaram o Acordo. Na próxima quarta-feira (21), um evento de alto nível sobre o Acordo de Paris reunirá os Estados-membros da ONU, que serão convidados a depositar seus instrumentos de ratificação ou adesão, ou se comprometerão publicamente a fazê-lo ainda em 2016.
Na opinião do assessor sênior do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e negociador do governo brasileiro em conferências do clima, Haroldo Machado Filho, o Acordo de Paris foi mais um passo para a implementação da Agenda 2030.
“Os esforços dos países para o consenso sobre as medidas a serem adotadas nos próximos anos sobre a mudança do clima resultaram em importantes avanços na construção de um planeta mais sustentável. A implementação do Acordo é fundamental para que os esforços referentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sejam efetivos e não sejam anulados pelos efeitos adversos da mudança do clima”, afirmou.

Contribuições nacionais

Ao longo das discussões do Acordo de Paris, na COP 21, em 2015, os governos se envolveram na construção dos próprios compromissos, a partir das chamadas Contribuições Pretendidas Nacionalmente Determinadas (iNDC, na sigla em inglês).
Por meio das iNDCs, cada país apresentou metas viáveis para o cumprimento do Acordo, a partir dos níveis sociais e educacionais de cada região. No caso brasileiro, a redução das emissões de gases de efeito estufa está prevista para ocorrer no contexto de um aumento contínuo da população e do Produto Interno Bruto, bem como da renda per capita.
“Nós sabemos que a meta brasileira é ambiciosa. Agora temos condições de partirmos para uma estratégia de implementação, em articulação com outros órgãos do governo. Na COP 22, que será em Marrakesh, nós já pretendemos ter um esboço de como será a nossa estratégia para mostrarmos ao resto do mundo como o Brasil se prepara para implementar o Acordo de Paris”, disse o secretário de mudanças climáticas e qualidade ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Everton Lucero.

Mais notícias de:

quinta-feira, 8 de setembro de 2016



Jornalista cria projeto ‘Flores para os Refugiados’ em SP

  • Publicado em 22/08/2016
        Jornalista brasileira, Kety Shapazian e sua filha, Gabriela, de 16 anos, criaram Projeto de arranjos de flores em São Paulo cujo objetivo é arrecadar fundos para a Causa dos Refugiados. Iniciativa foi apresentada durante encerramento do programa “Empoeirando Refugiadas”, uma parceria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR)  e o Pacto Global Brasil. A jornalista brasileira Kety Shapazian costuma ser questionada sobre sua decisão de levar consigo sua única filha, Gabriela, de 16 anos, para sua jornada de trabalho voluntário na Grécia. Com serenidade, ela explica que sempre fez viagens “fora de zonas de conforto” com a filha, como um trajeto turístico pelo Canadá em trailer. No final Junho, Kety fez um breve relato em São Paulo sobre seu Projeto durante evento de encerramento do programa “empoeirando Refugiadas”,  uma parceria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e do Pacto Global Brasil para capacitar cerca de 30 mulheres e sensibilizar o Setor privado para a contratação dessa mão de obra.


De um símbolo deste Século XXI, a história já esta  cobrando para todos Nós do Planeta (Wilson Rodrigues de Andrade/ Prod. Editorial/FC.
         
        Kety contou que sua filha fala inglês, tem noções de gerenciamento de finanças e conheceu diversos Países. Já se mostrava preparada para uma Missão mais ambiciosa que amadureceu durante uma experiência em Lesbos, Cidade que concentra refugiados que atravessam o Mar Mediterrâneo. “A própria Gabi me disse que ao final daquela experiência não queria ser a mesma pessoa de antes”. Gabriela retornou sozinha à Grécia, durante as férias escolares, para trabalhar com refugiados no Porto de Atenas. Já tem, inclusive, plano para 2017: auxiliar na ajuda humanitária em Campos de refugiados de Líbano, Turquia ou Calais, na França, por até quatro meses.
        A jornalista, que chegou a cobrir as revoltas da Primavera Árabe no Oriente Médio, criou em São Paulo o projeto “Flores para os Refugiados”, que se consiste na produção e venda de arranjos de flores, com lucro destinado diretamente à causa dos deslocados na Europa. Nos fins de semana, Kety costuma armar uma pequena barraca na entrada do Armazém da Cidade, Feira cultural na Vila Madalena, na Capital paulista. Desse Projeto saíram recursos para Gabriela levar consigo na última jornada a Atenas, livros para serem oferecidos às crianças e adolescentes refugiadas. “As pessoas são valiosas demais para ficarem paralisadas em campos de refugiados ou sem eira nem beira”, afirmou Kety durante o evento. (Via -UNIC-Rio/COMPAZ-FC.)

terça-feira, 6 de setembro de 2016



  Reverenciar Poesias...

