segunda-feira, 7 de março de 2016

Via C/DEDAC/ FC.

P / Refletir  Querida Ser Humana ... 'traga Paz na Consciência !! Diga NÃO a Violência ... 

Nos momentos de Mais uma Semana que anteceder o 8 de Março - 'Dia Internacional da Mulher " , em Diversos rincões Deste Nosso querido Brasil Homens conscientes e Mulheres conscientes de SUAS existências ... empenham-se na  Mobilização pela Vida Plena Entre todos. Seres comprometidos com este bem-Viver em coletividade. Com PAZ. WRA / 16

"A enfermidade e Um Conflito Entre a Personalidade ea alma". O resfriado escorre QUANDO O Corpo NÃO chora. A dor de garganta entope QUANDO NÃO E Possível COMUNICAR como aflições. O Estômago arde when como Raivas NÃO conseguem Sair. Diabetes S invadir when um Solidão dói. O Corpo engorda when uma insatisfação aperta. a dor de cabeça-déprime when como duvidas aumentam. O Coração desiste when o SENTIDO da vida Parece Terminar. a alergia Aparece when o perfeccionismo FICA intolerável. como unhas quebram when como Defesas Ameaçadas ficam. O peito aperta when o Orgulho escraviza. a pressao sobe when o medo aprisiona. como neuroses paralisam when uma "Criança interna" tiraniza. a febre esquenta when como Defesas detonam como Fronteiras da Imunidade. Os joelhos Doem when o Orgulho Não Se dobra. O Câncer mata QUANDO NÃO SE perdoa e / ou cansa de viver. e como dores caladas? como Falam em Nosso Corpo? uma enfermidade NÃO e mA, Ela avisa when erramos a Direção.

O Caminho Para a Felicidade NÃO E reto, existem curvas, São OS Equívocos.   Existem Semaforos chamados Amigos, Luzes de precaução chamadas Família, e ajudará Muito ter nenhum Uma Caminho Peça de REPOSIÇÃO Chamada Decisão, hum do motor potente Chamado Amor, um bom seguro Chamado Determinação, abundante Combustível Chamado Paciência. "Mas principalmente hum maravilhoso Condutor Chamado Inteligência." Vamos dar Uma Chance um PAZ!

terça-feira, 1 de março de 2016

Via UNIC-Rio/ COMPAZ-FC


Chefe da UNESCO presta homenagem ao escritor e intelectual italiano Umberto Eco

Umberto Eco colaborava regularmente com os debates da agência da ONU. Para a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, ele “era apaixonadamente comprometido com a luta contra o racismo, com o diálogo entre culturas”. Confira a homenagem na íntegra, na matéria.
Umberto Eco colaborava regularmente com os debates da UNESCO. Foto: ONU / Paulo Filgueiras
Umberto Eco colaborava regularmente com os debates da UNESCO. Foto: ONU / Paulo Filgueiras
A Diretora-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, fez um tributo realizado em 22/Fev.16, ao escritor e acadêmico italiano Umberto Eco, que faleceu no dia 19 de fevereiro.
Figura intelectual de renome internacional, Eco era um colaborador regular nas reflexões e debates da agência da ONU. Em 1985, ele recebeu o Prêmio “Teleglobe McLuhan” do Canadá, por suas pesquisas no campo da mídia e da comunicação. A premiação conta com o apoio da Comissão Nacional da UNESCO no país.
Confira a homenagem de Bokova abaixo.
“Umberto Eco tinha uma curiosidade universal e um talento inigualável para compartilhar sua paixão pela cultura, com inteligência e humor.
Professor da Universidade de Bologna, uma das mais antigas da Europa, ele encarnou a tradição do italiano humanista, sabendo como construir pontes entre o conhecimento formal e o público em geral, entre a universidade, a mídia e a literatura.
Criou a teoria da “obra aberta” e foi apaixonado por todas as formas de cultura popular, dos livros de espionagem ao futebol.
Com seu toque humano, ele foi um amante do debate público à luz dos eventos atuais. Era apaixonadamente comprometido com a luta contra o racismo, com o diálogo entre culturas.
Ele nos deixa livros encantadores como ‘O Nome da Rosa’ e ‘Lector in Fabula’ (título também da versão em português), onde se percebe o surgimento de sua voz única, ao mesmo tempo lúdica e profunda. Ele fará muita falta.”

