segunda-feira, 16 de maio de 2016

O Sacro Ofício  

  
       Quem consagra seu trabalho a uma causa maior age mais, sofre decepções, não consegue dormir algumas noites, e, muitas vezes, tornam-se tenso e assustado.  Alguns dizem: “Coitado, olha o sacrifício que fulano está fazendo”. E vão para o trabalho, cumprem oito horas diárias, ficam esperando o fim de semana, “Mas não me sacrifico no trabalho”, dizem. Aquele que dedicou o serviço à causa maior sabe o que quer dizer sacrifício: fusão de sacro e ofício, ou seja, trabalho sagrado. Então, apesar das dificuldades, o que faz tem um sentido, e sua vida não se resume a esperar um fim de semana, que passa logo. COMPAZ/Folha Cultural.
                          
     O cantor Milton Nascimento, brasileiro, de 73 anos, viajou para Boston, em Massachusetts, nos Estados Unidos, em 04 de Maio de 2016, para receber o título de doutor honoris causa em música a convite da Berklee College of Music, faculdade independente de música fundada em 1945.
A assessoria de imprensa do cantor confirmou ao G1 que ele está lá para conhecer a Escola antes de participar da Cerimônia de formatura dos alunos da turma de 2016, na sexta-feira, 6 e receber o título em um próximo momento de  outra Cerimônia, que aconteceu no sábado ,7.

O comunicado da Berklee College of Music foi inicialmente divulgado em uma página no Facebook dedicada ao cantor por fãs, junto com uma foto dele em um avião.

A Cultura.  Nossa Gente pela utopia brasileira.

                                                                          De: * Wilson Rodrigues de Andrade

Praticamente todos os grandes analistas da Nação brasileira, a começar por Joaquim Nabuco (Diplomata Escritor brasileiro) e culminar com o Antropólogo, Darcy Ribeiro tinham os olhos voltados para o passado – como se formou este tipo de Sociedade que temos com características indígenas, negras, ibéricas, europeias e asiáticas. Foram detalhistas, a exemplo do Sociólogo, Gilberto Freyre, mas não dirigiam os olhos para frente – que utopia nos move e como vamos concretizá-la historicamente.
Todos os Países que se firmaram, projetaram seu Sonho maior, e bem ou mal o realizaram, às vezes, como os Países europeus, penalizando pela colonização, outros Povos na África, na América Latina e na Ásia. Geralmente é num contexto de crise que se elabora a utopia, como forma de encontrar uma saída. O Celso Furtado que além de um renomado economista era um agudo observador da Cultura nos diz num livro que deve ser meditado pelos que se interessam pelo futuro do País: “Brasil – a construção interrompida”/ “Falta-nos a experiência de provas cruciais, como as que conheceram outros povos cuja sobrevivência chegou estar ameaçada”(1992, p.35). Não nos faltaram situações críticas que seriam as chances para elaborar a nossa utopia. Mas as forças conservadoras e reacionárias “se empenharam em interromper o nosso Processo Histórico de formação de um Estado-Nação”(p.35), por medo de perder seus privilégios.
E, assim ficamos apenas com um Brasil do imaginário, gentil, forte, grande, a província de potencial inexplorado. Mas fomos impedidos de construir um Brasil real que integrasse minimamente a todos, multicultural, tolerante e até místico.
Deve partir de cada um de Nós, e nos oferecer o desafio de construir esta utopia. Confabular as nossas ações neste Setor.  Deve ser a partir de algo tipicamente nosso, que tenha raízes em nossa história. Esse patamar básico é a Nossa Cultura, especialmente a Nossa Cultura Popular. Como diz Celso Furtado – “desprezados pelas elites, os valores da cultura popular procedem  seu caldeamento com considerável autonomia em face das culturas dominantes”(O longo amanhecer, 1999, p.65). O que faz o Brasil ser Brasil é a autonomia criativa da cultura de raiz popular. Nossa Gente a atuar em nossos Palcos encantados por entre esta imensidão de Brasil de toda Gente. A Cultura aqui deve ser  vista como um Sistema de valores e de projetos de povo. A Cultura se move na lógica dos fins e dos grandes símbolos e relatos que dão sentido à Vida de um Povo. Ela é perpassada pela razão cordial e contrasta com a lógica fria dos meios, inerente à razão instrumental-analítica – ou, seja, visa à acumulação material. Esta última predominou e nos fez apenas imitadores secundários dos Países tecnicamente mais avançados. A Cultura segue outra lógica, ligada à Vida, esta  que vale mais que a acumulação de bens materiais.
O filósofo e economista Gianetti, em suas obras, viu a fecundidade de nossa Cultura para elaborar o Sonho brasileiro. Mas ninguém melhor que o cientista social Luiz Gonzaga de Souza Lima, em seu ainda não reconhecido livro: “A Refundação do Brasil: rumo à sociedade biocentrada” /2011, onde sistematiza o ponto principal da Cultura Brasileira como a facilitadora da utopia do Brasil e de nossa identidade regionalizada.
A Nossa Cultura, admirada já no mundo inteiro, nos permite refundar o Brasil que significa –“ter a vida como a coisa mais importante do sistema social... é construir uma Organização Social que busque e promova a Felicidade, a Alegria, a Solidariedade, a Partilha, a defesa comum, a união na necessidade, o vínculo, o compromisso com a Vida de todos. Uma Organização Social que inclua todos os seus membros, que elimine e impeça a exclusão de todos os tipos e em todos os níveis”(p.266).
A solução para o Brasil não se encontra na economia como o sistema dominante nos quer fazer crer, mas na vivência de seu modo de ser aberto, afetuoso, alegre, amigo da Vida. A razão instrumental nos ajudou a criar uma infraestrutura básica sempre indispensável. Mas o principal foi colocar as bases para uma Biocivilização que celebra a Vida, que convive com a pluralidade das manifestações, dotada de incrível capacidade de integrar, de sintetizar e de criar Espaços, e nestes nos sentimos mais humanizados.

