Via UNIC- Rio/COMPAZ- FC
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
C/Folha Cultural
Promover a Diversidade Cultural produz Comunidades
melhores... WRA/16.
Cultura,
Desenvolvimento e Paz.
A Assembléia - Geral da Organização das Nações Unidas/ONU adota por consenso a terceira Resolução sobre Cultura e Desenvolvimento –
foi no fina de 2013, - na sequência das anteriores de 2010 e 2011 – sobre os referidos temas, que recebe explicitamente
a conexão entre e os três pilares do Desenvolvimento Sustentável ( econômico, social e ambiental),
assim como a Paz e a Segurança.
O Texto afirma que Cultura
é, ao mesmo tempo, um facilitador e um condutor do desenvolvimento sustentável e enuncia seu potencial de
contribuição para a definição de padrões de consumo e produção sustentável.
A Cultura também é reconhecida com um
importante fator de enriquecimento da qualidade da Educação através da
transmissão de valores, conhecimentos e habilidades compartilhadas.
Dado
a relevância da Resolução, Ban Ki moon, Secretário - Geral da ONU, com a
contribuição da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura), deverá submeter um relatório sobre o avanço da referida
Resolução, em consulta com os Estados-membros e outras Agências da ONU, para a
69ª. Sessão da Assembléia - Geral de Setembro de 2014.
Fonte: Boletim UNIC -Rio com FC
C/Folha Cultural
Promover a Diversidade Cultural produz Comunidades
melhores... WRA/16.
Cultura,
Desenvolvimento e Paz.
A Assembléia - Geral da Organização das Nações Unidas/ONU adota por consenso a terceira Resolução sobre Cultura e Desenvolvimento –
foi no fina de 2013, - na sequência das anteriores de 2010 e 2011 – sobre os referidos temas, que recebe explicitamente
a conexão entre e os três pilares do Desenvolvimento Sustentável ( econômico, social e ambiental),
assim como a Paz e a Segurança.
O Texto afirma que Cultura
é, ao mesmo tempo, um facilitador e um condutor do desenvolvimento sustentável e enuncia seu potencial de
contribuição para a definição de padrões de consumo e produção sustentável.
A Cultura também é reconhecida com um
importante fator de enriquecimento da qualidade da Educação através da
transmissão de valores, conhecimentos e habilidades compartilhadas.
Dado
a relevância da Resolução, Ban Ki moon, Secretário - Geral da ONU, com a
contribuição da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura), deverá submeter um relatório sobre o avanço da referida
Resolução, em consulta com os Estados-membros e outras Agências da ONU, para a
69ª. Sessão da Assembléia - Geral de Setembro de 2014.
Fonte: Boletim UNIC -Rio com FC
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Ban Ki-moon: esporte pode ajudar o desenvolvimento e a paz /Via UNIC-Rio/COMPAZ/FC.
- Publicado em 05/08/2016
- Atualizado em 05/08/2016
“As Olimpíadas provam que os países podem sair do conflito armado para a competição atlética. Os Jogos são uma chance de vermos que somos todos humanos, que todos suamos e lutamos. Podemos ter diferentes bandeiras mas somos apenas uma única família: humanos”, disse o secretário-geral da ONU durante evento no Rio de Janeiro.
Ban Ki-moon: am grateful to the IOC for using the power of sport for development & peace. #Rio2016
Os primeiros Jogos Olímpicos realizados na América do Sul já fazem história porque também, pela primeira vez, há um time de atletas refugiados. Com estas palavras, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, saudou os convidados do jantar de honra oferecido na quinta-feira (4) pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), no Rio de Janeiro.
“As Olimpíadas provam que os países podem sair do conflito armado para a competição atlética. Os Jogos são uma chance de vermos que somos todos humanos, que todos suamos e lutamos. Podemos ter diferentes bandeiras mas somos apenas uma única família: humanos”, discursou.