Emma Watson convoca homens e meninos a participar da campanha #HeForShe

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016


FEST’ Art. - PAZ / Folha Cultural Festival Show de Artes pela Paz  COMPAZ 

            Folha Cultural / NAArt -Vale + Parceiros
(Equipes: Agentes de  Apoio - AA/  Agentes de Relacionamento Coletivo A-RC)  

Programa de Captação de Recursos Humanos e Finanças de forma Colaborativa e Participativa – p/ suportes, aportes e repasses, e apoio e fomento das Ações do Sistema COMPAZ e Organizações Parceiras Afins na Região/Alvo.


                
Apresentação:
 Visto que através do Processo Sociocultural – faz-se a Ação mobilizadora e complementar na busca constante para a continuidade dos legados; base essencial do Ser Humano; e linhas fundamentais que passa pelo necessário relacionamento, intercâmbio e integração do referencial histórico- geográfico- turístico, de preservação e proteção Ecológica, assim como do Patrimônio Natural e Imaterial; e o possibilitar a Promoção da Manifestação das Expressões e seus Conteúdos. Bem como, estabelecer incentivos para a promoção do conhecimento com Desenvolvimento Sustentável,  bens e valores culturais para a Comunidade Artística-Cultural, pela autoestima e o bem-estar de Indivíduos, suas Produções e suas Localidades.   
   

  FC/ FEST’ Art. - Paz / Programa de Captação Colaborativa e Participativa de Recursos Humano e Finanças.  Proporcionar incentivo e envolvimento de Parceiros e Organizações Afins.  Possibilitar Suportes, Aportes e Repasses, a partir da promoção de recursos financeiros para elenco de Programas e Projetos do Comitê pela Paz/COMPAZ, deste modo conquistar o conseqüente sucesso com resultados permanentes junto aos envolvidos.              
    IDEALIZAÇÃO: Comitê pela Paz/COMPAZ - REALIZAÇÃO: Jornal/Revista FOLHA CULTURAL
         F’ Art.- Paz/ Festival Show de Artes pela PAZ


O Sistema Social caracteriza pelo conjunto de Indivíduos, e fatos e feitos, que vive em relacionamento para atingir resultados e, no propósito de inserir os Empreendedores dos Setores: Economia Criativa/EC e Economia Solidária/ES. Parceiros e Organizações Afins. Proporcionar criação de condições em geração de trabalho e renda, e com qualidade na remuneração gradativa através da Gestão do Conhecimento/GC – implantado no Sistema COMPAZ (Departamentos / Núcleos / Divisões / Setores/ Programas/ Projetos...)  Andrade, WR/11.

INOVAÇÃO – é uma atividade de risco: nunca se sabe o resultado... Portanto, o risco funciona como estímulo / desafio (conhecimento e velocidade).


Capital Humano – o produtor de riquezas, de prosperidade – e não, e tão somente um trabalhador.
Economia Comportamental – altruísta / compartilhante /colaborativa/ participativa /coletiva.  (Adaptação: Wilson Rodrigues de Andrade/Produtor Cultural/11)

      Fest’ Art-PAZ – Programa de Captação de Recursos Humano e de Finanças – para Suportes/ Apostes/ Repasses – de forma Colaborativa e de Relacionamento Participativo com processo mobilizador – iniciativa de estreitar Intercâmbio junto a Comunidade Sócio - Artístico - Cultural em localidades na Área de atuação do COMITÊ pela PAZ /COMPAZ – com proposito de apoiar o fomento do Potencial e valorização da Produção Artesanal e Artística, e suas Manifestações, e suas Expressões e seus Conteúdos Culturais – oportunizar os Cadastrados do C/ NAArt -Vale /NV e envolvidos.
        Fest’ Art. - PAZ: Suporte para novos recursos financeiros oriundos do Fest’ Art-PAZ – passa a ser complementação necessária p/ ampliação de acesso na Produção, Promoção, Difusão, Memória e reinvestimentos no desenvolvimento das Ações; além de serviço e estrutura do COMPAZ na Região/Alvo –  inclui a publicação do Periódico formato Tabloide - Jornal/Revista FOLHA CULTURAL, uma Produção Editorial do N- PED/FC, com 4 (quatro) Edições/Ano e, assim  efetivar elenco de Programas e Projetos/Ação do Sistema COMPAZ, e / ou de Organizações Parceiras Afins.                    
                                          C/ Depto. Editorial, Divulgação, Artes e Cultura/ DEDAC.
             

