quinta-feira, 7 de julho de 2016

Folha Cultura/FC/16. LavaJato...
Matéria no jornal Gazeta do Povo analisa como a ‪#‎LavaJato "surge como instrumento para o debate da reforma política"
"A Lava Jato escancarou para os brasileiros a maneira como a política é feita no País”. 'Nosso sistema político é criminógeno, gera criminalidade', diz o Procurador do Ministério Público Federal (MPF) Carlos Lima, que faz parte da força-tarefa da operação.
Além de deixar às claras a maneira como os políticos costumam negociar apoios e conseguir recursos para financiar campanhas e partidos, a Lava Jato trouxe importantes aprendizados para o país. 'A principal lição é o fim da impunidade. Nós descobrimos com a Lava Jato que não existem pessoas intocáveis no Brasil', diz o cientista político Marcos Coimbra.
Veja a matéria completa aqui: http://www.gazetadopovo.com.br/

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Via UNIC-Rio/COMPAZ/FC

Rio de Janeiro: ACNUR e parceiros realizam em,16/Junho... seminário sobre refugiados no Brasil e no mundo

Seminário “Vozes do Refúgio: Dados Globais, Olhares Locais” entrada gratuita no Museu do Amanhã, na Praça Mauá da capital fluminense. Evento contou com participação de refugiados da Síria, República Democrática do Congo e Colômbia. 
Centenas de refugiados e migrantes a bordo de um barco de pesca momentos antes de serem resgatados pela Marinha italiana, como parte de sua operação Mare Nostrum, de junho de 2014. Foto: Marinha italiana/Massimo Sestini
Centenas de refugiados e migrantes a bordo de um barco de pesca momentos antes de serem resgatados pela Marinha italiana, como parte de sua operação Mare Nostrum, de junho de 2014. Foto: Marinha italiana/Massimo Sestini
Em celebração ao Dia Mundial do Refugiado — comemorado na próxima segunda-feira (20) —, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro e o Museu do Amanhã realizam nesta quinta-feira (16) um seminário sobre a situação dos refugiados no mundo e no Brasil, com a participação de especialistas da área e de refugiados de diferentes nacionalidades.
O Seminário “Vozes do Refúgio: Dados Globais, Olhares Locais”  no Auditório do Museu do Amanhã, a partir das 14hs, na Praça Mauá, na capital fluminense.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do Museu. Clique aqui para se inscrever.
Duas mesas serão formadas para debater com o público as diferentes perspectivas da temática do refúgio. Na primeira mesa serão apresentadas as visões globais e nacionais sobre os fluxos, motivações e consequências do refúgio, com a participação do oficial de proteção do ACNUR, Gabriel Godoy; a coordenadora-geral do Comitê Nacional para Refugiados (CONARE/MJ), Maria Beatriz Nogueira; a coordenadora de atendimento da Cáritas Rio, Aline Thuller; e a profa. Ângela Facundo, da Casa de Rui Barbosa.
Já a segunda mesa será composta exclusivamente por refugiados e refugiadas da República Democrática do Congo, Colômbia e Síria que, além de responder às perguntas do público, apresentarão suas experiências e opiniões sobre temas como diversidade e discriminação, gênero e infância, trabalho e acesso à educação.
Para encerrar o seminário, haverá uma apresentação artística de um coral de congolesas composto por cantoras e músicos.
Mais informações sobre o seminário “Vozes do Refúgio” podem ser obtidas pelo telefone (21) 3626-3700 ou pelo e-mail carolina.bellei@cdn.com.br.
Serviço:
Seminário “Vozes do Refúgio: dados globais, olhares locais”
Data: dia 16 de junho de 2016
Horário: 14hs às 17hs
Local: Auditório do Museu do Amanhã (Praça Mauá, centro do Rio de Janeiro)

Entrada gratuita mediante inscrição pelo site do Museu do Amanhã.

