terça-feira, 4 de agosto de 2015

Aiea atua na segurança alimentar e mudança climática

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Laboratórios da agência da ONU trabalham para deixar alimentos mais seguros e combater os impactos do clima; tecnologia do setor é usada também na luta contra o câncer.
Técnico da Agência Internacional de Energia Atômica. Foto: Aiea
Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.*
A Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, está expandindo o campo de ação para atuar nos setores de alimentação e mudança climática.
A informação foi dada pelo vice-diretor-geral do departamento de Ciências e Aplicações Nucleares da Aiea, Aldo Malavasi.
Canela e Pimenta
De Viena, em entrevista à Rádio ONU, Malavasi falou sobre as operações da agência para garantir a segurança dos alimentos.
"Através da aplicação nuclear, nós conseguimos facilmente ter um alimento mais seguro. Porque você usa, por exemplo, a radiação do alimento e aí você não consegue imaginar hoje alguns tipos de alimento que não tenham sido tratados. Por exemplo, as especiarias como pimenta do reino, canela, tudo isso é tratado. Se isso não for tratado por radiação, simplesmente surgem fungos e bactérias que podem causar transtornos alimentares."
O vice-diretor da Aiea disse que a agência atômica não cuida somente de energia nuclear. Além dos alimentos, ela atua também no combate à mudança climática e na luta contra o câncer.
Aviões
Malavasi disse que os laboratórios da Aiea trabalham também para monitorar os equipamentos de radiação que combatem os tumores.
Ele explicou que os especialistas fazem a dosimetria, quer dizer, a regulagem dos aparelhos em muitos países que não tem essa capacidade.
O representante da agência da ONU disse ainda que, por exemplo, todos os fios e cabos de aviões e carros novos vendidos no mundo inteiro passam por um tratamento nuclear.
Depois de receberem esse tratamento, os fios se tornam mais resistentes a altas temperaturas, quer dizer, eles apresentam maior resistência no caso de incêndios.
Malavasi disse ainda que até mesmo as obras de arte e esculturas também recebem tratamento nuclear. Com isso, elas estão protegidas contra a ação de fungos e bactérias.
*Apresentação: Leda Letra.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015


Parceria pela Caminhada Pacifista...UNIC/Rio - COMPAZ/Folha Cultural/FC

                        Entre nossos Parceiros neste trilhar Pacifista-Cultural focalizamos: UNIC-Rio (Centro de Informação das Nações Unidas/ representação da ONU no Brasil com sede na Cidade do Rio de Janeiro) e o CONDEPAZ (Conselho Brasileiro de Defesa da PAZ), que em consonância COMPAZ e ONGs. Afins – promover facilitadores da Cultura da Paz – o possibilitar da Caminhada pelo Desenvolvimento Sustentável, e na eliminação de mecanismos de exclusão sócio-artístico-cultural, e pela existência digna para futuras gerações – nosso desafio pela Vida plena no Século XXI Construção do Conhecimento e Liberdade entre os Povos.
P/10/ Folha Cultural. Ecos da R+20  
Debate sócio- ambiental. Devemos fazer a nossa parte!(FC # 20)
   


Pretendemos neste Espaço possibilitar debates e reflexões no âmbito das Cidades -  Região/Alvo, de auto nível; e com reivindicações sem monopólio político- partidário, e sim de ideias,   fazer avançar a consciência com responsabilidade sócio - ambiental para formas superiores de relacionamento e  gerenciamento  de Apoio as políticas  públicas  para o Desenvolvimento Sustentável. Envie  para nossa PÁGINA – seu comentário  e sua Informação/Cidadã.

P/ box. A Preservação do Meio Ambiente não pode ser pretexto  para expulsar os menos favorecidos . Se existem Leis Ambientais, se faz necessário que exista também leis de proteção, promoção e desenvolvimento para com o relacionamento social nas Comunidades. Departamento  para Assuntos de Meio Ambiente do COMPAZ - C/DAMA.    