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.


Na volta às aulas, ONU Mulheres lança iniciativa educacional sobre igualdade e violência de gênero

Agência da ONU divulga currículo e planos de aulas para o ensino fundamental sobre igualdade de gênero e enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas. Iniciativa “O Valente Não é Violento”, que atua pelo fim de estereótipos de gênero e comportamentos machistas, produz conteúdo pedagógico livre, para colaborar na formação de estudantes no Brasil. A oferta pública de materiais se integra ao Dia Laranja deste mês, celebrado a cada dia 25 no mundo inteiro, pela campanha do secretário-geral da ONU “UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.
Na volta às aulas, a ONU Mulheres divulga currículo e planos de aulas para o ensino fundamental sobre igualdade de gênero e enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas
Para prevenir a violência decorrente do machismo nas Escolas, a iniciativa “O Valente Não é Violento”, integrada à campanha do secretário-geral da ONU “UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, traz um Currículo de Gênero para conscientizar meninos e meninas sobre o Direito das mulheres de viver uma vida livre de violência.
As aulas abordam os seguintes temas: Sexo, gênero e poder; Violências e suas interfaces; Estereótipos de gênero e esportes; Estereótipos de gênero, raça/etnia e mídia; Estereótipos de gênero, carreiras e profissões: diferenças e desigualdades e Vulnerabilidades e Prevenção. O projeto foi financiado pelo União Europeia e revisado pela área de Projetos de Educação da UNESCO.
A campanha da ONU reconhece as instituições de ensino como contextos privilegiados para uma formação integral de meninos e meninas e para o exercício da cidadania, considerando seu papel central na promoção de mudanças sociais.
Para a elaboração do currículo, foram pesquisados marcos legais e políticos que apontam para a necessidade da inclusão de discussões acerca desses temas no espaço escolar e experiências de trabalho capitaneadas pelas políticas públicas e por Organizações da Sociedade Civil.
O programa considera as diretrizes do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM 2013-2015), que apontam para a necessidade de promover a inserção de temas voltados para a igualdade de gênero e valorização das diversidades nos currículos, materiais didáticos e paradidáticos da educação básica.
O PNPM destaca, ainda entre os seus objetivos, a necessidade de “consolidar na política educacional as perspectivas de gênero, raça, etnia, orientação sexual, geracional, das pessoas com deficiência e o respeito à diversidade em todas as suas formas, de modo a garantir uma educação igualitária e cidadã”.
A ONU Mulheres vê a inclusão de discussões sobre as temáticas de gênero nos currículos necessária para a formação de professoras e professores do ensino médio, favorecendo análises e processos de reflexão sobre as desigualdades de gênero, étnico-racial, geracional, diversidade sexual, identidade de gênero e as violências.
Educadoras, educadores e organizações podem entrar em contato para saber mais sobre o currículo da ONU Mulheres pelo e-mail ovalentenaoeviolento@gmail.com
Na volta às aulas, a ONU Mulheres divulga currículo e planos de aulas para o ensino fundamental sobre igualdade de gênero e enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas
Dia Laranja – A oferta pública do currículo e dos planos de aula acontece no contexto das atividades do Dia Laranja, celebrado mensalmente a cada 25 por proposição da campanha do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, “UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, como momento para ampliar a conscientização e agir pela eliminação da violência contra mulheres e meninas.
Sendo uma cor vibrante e otimista, o laranja representa um futuro livre de violência contra mulheres e meninas, convocando ativistas, governantes e membros das Nações Unidas a se mobilizar pelo tema da prevenção e eliminação da violência contra mulheres e meninas, não só uma vez ao ano, no 25 de novembro – Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres –, mas todos os meses.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.