Feira cultural

A parceria entre ACNUR, Caritas Rio e Museu do Amanhã promoverá ainda, no próximo sábado (18), uma feira gastronômica e de artesanato na Praça Mauá, reunindo refugiados e moradores da região portuária que integram o grupo Sabores do Porto e Artesanato do Porto.
Esses grupos, que já expõem os seus trabalhos nas praças da região, receberão pela primeira vez os refugiados e suas tradições, tanto na culinária quanto na fabricação de objetos artesanais.
Será uma excelente oportunidade para que a população e os visitantes do Museu possam conhecer novas culturas, além de permitir aos refugiados travar novas relações de afeto e de trabalho, a partir desse encontro com os moradores.

Sobre o Dia Mundial do Refugiado

Desde 2001, o Dia Mundial do Refugiado é celebrado em 20 de junho, de acordo com resolução aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Para o ACNUR, a data é uma oportunidade para celebrar a coragem, a resistência e a força de todos os homens, mulheres e crianças forçados a deixar suas casas por causa de guerras, conflitos e perseguições. Estas pessoas deixam tudo para trás – exceto a esperança e o sonho de um futuro mais seguro.
No Brasil, a agência da ONU e seus parceiros estão promovendo diversos eventos em diferentes partes do país para conscientizar brasileiros sobre os desafios enfrentados por refugiados que vivem por aqui.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC

Secretário-Geral da ONU lamenta falecimento do mensageiro da paz da ONU, Muhammad Ali

O renomado boxeador visitou a Sede das Nações Unidas no final dos anos 1970 para promover a campanha contra o apartheid e a injustiça racial; acesse aqui o vídeo.
O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, disse no sábado (4/06/16) estar “profundamente triste” após saber do falecimento de Muhammad Ali. Ban estendeu suas condolências à família de Ali e aos muitos milhões de fãs pelo mundo. Ele faleceu na última sexta-feira (3).
“Ali era muito mais do que um lendário boxeador; ele era um campeão mundial pela igualdade e pela paz. Com uma combinação incomparável de princípio, charme, humor e graça, lutou por um mundo melhor e usou sua plataforma para ajudar a humanidade a se erguer”, destacou Ban em um comunicado emitido por seu porta-voz.
Nomeado Mensageiro da Paz das Nações Unidas em 1998, Ali viajou o mundo para apoiar as crianças e outras pessoas envolvidas em conflitos, promovendo a reconciliação entre as pessoas e as nações.
Bem antes de assumir este papel, ele visitou a sede das Nações Unidas em Nova York, em 1978, para promover a campanha contra o apartheid e a injustiça racial. Ele participou de uma reunião do Comitê Especial da ONU contra o apartheid levando uma mensagem de paz e espiritualidade.
“O Secretário-Geral [Ban Ki-moon] teve a honra de se unir a Ali na abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2012 em Londres. Ele se recorda da força, do humor e da capacidade de unir as pessoas de Ali”, disse o comunicado.
Ban acrescentou que a ONU é grata por ter se beneficiado da vida e obra “de um dos grandes ativistas humanitários e defensores dos direitos humanos do século passado em favor da paz e da compreensão mútua”.
Fora dos ringues, passou a maior parte de seu tempo se dedicando à busca da paz. Muhammad Ali (1942-2016) foi um defensor incansável das pessoas em necessidade em todo o mundo, sobretudo na África e na Ásia, ao apoiar causas e iniciativas de desenvolvimento e ajuda humanitária, como fornecimento de alimentos e suprimentos médicos para hospitais, crianças de rua e orfanatos.

domingo, 29 de maio de 2016

Reflexão/ Pela Cultura de Paz - COMPAZ/FC.

        
       A pobreza que persiste como forma de Desigualdade Econômica, Social e Cultural (dentro de nossas Comunidades em âmbito: Nacional / Internacional/ Local), prejudica os esforços para melhoramento da Qualidade de Vida de centenas de milhares de pessoas, e em especial na condição das Mulheres.
     A pobreza, também, está relacionada ao uso insustentável da Terra, e da Água, e a grave degradação ambiental.
     Pobreza. Principal desafio ao Desenvolvimento Humano, apesar de Décadas de esforços desenvolvimentistas. 
                     Wilson Rodrigues de Andrade/Produtor Editorial - Folha Cultural/FC. 2015


terça-feira, 24 de maio de 2016

Via UNIC-Rio/ COMPAZ/FC.