Ban Ki-moon agradeceu ao povo e governo brasileiros, em especial aos cidadãos do Rio de Janeiro, pela “calorosa receptividade e cooperação em ajudar a fazer dos Jogos Olímpicos um grande sucesso”.
Ao lembrar do encontro com atletas do Time de Refugiados, ocorrido também na quinta-feira na Vila Olímpica, o secretário-geral disse que a iniciativa do Comitê Olímpico ajuda a promover a conscientização global para o assunto.
Ban Ki-moon também agradeceu ao COI por usar o poder do esporte para o desenvolvimento e a paz.
“Estamos determinados em manter nossos esforços para avançar na paz através do esporte, pedindo o cessar-fogo”, disse ao reafirmar a resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas que adotou a Trégua Olímpica.
O secretário-geral falou ainda sobre o compromisso dos atletas, que perseguem o sonho de fazer mais do que se pode imaginar. E convocou: “Vamos fazer da Rio 2016 o início de um futuro melhor ao bater recordes de solidariedade global, com a bandeira da Rio 2016: viva com paixão”.
Agradecendo em português, Ban Ki-moon encerrou o discurso propondo um brinde à liderança do COI; ao Brasil, país anfitrião; e ao sucesso dos esforços de promover um mundo mais justo e pacífico por meio dos esportes.
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Folha Cultural/ Jornalismo Pacifista-Cultural
“A PAZ – é um trabalho de todos, e de todos os Dias... É um Projeto que deve
ser construído diariamente até que
todos se conscientizem que não é
possível continuar depredando o Planeta,
nosso Mundo, e assim provocar uma situação de insustentabilidade e de não - permanência
da Vida, e não somente de nossa Vida Humana, mas de todo o Planeta..” De. José Cândido Portinari Filho
– único herdeiro de PORTINARI “ Guerra e
PAZ” Obra de Arte Moderna doada à Organização das Nações Unidas/ONU –
em 06 de Setembro de 1957 /COMPAZ/FC./2016.
Arquivos de Niemeyer e documentos de D. Pedro II
são inscritos no: Registro Memória do Mundo da UNESCO.
Uma Coleção com 8.927 documentos, álbuns e desenhos técnicos do Arquivo Oscar Niemeyer e o Patrimônio documental de viagens do Imperador D. Pedro II no Brasil e n o
Exterior estão entre as 54 novas inscrições no: Registro do Programa Memória do
Mundo da Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e a Cultura/UNESCO. Ambas foram aprovadas em, 18
de Junho de 2013, pela Diretora - Geral da Agência, Irina Bokova.
As duas propostas apresentadas pelo Brasil foram analisadas pelo Comitê Consultivo Internacional do Programa
de Registros, que na ocasião estava reunido em Gwangju, Coreia do Sul, de
18 a 21 de Junho de 2013.
Conforme a proposta de inscrição encaminhada pelo Brasil à UNESCO, o
patrimônio documental de Niemeyer, este falecido em 2012, forma um valioso
registro da Obra de um Artista que transformou a arquitetura do Século XX no
Mundo. Os esboços e álbuns são documentos originais, raros e, principalmente, únicos.
A Coleção de documentos de D. Pedro II – se refere a registros de
viagens do Imperador realizadas entre, 1840 e 1913. D. Pedro II ao longo dos 49 anos do seu governo,
percorreu o nosso Pais e quatro continentes, permitindo-lhe experimentar novas
terras e culturas. De acordo com a UNESCO, esses Documentos foram
escritos ou recebidos por D. Pedro II, durante um período de profundas mudanças
históricas, que mais tarde se tornariam as mais modernas referências culturais.
A Agência da ONU avalia que
essas Declarações não só revelam aspectos do pensamento, de descobertas
científicas, da Diversidade Cultural e das paixões políticas, mas também
permitem analisar as relações diplomáticas do Brasil. Via UNESCO/FC.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Via UNIC/Rio/ COMPAZ/FC.