Brasil: ONU Mulheres critica tentativa de retirada da atribuição da perspectiva de gênero de ministério

Confira a nota pública da ONU Mulheres sobre a perspectiva de gênero como condição para a garantia de direitos das mulheres brasileiras.
Mulheres debatem desenvolvimento econômico e social durante a Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. Foto: Marcello Casal Jr/Abr (arquivo)
Mulheres debatem desenvolvimento econômico e social durante a Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. Foto: Marcello Casal Jr/Abr (arquivo)
“A ONU Mulheres Brasil observa com extrema preocupação as propostas de mudanças na legislação brasileira que depõem contra os direitos das mulheres, conquistados no Brasil e consagrados no arcabouço internacional.
No momento em que os Estados-membros das Nações Unidas iniciaram a implementação da Agenda 2030, que inclui o conjunto de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030 – onde 12 transversalizam a perspectiva de gênero – é notório o teor retrógrado que tais propostas legislativas posicionam o Parlamento brasileiro, dissociando-se dos esforços mundiais para eliminar todas as formas de discriminação.
A ONU Mulheres rechaça a tentativa de retirada da atribuição da perspectiva de gênero da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SEPM) do Ministério das Mulheres, Igualdade de Gênero e Direitos Humanos devido à estrutural desigualdade de gênero existente na sociedade brasileira, que vulnerabiliza a vida de 51% da população brasileira formada por mulheres.
A SEPM é reconhecida por sua liderança no avanço dos direitos das mulheres nas Américas e na formulação de políticas de empoderamento das mulheres, em curso desde a sua criação, em 2003, no governo brasileiro.
Por fim, alertamos que a paridade de gênero é um dos princípios para as transformações urgentes e concretas que a humanidade necessita, instaurando a equidade como valor máximo para as relações humanas, políticas, econômicas e sociais, a exemplo do que propõe a iniciativa global “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”, liderada pela ONU Mulheres.”

domingo, 21 de fevereiro de 2016


Educar para a PAZ...
        
   A Cultura de Paz – passa pelo pensar globalmente e o agir localmente, na medida em que nossa atitude se torna coletiva.
         Na Constituição Brasileira de 1988, a exaltação da Paz está expressa, como também nas Constituições de Países latino-americanos, assim com de muitas outras Nações. A Declaração Universal dos Direitos Humanos relaciona a Paz com as atividades e anseios dos Povos no Mundo. Não só pela relevância da expressão ‘Paz’. A Cultura de Paz extrapola o acolhimento constitucional e legal de seu teor. Pois esta proporciona fortalecimento aos Pactos firmados e celebrados pelas Nações – tudo isso torna de grande importância na defesa da PAZ. Entretanto, a Cultura de Paz é decisiva para sua vigência efetiva no Processo Civilizatório da Humanidade – na vida concreta dos Povos; ou seja, no instante que compõe: Constituição, Leis, Pactos, mecanismos de controle, em que o pressuposto deve objetivar o criar condições facilitadora da Cultura de Paz. 
       A ideia de Paz acolhida nas mentes e nos corações resulta da busca pela conscientização através da inteligência e da vontade. Cultura de Paz – devotamento a Causa da Paz – do Ideal Pacifista, disseminação do sentido de Paz em todo o organismo social, no âmbito nacional e internacional. Este é o desafio com o esforço da convivência humanística e de seu processo civilizatório na atualidade.    
       A Cultura de Paz pede um imenso esforço da Educação. Trata de uma empreitada específica, relacionado a um objetivo escolhido, ou seja, Educar para a Paz, educar para o florescimento, a manutenção e a Defesa da Paz – o que se deve pretender é a Educação para plasmar na alma das Pessoas, dos Grupos Sociais, dos Povos – e deste modo, criar Consciência Coletiva. Este esforço educacional terá, necessariamente, diversas fronteiras de atuação: na Escola, na Família, nas Igrejas, nas Organizações da Sociedade Civil, nas Organizações Intergovernamentais, nos Meios de Comunicação. A empreitada não é fácil; sabedores que somos que a Defesa da Paz não é unânime. Há atores sociais que desejam a guerra, que vivem da guerra. Há forças que alimentam a discórdia, que desencorajam o diálogo, que sabotam todo e qualquer esforço pacifista.
       O manter em vigilância; para contrapor o entendimento à ‘surdez’ no ouvir, a mesa de negociações, às trincheiras, o convívio entre as Nações isoladas, este esforço cabe aos arautos da PAZ em toda parte do Planeta e entre os Povos pela Cultura de PAZ...

      Wilson Rodrigues de Andrade - Membro- Fundador e Sec. - Geral do COMPAZ/FC- TR/2013.
       

 

 Jornalismo Pacifista-Cultural nossa Missão. FOLHA CULTURAL     Ciência e Artes… Instrumento facilitador da Cultura de PAZ – o Mundo Conte...