Cinema pode mostrar importância do trabalho humanitário, diz Ban sobre novo filme de Sean Penn

Ao assistir ao novo filme dirigido por Sean Penn, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, enfatizou no domingo -19/Maio/2016, a importância da indústria do entretenimento para ajudar a levantar discussões sobre as questões humanitárias no mundo.
Projeção do filme ocorreu às vésperas do início da Cúpula Mundial Humanitária, que começou nesta segunda-feira (23).
O ator norte-americano Sean Penn. Foto: Wikimedia Commons
O ator norte-americano Sean Penn. Foto: Wikimedia Commons
Ao assistir ao novo filme do ator Sean Penn como diretor, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, enfatizou no domingo (19) a importância da indústria do entretenimento para ajudar a levantar discussões sobre as questões humanitárias no mundo.
“Quando temos uma estrela global, a mensagem pode ir mais longe, sem limites”, disse Ban aos espectadores convidados à première do novo filme dirigido por Sean Penn, “The Last Face”.
Projetado às vésperas da abertura da Cúpula Mundial Humanitária, que ocorre em Istambul, na Turquia — conferência de dois dias dedicada a encontrar formas mais efetiva de aliviar e evitar o sofrimento dos mais vulneráveis —, o filme tem Charlize Theron e Javier Bardem no elenco, no papel de trabalhadores humanitários em dificuldades durante uma revolta civil em um país africano.
“O principal propósito de realizar a Cúpula Mundial Humanitária pela primeira vez na história das Nações Unidas é levantar (o alerta) sobre a importância, a seriedade, a urgência e a gravidade da situação”, disse Ban, acrescentando que líderes globais precisam se comprometer com ações globais.
Ele lembrou a visita ao Haiti depois do devastador terremoto de 2010, quando se encontrou com dezenas de milhares de pessoas vivendo sob condições extremamente difíceis em tendas temporárias. Em meio ao caos, notou um homem que tentava ajudar as vítimas. Não o reconheceu imediatamente, mas mais tarde ficou sabendo se tratar de Sean Penn.
“Eu não esperava ver uma celebridade, uma estrela de cinema mundial, no meio de tantos refugiados e deslocados. Fiquei emocionado”, disse Ban ao público, que aplaudiu. “Quando fui pela segunda vez (ao Haiti) ele ainda estava lá”, completou.
Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon (direita) chega com o ator, diretor e ativista humanitário Sean Penn para a projeção de seu filme "The Last Face". Foto: ONU
Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon (direita), chega com o ator, diretor e ativista humanitário Sean Penn para a projeção do filme “The Last Face”. Foto: ONU
Nesta segunda-feira (24/Maio/2016), o Secretário-Geral da ONU reuniu-se com outras celebridades na abertura da cúpula, entre elas Forest Whitaker, enviado da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para a Paz e a Reconciliação.
Juntos, eles pediram aos líderes mundiais que se comprometam às cinco principais responsabilidades relacionadas à Agenda para a Humanidade da ONU: evitar e pôr fim aos conflitos; respeitar as leis de guerra; não deixar ninguém para trás; trabalhar de formas diferentes para acabar com as necessidades humanitárias e investir na humanidade.
A partir desta segunda-feira, a cúpula reunirá pessoas interessadas em promover o sistema humanitário global. A expectativa é que o evento receba mais de 6 mil participantes.