Receita Ambiental...                
   * Uma iniciativa simples, que teve origem no Estado de São  Paulo, em 2006, tem ajudado a prefeitura de Apucarana, no Paraná, a recuperar e preservar os Rios Pirapó, Tibagí, e Ivaí, que banham a cidade e outros municípios da região central do Paraná. Trata-se do Projeto Oásis Apucarana que, através do pagamento por serviços ambientais, incentiva cerca de 130 pequenos agricultores a conservar áreas naturais, áreas de preservação permanente e reservas legais. Eles recebem entre R$ 850 a R$ 7 mil por ano para garantir que os rios não sejam assoreados, sujos e que a vegetação nas suas margens não fique degradada / Col.  de A. Vieira /O Globo- fev.11

                CARTA DA TERRA /Preâmbulo.

                            Conferência da Organização das Nações Unidas /ONU – sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Realizada no Rio de Janeiro - Brasil, durante os dias 3 a 14 de junho, de 1992, reforçando a Declaração das Nações Unidas da Conferência sobre  Meio Social , realizada  em  16 de junho de1972, em Estocolmo e buscando efetuar realizações baseadas nela, com o objetivo de estabelecer uma parceria global e equiparável através da criação de novos níveis de cooperação entre  os Estados , setores chaves das sociedades e populações , trabalhando para que se formem acordos internacionais que  respeitem  o interesse de todos e  protejam a integridade do meio ambiente e do sistema de desenvolvimento  global , reconhecendo a interdependente  e complexa natureza da Terra, nosso Lar.

            AGENDA  21  e  Parceiros Sociais para o Desenvolvimento Sustentável .

         No dia 22 de dez. de l 989, a Assembléia geral /ONU – convocou um encontro global  para  elaborar estratégias que interrompessem  e revertessem os efeitos da degradação ambiental “no contexto de crescentes esforços nacionais  e internacionais para promover o desenvolvimento saudável em todos os Países” .
        A Agenda 21 adotada na Rio’ 92 – é a resposta da comunidade internacional   para  a Convocação 89 –  É um abrangente  programa de ação  a ser implementado  - a partir de então , e se prolongando  no Séc.: XXI  -  junto aos governos , agencias  de desenvolvimento , organizações da  sociedade civil   , organizações  das Nações Unidas  e grupos  setoriais  independentes  em cada área  onde a atividade   econômica e humana afeta o meio ambiente.
        Fundamentando a Agenda 21 – está a convicção de que a Humanidade chegou a um momento de definição em sua história . Podemos continuar com nossas políticas atuais, que servem  para aprofundar as divisões  econômicas  que existem  dentro  dos países e entre os países ; que aumentam a pobreza , a fome , a doença e o analfabetismo em todo o mundo ; e que estão  causando a contínua  deterioração dos ecossistemas de que dependemos para a vida na TERRA.
        Ou podemos mudar de rumo. Podemos melhorar os padrões de vida daqueles que sofrem necessidades. Podemos  administrar e proteger melhor os ecossistemas e tornar realidade um futuro mais próspero  para todos nós .” Nenhuma nação pode  alcançar esse objetivo sozinho” –  afirma           Maurice Strong,  secretario - geral  da Conferência  (  no preâmbulo da Agenda 21 ) . “... mas juntos podemos, através de um a parceria global para o Desenvolvimento Sustentável”.

            A Agenda 21 – aborda a necessidade crucial de envolver os grandes grupos sociais nas políticas  e nas atividades em todas as suas áreas - programas.
            Jovens (capitulo 25 ) – Estes representam  cerca de 30% da população  mundial  e precisam participar das decisões que  vão determinar seu futuro. Os planos de desenvolvimento devem garantir que as pessoas jovens sejam providas  de um meio ambiente saudável , melhores padrões de vida , educação e oportunidades de emprego.
            Organizações Não - Governamental (Cap.: 27 ) – As ONGs. Desempenham um papel vital na participação democrática e dominam especializações múltiplas em campos importantes para o desenvolvimento sustentável. O Sistema das Nações Unidas e os governos devem fortalecer  mecanismos que envolvam  as  ONGs na tomada de decisões.
                Autoridades locais (Cap. 28) – Sua participação plena nos Programas da Agenda 21 – é crucial. Elas supervisionam o planejamento, mantêm  infra- estrutura, estabelecem regularizações  ambientais, ajudam na implementações de políticas nacionais  e são fundamentais para a mobilização do público no apoio ao Desenvolvimento Sustentável.
              Ficou proposto que até l996 – praticamente – todas as autoridades locais de cada País deveriam   chegar  num  consenso  com os Cidadãos , as Organizações locais e as Empresas  privadas no que diz respeito a uma  Agenda 21 / local .