Pela Cultura, não feita para o mercado, e sim, para ser vivida e celebrada, poderemos antecipar, um pouco pelo menos, o que poderá ser uma humanidade globalizada que sente a Terra como grande Mãe e Casa Comum. O Sonho maior, a Nossa utopia, é a comensalidade – sentarmos juntos à mesa e desfrutar a alegria de conviver amigavelmente e de saborear os bons frutos do grande e generoso Chão,  da Diversidade para o Desenvolvimento no contexto artístico e cultural, em prol da brasilidade de Nossa Gente. ( Reflexão de: *Wilson Rodrigues de Andrade/Produtor Cultural/16)

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.

PMA apoia missão de estudos do Governo de Gana no Brasil sobre políticas sociais

Programas brasileiros de aquisição de alimentos e de alimentação escolar servirão de modelo para aprimorar estratégias de proteção social em Gana.

Representantes do governo de Gana chegam hoje (27) a Brasília para a segunda rodada da missão de estudos sobre políticas de segurança alimentar e nutricional. O Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (PMA) organiza entre os dias 20 e 31 de agosto a visita de membros dos Ministérios da Educação, Governo Local e Desenvolvimento Rural e Agricultura, além de representantes dos escritórios do PMA às iniciativas brasileiras de promoção da alimentação escolar e agricultura familiar.
Localizado no Oeste da África, Gana atualmente mantém projetos de cooperação com o Brasil, sobretudo para a difusão da agricultura familiar.  O Governo de Gana pretende integrar a alimentação escolar às demais políticas sociais. A missão veio ao Brasil para trocar experiências sobre o modelo de proteção social brasileiro e, assim, elaborar uma estratégia para aprimorar o existente Programa Nacional de Alimentação Escolar de Gana que atende 1 milhão e 300 mil crianças em mais de 3 mil escolas. O objetivo principal é direcionar 80% do gasto com alimentação para as comunidades locais, fazendo dos exemplos brasileiros como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) instrumentos de aprendizado.
Desde 2006, o Programa Mundial de Alimentos apoia iniciativas de alimentação escolar em Gana. O PMA fornece hoje merendas para 150 mil alunos do ensino fundamental em mais de 500 escolas no país e ainda incentiva a compra local de alimentos de pequenos agricultores através da iniciativa Purchase for Progress (P4P). “A contribuição do PMA é ajudar o desenvolvimento desses países por meio de transferência de conhecimento sobre programas  que estão dando certo, como é o caso do Brasil”, explica Daniel Balaban, Diretor do Centro de Excelência contra a Fome em Brasília.
Durante a segunda fase em Brasília, a missão vai participar do IV Seminário Internacional: Políticas Sociais para o Desenvolvimento, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Na agenda também estão previstas encontros com autoridades do Governo Brasileiro como Ministério do Desenvolvimento Rural (MDA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), além de sessões internas de planejamento. A primeira semana foi dedicada à visita de campo pelo interior do Rio Grande do Norte. A delegação conheceu de perto como cooperativas da agricultura familiar se organizam para fornecer alimentos aos programas governamentais como PAA e PNAE.

