quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Via C/FOLHA CULTURAL/FC.



Mudança em marcha * Wilson Rodrigues de Andrade


         O termino da Conferência Rio+20, apesar das criticas de alguns Setores ao texto final, o Documento trouxe avanços podemos relacionar a criação de um Conselho sobre Desenvolvimento  Sustentável de Alto Nível e o fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o  Meio Ambiente/Pnuma. As tão esperadas Metas do desenvolvimento Sustentável também entraram no Documento. Porém, apenas se iniciou uma longa negociação para definição de compromissos. Daí podemos observar,  processos foram iniciados, com tudo, o Documento  não impactará o “mundo real”, pelo menos não no curto prazo.

        Isso fez com que muitos apostassem para o fracasso da Rio+20, talvez porque miraram suas análises no lugar errado. O que fracassou, já há muito tempo, foi o sistema multilateral. A falta de resultados conclusivos na rodada Doha da Organização do Comércio/OMC, e no estabelecimento do regime climático pós-2012, são exemplo disso. Acordos vinculantes e ambiciosos em escala global são, atualmente, quase impossíveis, em grande medida devido ao aumento da complexidade do jogo multilateral devido à emergência de diversos centros de poder. A ONU e outras Organizações Internacionais já não são clubes em que muitos participam mais poucos decidem. Com mais interesses conflitantes sobre a mesa, crescem as dificuldades de consenso.

Isso não significa que o multilateralismo (entre diversas Nações e Instituições e as pessoas...) já não serve para nada. Pelo contrário, Conferências que envolvem temas de vanguarda como mudanças climáticas e sustentabilidade hoje são muito mais do que meras reuniões governamentais. Quem acompanhou a Rio+20 viu uma infinidade de Eventos paralelos, discussões e Exposições dos mais diversos segmentos da Sociedade Civil/ONGs, do Setor Empresarial, e de governos subnacionais (refiro as Prefeituras e Estados). Esse fenômeno, que também não é recente, gera consequências importantes.  

        

      Ações e compromissos assumidos por esses novos Atores tendem a ser mais ambiciosos do que os temas discutidos nos Documentos multilaterais. Governos subnacionais são hoje centrais em negociações globais paralelas. Um exemplo é a C40, Organização de Prefeitos das maiores Cidades do Mundo, que anuncio compromissos importantes de redução de emissões de gases de efeito estufa.

Atores privados também estão se movimentando. A quantidade de Eventos e Seminários no Rio, contando não apenas com a presença de executivos de alto escalão, algo impressionante acontece (Administradores / Gerentes e Gestores de diversos Setores, anos afora...). De fato, segundo estudos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente/Pnuma), em apenas 6 anos, os investimentos globais em energia renovável passaram de 33 bilhões para 211 bilhões de dólares por ano, investimentos novos já são maiores em renováveis do que em fósseis (carvão/petróleo...).

        Nesse novo contexto, Prefeituras e Estados assinam memorandos e anunciam metas, empresas estruturam certificações internacionais e estabelecem parcerias. Organizações da Sociedade Civil com sua Plataforma das Não - Governamentais, estas realizam Cúpulas e anunciam Convênios. Mais importante, interagem também entre eles. É nesse levante de ideias, ideais e Ações, que podemos observar os grandes avanços mundo afora. O Processo é lento, caro, cansativo, porém necessário. Ainda somente governos conseguem mobilizar os recursos e mídia para megaeventos como esses.

        Tudo isso é o combustível que move este novo multilateralismo multi-institucional. Para  este processo  ter continuidade e  se aprofundar, enormes e diversas Conferências globais e locais serão necessárias, e com incentivo também, permanente para a participação destes e de novos Atores. O combustível renovável cabe também nas relações internacionais e nacionais. Para o Mundo melhor entre os povos o Caminho é a Cultura de Paz nas consciências. De: Wilson Rodrigues de Andrade/ Jornalista pacifista - cultural. TR/Agosto de 2016.




Via C/FOLHA CULTURAL/FC.



Mudança em marcha * Wilson Rodrigues de Andrade


         O termino da Conferência Rio+20, apesar das criticas de alguns Setores ao texto final, o Documento trouxe avanços podemos relacionar a criação de um Conselho sobre Desenvolvimento  Sustentável de Alto Nível e o fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o  Meio Ambiente/Pnuma. As tão esperadas Metas do desenvolvimento Sustentável também entraram no Documento. Porém, apenas se iniciou uma longa negociação para definição de compromissos. Daí podemos observar,  processos foram iniciados, com tudo, o Documento  não impactará o “mundo real”, pelo menos não no curto prazo.

        Isso fez com que muitos apostassem para o fracasso da Rio+20, talvez porque miraram suas análises no lugar errado. O que fracassou, já há muito tempo, foi o sistema multilateral. A falta de resultados conclusivos na rodada Doha da Organização do Comércio/OMC, e no estabelecimento do regime climático pós-2012, são exemplo disso. Acordos vinculantes e ambiciosos em escala global são, atualmente, quase impossíveis, em grande medida devido ao aumento da complexidade do jogo multilateral devido à emergência de diversos centros de poder. A ONU e outras Organizações Internacionais já não são clubes em que muitos participam mais poucos decidem. Com mais interesses conflitantes sobre a mesa, crescem as dificuldades de consenso.