             Princípio XXVII da Carta da Terra .
                        Os Estados e Pessoas devem Cooperar de boa fé e com espírito de solidariedade para o cumprimento dos Princípios  atestados  nesta declaração  e no futuro desenvolvimento  de um acordo internacional sobre Desenvolvimento Sustentável. 
                                                                                                          
                                                Pesquisa e organização de: Wilson Rodrigues  de Andrade/FC
    

Energia renovada  avança  lentamente 

Segundo estudo, geração via fonte limpa será de 46,3% no país em 2020.

  O crescimento das fontes renováveis na matriz energética brasileira será pequeno  nesta década. Até 2020, a participação desse tipo de fonte de energia, como hidráulica, eólica, etanol e biomassa, vai passar dos seus 44,8% para 46,3%. A estimativa consta do Plano Decenal de Expansão Energética 2020, elaborado pela Empresa de Pesquisa  Energética ( EPE) . Enquanto a geração hidrelétrica cairá  de 14,2% para 12,5%, a com cana- de- açúcar passará para 21,8% contra os atuais 17,7%. Já a geração baseada em outras fontes renováveis, principalmente eólicas, passará de 3,4% para 3,7%.

            O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, reconheceu que o  crescimento das energias renováveis é pequena .Mas destacou que, como a matriz energética brasileira tem o maior potencial de fontes renováveis do mundo, já é um grande desafio   - com um crescimento econômico médio de 5% ao ano – conseguir manter essa taxa e até mesmo crescer um pouco. A média mundial de fontes renováveis na matriz energética é de l3% . Nos países desenvolvidos, a taxa cai para  apenas 7%.
-    O grande desafio é justamente manter o atual nível, que já é muito alto. O crescimento das fontes renováveis é pequeno, mas considerando o crescimento econômico, cresce um pouco as (fontes) renováveis já é algo  extraordinário – destacou  Tolmasquim, e que negou a possibilidade de  concretização dos planos do empresário  Eike  Batista de construir no Brasil usinas que usariam carvão de suas minas na Colômbia. – A prioridade do governo será as usinas hidrelétricas e de  biomassa. O governo não cogita  autorizar a construção de usina a carvão.

O Brasil terá de investir  R$ l,01 trilhão na expansão de todas fontes de energia -  eletricidade  à produção de petróleo e gás e biocombustíveis  - até 2020, desse total , R$ 686 bilhões , ou 67% , serão destinados ao setor de petróleo e gás natural,  sendo que metade desse investimento será estatal , principalmente da Petrobras.

                                                            De: Romana Ordoñez /O globo .7/junho/2011.    

  



 Rio + 20 e o Código Florestal ( Pág.  ECO...)  ( fechar Pág.../ FC # 20)

        O Rio de Janeiro – Brasil, grande palco para a  Conferência da Organização das Nações Unidas  sobre  Desenvolvimento Sustentável – a Rio + 20 .  Chefes de Estado e de governo, além de Delegados. Na pauta do evento internacional, a economia verde e o papel das instituições no combate  a pobreza e a governança global no contexto do desenvolvimento sustentável. Vinte anos após a Rio 92, a Conferência da OUN sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, podemos observar (nós brasileiros), ao contrário de muitos Países ricos, tem um histórico de contribuição para a preservação do planeta e para a busca de compromissos globais que assegurem um modelo  sustentável  de desenvolvimento que garanta a sobrevivência  das atuais e das futuras gerações.
       Cabem ao Parlamento brasileiro e, também, Organizações da Sociedade Civil, Comunidade Científica, Agricultura Familiar e Entidades Afins para um permanente debate com objetivos de formular e colocar em Ação/Cidadã Legislação Participativa, equilibrada e compatível  com o País Seleiro  do Mundo; e que  garanta nossa produção agrícola sem abrir mão de nossa riquíssima biodiversidade, estratégico instrumento para nosso futuro. Nós do COMITÊ pela PAZ/ COMPAZ – através do Departamento  p/ Assuntos de Meio Ambiente (DAMA )  - desde nossa criação, em 1985,  nos dedicamos neste propósito;  parte integrante da Cultura da Paz entre os povos. FC/ WRA/15