“Purchase from Africans for Africa”

O Brasil tem ajudado os países africanos a aumentar a produtividade agrícola e o desenvolvimento rural, a fim de atingir a segurança alimentar. O Programa PAA África é uma iniciativa inovadora que expande financiamento para a compra local de alimentos na Etiópia, Níger, Malauí, Moçambique e Senegal, com o objetivo de beneficiar pequenos agricultores e pessoas mais vulneráveis. Lançado em 2012 como uma iniciativa conjunta entre o governo brasileiro, o PMA e a FAO, com apoio do DFID, o Programa se baseia na experiência acumulada pelo Brasil em seu próprio Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

PMA Centro de Excelência contra a Fome

O Programa Mundial de Alimentos em parceria com o governo brasileiro lançou o Centro de Excelência contra a Fome com o objetivo de promover políticas nacionais sustentáveis de segurança alimentar e nutricional com base nos sucessos da experiência do Brasil. O Centro serve como uma ponte para a cooperação sul-sul com foco no desenvolvimento de capacidades nas áreas de alimentação escolar, agricultura familiar, nutrição e segurança alimentar. O diálogo de políticas é feito com países do Sul interessados em desenvolver seus próprios programas.
O PMA é a maior agência humanitária do mundo lutando contra a fome em diferentes países. A cada ano, o PMA alimenta em média mais de 90 milhões de pessoas em mais de 70 países. Saiba mais sobre o Centro de Excelência contra a Fome aqui. Siga o PMA Centro de Excelência contra a Fome no Twitter e no Facebook.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Via C/Folha Cultural/FC   
  
Mãe. G. Ghiaroni*


Mãe eu volto a te ver na antiga sala
Onde uma noite te deixei sem fala
Dizendo adeus como quem vai morrer.
E me viste sumir pela neblina,
Porque a sina das mães é esta sina:
Amar, cuidar, criar, depois... perder.

Perder o filho é como achar a morte.
Perder o filho quando, grande e forte,
Já podia ampará-la e compensá-la.
Mas nesse instante uma mulher bonita,
Sorrindo, o rouba, e a velha  mãe aflita
Ainda se volta para abençoá-la.

Assim  parti, e nos abençoaste.
Fui esquecer o bem que me ensinaste,
Fui  para  o mundo me deseducar.
E tu ficaste num silencio frio,
Olhando o leito que eu deixei vazio,
Cantando uma cantiga de ninar.

 Hoje  volto coberto de  poeira
E  te encontro   quietinha na cadeira
A cadeira  pendida  sobre o peito.
Quero beijar-te a fronte, e não me atrevo
Quero acordar-te, mas não sei se devo,
Não sinto que me caiba este direito.


O direito de dar-te este desgosto,
De te mostrar nas rugas do meu rosto
Toda a miséria que me aconteceu.
E quando vires  a expressão horrível
Da minha máscara irreconhecível
Minha voz rouca murmurar: “sou eu!”.

Eu bebi nas tabernas dos cretinos,
Eu brandi o punhal dos assassinos,
Eu andei pelos braços dos canalhas.
Eu fui jogral em todas as comédias,
Eu fui vilão  em todas as tragédias,
Eu fui covarde  em todas as batalhas.


Eu te esqueci: as Mães são esquecidas.
Vivi a vida, vivi muitas vidas,
E só  agora,  quando chegou ao fim,
Traído  pela ultima esperança,
E só agora  quando a dor me alcança
Lembro quem nunca se esqueceu de mim.

 Não! Eu devo voltar ser esquecido.
Mas que foi? De repente ouço um ruído;
A cadeira rangeu; é tarde agora!
Minha mãe se levanta abrindo os braços
E, me envolvendo num milhão de abraços,
Rendendo graças, diz: “Meu filho!”, e chora.

E  chora e treme como fala e ri,
E  parece que Deus entrou aqui,
Em vez de o último dos condenados.
E o seu pranto rolando em minha face
Quase é como se o Céu me perdoasse,
Me limpasse de todos os pecados.

Mãe  nos teus braços eu me transfiro.
Lembro que fui criança, que fui puro.
Sim, eu tenho Mãe! E esta ventura é tanta
Que eu compreendo o que significa:
O filho é pobre, mas a Mãe é rica!
O filho é homem, mas a Mãe é Santa!