Cúpula é tomada de consciência para questão humanitária

Algumas horas antes da abertura da primeira Cúpula Mundial Humanitária, autoridades das Nações Unidas enfatizaram no domingo (22) que o evento servirá como uma tomada de consciência para a ação em prol da humanidade, com o lançamento de novas iniciativas.
“Existe uma enorme necessidade de mostrarmos solidariedades àqueles que foram afetados por desastres naturais e desastres promovidos por humanos”, disse o vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson, a jornalistas em coletiva de imprensa em Istambul.
“Esta conferência é sobre as vítimas, e sobre conseguirmos uma forma mais efetiva de ajudá-las”, completou, lembrando suas visitas recentes ao Nepal e ao Vietnã, onde se encontrou com comunidades vulneráveis para saber mais sobre suas necessidades.

sábado, 21 de maio de 2016


Via UNIC-Rio/COMPAZ/FC...UNESCO: ‘Foram necessários bilhões de anos para que se criasse nossa biosfera’

Marcando o Dia Internacional da Diversidade Biológica (22 de maio), agência da ONU pediu esforços para cumprir a Agenda 2030 da ONU e para descobrirmos formas de usar os recursos do planeta de forma sustentável.
O pantanal é uma das seis Reservas da Biosfera localizadas no Brasil. Foto: Flickr/Denis Gustavo
O pantanal é uma das seis Reservas da Biosfera localizadas no Brasil. Foto: Flickr/Denis Gustavo
A Diretora-Geral da UNESCO, Irina Bokova, marcou a 16º Edição do Dia Internacional da Diversidade Biológica – comemorado todo 22 de maio – pedindo esforços para o cumprimento da Agenda 2030 das Nações Unidas neste tema. O Dia é dedicado, em 2016, ao tema “Integração da biodiversidade e apoio às pessoas e a seus meios de subsistência”.
“Isso repercute de forma poderosa a visão estabelecida na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e Acordo de Paris sobre Mudança Climática”, destacou Bokova, lembrando que a realização dos 17 Objetivos Globais da ONU, exigirão um esforço mundial “sem precedentes” de atenuação e adaptação à mudança climática, para reduzir seu impacto nas pessoas e em seus meios de subsistência, e para se descobrir formas de usar os recursos do planeta de forma sustentável.
A UNESCO lidera a iniciativa de elaborar soluções eficazes e inclusivas. Por meio da Convenção do Patrimônio Mundial e da Rede Mundial de Reservas da Biosfera, bem como do Programa Mundial sobre Geoparques, a agência da ONU contribui para a conservação de sítios com valor universal excepcional, incluindo sua rica biodiversidade.
Os 197 sítios do Patrimônio Mundial natural e as 669 Reservas da Biosfera da UNESCO são plataformas de aprendizagem para soluções locais de desenvolvimento sustentável, e abrangem todos os principais ecossistemas. Os 120 Geoparques Mundiais, em 33 países, exercem um importante papel na proteção e na educação sobre patrimônio geológico, de modo a contribuir para a conservação da biodiversidade.
“Esses sítios mostram como os serviços do ecossistema beneficiam diretamente as comunidades locais, com a preservação da natureza caminhando de mãos dadas com o desenvolvimento local, oferecendo exemplos significativos de desenvolvimento sustentável, nos quais novos valores econômicos, sociais e culturais interagem de forma harmônica”, disse Bokova.
“Esses sítios refletem a importância de parcerias em todos os níveis, estimulando a emergência de sociedades verdes que são mais justas na divisão de benefícios, mais sábias no uso de recursos e mais sustentáveis na criação de meios de subsistência.”
Ao combinar o nosso trabalho através das ciências sociais e naturais, incluindo o conhecimento local e autóctone, a UNESCO apoia as comunidades locais, por meio da promoção da educação para o desenvolvimento sustentável, da capacitação para a gestão sustentável, do compartilhamento de boas práticas e da criação de novas redes para proteger a biodiversidade.
“Foram necessários bilhões de anos para que se criasse a biosfera de que nós desfrutamos, com sua incrivelmente rica diversidade de plantas e animais – é nosso dever e responsabilidade agir agora para preservá-la para as gerações futuras”, concluiu a chefe da UNESCO.

  Trabalho/Obra | *WRA.                                                                                                                     ...