Isso não significa que o multilateralismo (entre diversas Nações e Instituições e as pessoas...) já não serve para nada. Pelo contrário, Conferências que envolvem temas de vanguarda como mudanças climáticas e sustentabilidade hoje são muito mais do que meras reuniões governamentais. Quem acompanhou a Rio+20 viu uma infinidade de Eventos paralelos, discussões e Exposições dos mais diversos segmentos da Sociedade Civil/ONGs, do Setor Empresarial, e de governos subnacionais (refiro as Prefeituras e Estados). Esse fenômeno, que também não é recente, gera consequências importantes.  

        

      Ações e compromissos assumidos por esses novos Atores tendem a ser mais ambiciosos do que os temas discutidos nos Documentos multilaterais. Governos subnacionais são hoje centrais em negociações globais paralelas. Um exemplo é a C40, Organização de Prefeitos das maiores Cidades do Mundo, que anuncio compromissos importantes de redução de emissões de gases de efeito estufa.

Atores privados também estão se movimentando. A quantidade de Eventos e Seminários no Rio, contando não apenas com a presença de executivos de alto escalão, algo impressionante acontece (Administradores / Gerentes e Gestores de diversos Setores, anos afora...). De fato, segundo estudos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente/Pnuma), em apenas 6 anos, os investimentos globais em energia renovável passaram de 33 bilhões para 211 bilhões de dólares por ano, investimentos novos já são maiores em renováveis do que em fósseis (carvão/petróleo...).

        Nesse novo contexto, Prefeituras e Estados assinam memorandos e anunciam metas, empresas estruturam certificações internacionais e estabelecem parcerias. Organizações da Sociedade Civil com sua Plataforma das Não - Governamentais, estas realizam Cúpulas e anunciam Convênios. Mais importante, interagem também entre eles. É nesse levante de ideias, ideais e Ações, que podemos observar os grandes avanços mundo afora. O Processo é lento, caro, cansativo, porém necessário. Ainda somente governos conseguem mobilizar os recursos e mídia para megaeventos como esses.

        Tudo isso é o combustível que move este novo multilateralismo multi-institucional. Para  este processo  ter continuidade e  se aprofundar, enormes e diversas Conferências globais e locais serão necessárias, e com incentivo também, permanente para a participação destes e de novos Atores. O combustível renovável cabe também nas relações internacionais e nacionais. Para o Mundo melhor entre os povos o Caminho é a Cultura de Paz nas consciências. De: Wilson Rodrigues de Andrade/ Jornalista pacifista - cultural. TR/Agosto de 2016.




One Woman uma canção para a ONU Mulheres - YouTube

Via UNIC- Rio/COMPAZ- FC



Os Doze Direitos da Mulher Segundo a ONU...

quarta-feira, 10 de agosto de 2016




 C/Folha Cultural

Promover a Diversidade Cultural produz Comunidades melhores... WRA/16.

Cultura, Desenvolvimento e Paz.
        
          A Assembléia - Geral da Organização das Nações Unidas/ONU adota por consenso a terceira  Resolução sobre Cultura e Desenvolvimento – foi no fina de 2013, - na sequência das anteriores de 2010  e 2011 – sobre  os referidos temas, que recebe explicitamente a conexão entre e os três pilares do Desenvolvimento  Sustentável ( econômico, social e ambiental), assim como a Paz e a Segurança.
         O Texto afirma que Cultura é, ao mesmo tempo, um facilitador e um condutor do desenvolvimento  sustentável e enuncia seu potencial de contribuição para a definição de padrões de consumo e produção sustentável.
         A Cultura também é reconhecida com um importante fator de enriquecimento da qualidade da Educação através da transmissão de valores, conhecimentos e habilidades compartilhadas.
Dado a relevância da Resolução, Ban Ki moon, Secretário - Geral da ONU, com a contribuição da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), deverá submeter um relatório sobre o avanço da referida Resolução, em consulta com os Estados-membros e outras Agências da ONU, para a 69ª. Sessão da Assembléia - Geral de Setembro de 2014.

                                         Fonte: Boletim UNIC -Rio com FC 



 C/Folha Cultural

Promover a Diversidade Cultural produz Comunidades melhores... WRA/16.

Cultura, Desenvolvimento e Paz.
        
          A Assembléia - Geral da Organização das Nações Unidas/ONU adota por consenso a terceira  Resolução sobre Cultura e Desenvolvimento – foi no fina de 2013, - na sequência das anteriores de 2010  e 2011 – sobre  os referidos temas, que recebe explicitamente a conexão entre e os três pilares do Desenvolvimento  Sustentável ( econômico, social e ambiental), assim como a Paz e a Segurança.
         O Texto afirma que Cultura é, ao mesmo tempo, um facilitador e um condutor do desenvolvimento  sustentável e enuncia seu potencial de contribuição para a definição de padrões de consumo e produção sustentável.
         A Cultura também é reconhecida com um importante fator de enriquecimento da qualidade da Educação através da transmissão de valores, conhecimentos e habilidades compartilhadas.
Dado a relevância da Resolução, Ban Ki moon, Secretário - Geral da ONU, com a contribuição da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), deverá submeter um relatório sobre o avanço da referida Resolução, em consulta com os Estados-membros e outras Agências da ONU, para a 69ª. Sessão da Assembléia - Geral de Setembro de 2014.

                                         Fonte: Boletim UNIC -Rio com FC 

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...