 Santa que eu fiz envelhecer sofrendo,
Mas que me beija como agradecendo
Toda a dor que por mim lhe foi causada.
Dos mundos onde andei nada te trouxe,
Mas tu me olhas num tão doce
Que, nada tendo, não te falta nada.

Dia das Mães! É o dia da bondade
Maior que todo o mal da Humanidade
Purificada num amor fecundo.
Por mais que o homem seja um ser mesquinho,
Enquanto a Mãe cantar junto a um bercinho
Cantará a esperança para o Mundo.

 Versos de: * Giuseppe Ghiaroni, o poeta de Paraíba do Sul /RJ - poeta e jornalista, no tempo  dele – era profissão  de quem não a tinha / Ghiaroni  nome de ressonância nacional , seus  versos passaram a ser declamados  em todo o país , outros receberam música  ( eles que só eram melodias ) e viraram sucesso nas vozes dos nossos melhores cantores.
                                                           Reprodução para FC. /WRA-15.


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Via UNIC-Rio/COMPAZ/FC.

Pesquisador da FAPESP é nomeado conselheiro da Universidade das Nações Unidas

O diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Carlos Henrique de Brito Cruz, foi nomeado novo membro do conselho de governança da Universidade das Nações Unidas (UNU).
Univerisdade das Nações Unidas em Tóquio. Foto: Wikimedia Commons
Universidade das Nações Unidas em Tóquio. Foto: Wikimedia Commons
O Diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Carlos Henrique de Brito Cruz, foi nomeado novo membro do conselho de governança da Universidade das Nações Unidas (UNU).
Engenheiro eletrônico e físico, Brito Cruz também é professor da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), da qual foi reitor de 2002 a 2005. Ele é graduado em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Brito Cruz foi nomeado para o cargo pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e pela diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, junto com outros 11 novos membros.
Eles assumirão o cargo em 3 de maio para um mandato de três a seis anos, substituindo o conselho anterior cujo mandato durou de 2010 a 2016.
As principais funções do conselho da UNU são formular os princípios e políticas da universidade, governar suas operações e considerar e aprovar seu orçamento bianual e programa de trabalho.
Os membros atuam com suas capacidades individuais (não como representantes do governo de seu país), e são selecionados com base no objetivo de atingir um equilíbrio geográfico e de gênero, considerando as mais importantes tendências acadêmicas, científicas, educacionais e culturais, assim como os campos de expertise de cada membro.
Segue abaixo a lista dos 12 novos membros nomeados para o conselho da Universidade das Nações Unidas:
  • Ernest Aryeetey (Gana), vice-reitor da Universidade de Gana;
  • Carlos Henrique de Brito Cruz (Brasil), diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e professor do Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP);
  • Simon Chesterman (Austrália), decano da Faculdade de Direito da Universidade Nacional de Cingapura;
  • Elizabeth Cousens (EUA), vice-presidente da Fundação das Nações Unidas;
  • Isabel Guerrero Pulgar (Chile), diretora da IMAGO Global Grassroots e conferencista da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT);
  • Angela Kane (Alemanha), representante-emérita do Centro para o Desarmamento e a Não Proliferação, de Viena, e professora do Instituto de Estudos Políticos de Paris;
  • Segenet Kelemu (Etiópia), diretor-geral e presidente do Centro Internacional de Fisiologia e Ecologia de Insetos;
  • Bassma Kodmani (Síria), diretor-executivo da Iniciativa de Reforma Árabe;
  • Radha Kumar (Índia), diretor-geral do Delhi Policy Group;
  • Irena Lipowicz (Polônia), professor da Universidade Cardinal Stefan Wyszyñski (Varsóvia);
  • Tsuneo Nishida (Japão), diretor do Instituto de Ciência e Paz da Universidade de Hiroshima e diretor da Toho Zinc;
  • Lan Xue (China), decano da Escola de Políticas Públicas e Administração da Universidade de Tsinghua e diretor do Instituto Chinês de Políticas para Ciência e Tecnologia.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

COMPAZ/Jornal/Revista Folha Cultura...

Esta é uma Mensagem que talvez não  ira tocar a ninguém, no entanto, foi composta com  muito Amor. Bom seria se ela tornasse parte do Coração de cada um de Nós. E, sempre me pergunto e sei que muitos também  perguntam  ao mesmo tempo...  *  Carlos Gardel.                                    

     Onde anda a Paz do Mundo?