Fundamentalismo está alimentando intolerância crescente no mundo todo, diz especialista da ONU
- Publicado em 06/07/2016
O fundamentalismo está alimentando intolerância crescente em todo o mundo, o que representa uma grave ameaça a direitos como liberdade de reunião pacífica e associação, disse o especialista da ONU sobre o tema, Maina Kiai.
Segundo ele, existem diversas formas de fundamentalismo, que não se restringe ao campo religioso. “O fundamentalismo do livre mercado — a crença na infalibilidade das políticas econômicas do mercado livre — é uma ameaça urgente”, declarou.

Relator especial sobre a liberdade de reunião pacífica e associação da ONU, Maina Kiai. Foto: ONU
O fundamentalismo está alimentando intolerância crescente em todo o mundo, o que representa uma grave ameaça a direitos como liberdade de reunião pacífica e associação, disse o especialista da ONU sobre o tema, Maina Kiai, ao Conselho de Direitos Humanos, durante apresentação em meados de junho (17) de seu recente relatório sobre fundamentalismo de livre mercado, político, religioso, nacionalista ou cultural.
“O conceito de fundamentalismo não pode ser limitado à religião. Ele pode e deve ser definido de forma mais ampla, para incluir todos os movimentos e não somente aqueles religiosos que defendem a adesão estrita e literal a um conjunto de crenças ou princípios básicos”, disse Kiai. “Na essência, este relatório é sobre a luta entre tolerância e intolerância,” acrescentou.
Para o especialista em direitos humanos, embora as pessoas em todo o mundo falem cerca de 7 mil línguas, pratiquem 270 principais religiões, vivam em 193 Estados-membros das Nações Unidas e pertençam a milhares de culturas, “todos compartilham um único planeta, e a tolerância para com as diferenças é a única maneira de evitar a violência, a opressão e o conflito”. O relator especial também observou que os direitos à liberdade de reunião pacífica e de associação são os “alicerces” da tolerância, pois eles ajudam a garantir que “toda a humanidade, na sua diversidade impressionante, tenha uma voz" No entanto, segundo Maina, muitos Estados estão se movendo na direção errada, promovendo pontos de vista fundamentalistas e abolindo a dissidência.
“O fundamentalismo do livre mercado — a crença na infalibilidade das políticas econômicas do mercado livre — é uma ameaça urgente”, disse Kiai, destacando leis na Austrália e no Canadá, que potencialmente criminalizam protestos anti-empresas.
“A atividade econômica é certamente importante, mas os Estados trilham um caminho perigoso quando priorizam a liberdade de mercado em detrimento da liberdade dos seres humanos. Os direitos econômicos de investidores nunca devem triunfar sobre os direitos humanos fundamentais previstos na Convenção Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos “, afirmou.
Ainda de acordo com Kiai, o fundamentalismo político coloca um problema semelhante, exigindo a adesão dogmática às plataformas dos partidos oficiais e lealdade a determinados líderes. O relator especial citou como exemplos Coreia do Norte, Bahrein, China, Cuba e Laos.
“Os direitos à liberdade de reunião pacífica e de associação incluem inequivocamente o direito de reunião e de associação com fins políticos”, disse o especialista. “Na verdade, um dos propósitos centrais é preservar a capacidade das pessoas de expressar pacificamente suas queixas aos líderes políticos. Isso pode representar uma ameaça ao governo no poder, mas não deve ser confundido com uma ameaça ao próprio Estado.” Kiai também explicou que o fundamentalismo religioso representa uma grave ameaça para os direitos de reunião pacífica e associação, mas enfatizou que nenhum grupo religioso único tem o monopólio sobre esse problema, citando como exemplos os cristãos, os hindus, budistas, o fundamentalismo judaico e muçulmano em todo o mundo.
“O fracasso dos Estados em assegurar um ambiente tolerante pode ter resultados catastróficos. As pessoas têm uma necessidade instintiva de tomar parte nas sociedades em que vivem, a fim de ter algum controle sobre seus destinos, de expressar seu descontentamento, bem como de melhorar suas vidas. Os direitos de reunião e de associação permitem que elas façam isso de forma pacífica “, completou Kiai.
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