... Nos Encontros de Vidas...  Na Vida.  Sigo pelo Vale afora...



...Em dias de minha adolescência e juventude em verdejantes caminhos. Querer. Recordar Retratos. Natureza inesgotável no panorama de sua totalidade traduzir de eterno ideal. Renascem Musas. Símbolo da plenitude nativa. Relíquia de traços mundanos sob Ribaltas do Palco festivo, em aquarela renovada. Messes de nossos Sonhos, e Tramas, e Trilhas... Renovar Laços prediletos Paços no despertar do Crepúsculo Vibrante... Cotidiano enobrecer. Por entre Fronteiras. Aroma de frondosas e frutíferas Árvores. Nasci para a Poesia; profetizamos, e adivinhamos até – fazer, produzir, uma força criativa diante do Agreste revivido – celebrar Chão por entre Relva que o Vale do Paraíba do Sul nos emana conteúdo e causa. Cerne que embala. Diante da Brisa resvala...
        






      Páginas Perenes – Coletânea produzida nas Estações. Por entre Entradas e Bandeiras. Recordar feitos de Eterno Viver de nossas Vidas – assim sou Eu, Wilson Rodrigues de Andrade, desde sempre minha alma coletiva interroga do Parnaso.  Laços de Amores. Sabores pela Vida em busca do cintilar das Estrelas, da Celebração, de Olhares atentos. Amadas.  Luzidios de Emoções. Cruzo Rios e Veredas, Paixões...  Amados e Amantes do Paço... Seres traçados... Pelas Alamedas de Minha Vida percorrer Espaço Sideral; e Eu, lépido, limpo e luminoso pelo fluido Eterno. Vibrações transpassam no acalento das Imortais. Portanto, sentir-se leitora /o, é ser também guiado pelo suspense que se cria sem saber quem guia quem..., nossa Sina – o Escritor que está a ser, ou o Leitor que sempre foi, e gosta de reler – escrever para mim é estar nos lugares, ir aos lugares, na composição que nos guia – Por vezes despertar-nos. – Há sempre conforto nisto. Nossa Obra: em 2ª rima, em 3ª rima, em 4ª rima – esta em ordem poética em versos, louvação e celebração ao Vale, e seu entorno e seu prestigioso Chão. Perene e Altaneira Natureza, minhas saudosas, Vossos Lastros diante do Paço, e feitos envolventes.
        Minha pretensão: Alçar minha leitora e meu leitor. Vertentes das Tramas no mergulho planetário...  Manancial Remido. Contemplar Eterno Canto Ideal.  Revividos Recantos... Cenas... Nos Encontros de Vidas...
         Fluir solene. Eternal... Sigo pelo Vale afora... Por entre Colinas revividas. Na Terra de Pindorama.  Nosso Olimpo Tropical...

      Com afeto de: Wilson Rodrigues de Andrade
                                 Três Rios/Rio de Janeiro/Brasil. Edição: Fev. de 2012.
                                                                                      
                                                                                             “O que vale é as antigas verdades, do coração, as velhas verdades universais – Amor e Honra, Piedade e Orgulho, Compaixão e Sacrifício. A Voz do Poeta, do Literato em geral, não precisa ser apenas um registro da Humanidade – pode ser também –, um dos alicerces, um dos pilares para ajuda-lo a resistir e a triunfar”. (W.F )
   “ O dever do Poeta, do Escritor – é escrever sobre essas coisas – é um privilégio do escritor ajudar a Humanidade a resistir, elevando seu coração e o que fizeram os de seu passado e suas glórias...”
                                                  Willian Faulkner (Nobel de Literatura / 1950

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...