Onde anda a Paz do mundo
Se é que a paz já existiu.
Onde anda, ninguém sabe.
Nem se quer falar ouviu.

Onde anda a paz do mundo
Não há quem saiba responder?
Se está longe ou está perto
Se há mesmo um céu aberto
Onde, na vida eterna,
Posamos um dia viver.

Eu sei que é bem difícil
Encontrar a Paz nos nossos dias
Pois o mundo vive momentos
De amarguras e agonias.

O ódio vem se alastrando
Por toda face da terra
Quantos já se esqueceram
De que há amor
E quantos praticam a guerra.

Não há lugar no universo
Para quem tentar sentir a Paz?
Quer seja num simples verso
Ou numa história
Que a memória trás.
                                 
 Por que será que está tudo
Tão mudado?
Será que está chegando o fim?
Ou será que somente eu
Estou errado?
Em pensar tal coisa assim?
Será que não há uma coincidência
Na maneira de pensar?
Será que não há um firmamento,
Para a Paz se encontrar?
Sim!  Se cada um parar um instante,
Fugir um pouco da fantasia,
Verá que não sou um louco
E que não tenho a mente vazia.

Verá que o Amor é obra pura,
É feito com perfeição,
Verá que a Paz que se procura
Só se encontrará
Tendo Amor no Coração.
    

 De: * Carlos Gardel/ Paraíba do Sul – RJ.// nov.91.             

(O Autor é membro do COMPAZ)

sábado, 23 de abril de 2016

Via UNIC-Rio- COMPAZ/FC.

ONU espera recorde de assinaturas para acordo climático de Paris em cerimônia no dia 22 de abril ...

Mais de 160 países confirmaram que assinarão o histórico acordo do clima fechado em dezembro do ano passado em Paris, em uma cerimônia que será promovida pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em 22 de abril. Acompanhe ao vivo em http://webtv.un.org e todos os detalhes aqui; acesse o texto do Acordo de Paris em português.
Arte: ONU
Arte: ONU
Um número recorde de países deve assinar o histórico acordo do Clima fechado em dezembro de 2015, em Paris, em uma Cerimônia promovida pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em 22 de abril de 2016.
Mais de 160 países confirmaram que assinarão o acordo no dia 22, início do prazo em que o documento ficará aberto a assinaturas. Esse volume supera o recorde anterior de 119 assinaturas alcançado pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, de Montego Bay, na Jamaica, em 1982.
Mais de 60 chefes de Estado e de governo participarão da cerimônia, incluindo o presidente francês, François Hollande, demonstrando o crescente nível de engajamento dos líderes mundiais para aceitar e implementar o acordo.
A cerimônia de assinatura será o primeiro passo para garantir que o acordo entre em vigor o mais rápido possível. O documento vigorará 30 dias depois que ao menos 55 países, respondendo por 55% das emissões globais de gases de efeito estufa, depositarem seus instrumentos de ratificação ou aceitação com o secretário-geral.
Alguns países já indicaram que irão depositar seus instrumentos de ratificação imediatamente depois de assinarem o acordo em 22 de abril. (confira mais abaixo)
A cerimônia também reunirá líderes da sociedade civil e do setor privado para discutir esforços no sentido de impulsionar o financiamento das iniciativas para o clima, o desenvolvimento sustentável e aumentar as ações para atingir o objetivo do Acordo de Paris de limitar o aumento médio da temperatura global abaixo de 2° Celsius.
“Paris foi histórico”, disse o secretário-geral da ONU. “Mas é só o começo. Precisamos acelerar urgentemente nossos esforços para combater as mudanças climáticas. Encorajo todos os países a assinar o Acordo de Paris em 22 de abril para que possamos transformar nossas aspirações em ações.”
Em consonância com o artigo 12 do Acordo, que pede a cooperação para “ampliar a educação, a formação, a sensibilização do público, a participação do público e o acesso do público a informação sobre as mudanças climáticas, reconhecendo a importância dessas etapas para ampliar as ações previstas no presente Acordo”, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) traduziu na íntegra para o português o Acordo.
Língua primária de pelo menos 240 milhões de pessoas em todo o mundo, o português não é um idioma oficial da ONU e, por isso, o Acordo ainda estava sem tradução.
Acesse em português o Acordo de Paris, traduzido pelo UNIC Rio, e outras informações em português emhttps://nacoesunidas.org/acordodeparis
Mais informações, visita a página oficial do evento: www.un.org/sustainabledevelopment/climatechange

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...