Cinco Países fornecem dados sobre redução de emissões por desflorestamento para ONU/Dez. de 2014.
 Colômbia, Guiana, Indonésia, Malásia e México apresentaram formalmente essa informação à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Em junho de 2014, Brasil foi o primeiro País a entregar voluntariamente esse registro sobre o estado de suas Florestas. 


Pacto Global da ONU promove consulta online sobre Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (FC # 20 ) ( colocar Arte...
         
           Com o fim do prazo dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio/ODM, em 2014, os países reunidos na Conferência Rio+20 concordaram com a necessidade de estabelecer novas metas de desenvolvimento humano – que serão traduzidas por meio dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ou ‘ODS’.
        A contribuição do setor privado para a definição dos ODS está sendo liderada pelo Pacto Global das Nações Unidas/ONU. Em todo o mundo, representantes de Empresas de diversas partes são convidados a contribuir com as prioridades e os mecanismos de implementação dessas Metas, que deverão ter um prazo de 15 anos para ser cumpridas.
Em 2013, o Pacto Global realizou uma pesquisa com mais de 1.700 Organizações, em carca de cem Países, para definir os principais focos para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. O Brasil participou com 99 Empresas. Dez temas foram apontados.      
           O seguimento a este processo será uma consulta online, promovida pelo Pacto Global em parceria com a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial/ONUDI. Desta vez, a meta é definir os meios práticos para efetivar esses Objetivos.
           O questionário online irá reunir opiniões sobre os seguintes temas: Desenvolvimento de políticas públicas que promovam a Sustentabilidade corporativa; Promoção de Parcerias; Incentivo a práticas financeiras sustentáveis; Posicionamento das pequenas e médias Empresas; e Construção da confiança pelo avanço da transparência e da prestação de contas. Boletim da ONU Brasil /FC.  


 A mesma AGENDA para um Mundo diferente... ( FC # 20)

A Rio+20 se amparou em um Documento, a Agenda 21, elaborada na Conferência Eco Rio92, de duas décadas atrás. Trata-se de uma Carta de Intenções que propõe a visão conjunta de temas econômicos, sociais e ambientais. Entre as áreas prioritárias – que, inclusive, ganharam suas próprias Conferencias da ONU – estão mudanças climáticas, biodiversidade, desertificação e responsabilidade corporativa.
 A Agenda 21 foi revista em 2002, num Encontro em Joanesburgo, momento em que foi observada a necessidade de fortalecimento de ações para tirá-la do papel. O processo continua, mas deve ser intensificada sua prática. A Rio 92, foi profética – os problemas detectados,  são em nossos dias, factuais, mensuráveis e as soluções estão ao nosso alcance. Sociedade Civil, e Governos no âmbito local, estadual e federal. Agora, a audiência, a partir da  Rio+ 20, ganhou  corpo e abrange público tão diferentes, tais como: os Jovens, Empresas, ONGs, Sindicatos, Cientistas, Associações de Juristas, de Jornalistas, de Trabalhadores e Produtores Rurais. Portanto, passaram-se, desde 2012, e, temos um Mundo diferente, em termos de tecnologia e globalização, mas também de participação, e devemos expandir a discussão para outros temas e/ou subtemas como Sustentabilidade urbanística. A Economia Verde não deve se restringir às florestas e à agricultura. Debater o Desenvolvimento Urbano é fundamenta assim com a Mobilidade e Ação/Cidadã pela Vida plena no Planeta...  FC/WRA/15.
  
Limpeza  ( FC # 21 )
 De : Luiz C.D. Malta.
 Vivemos, em algumas das principais cidades brasileiras, um momento particularmente importante. Com seus aterros esgotados ou em vias de esgotamento, é chegado o momento de escolherem o caminho a seguir para a destinação final do lixo gerado por suas populações. A decisão que for tomada  de imediato com certeza  afetará as próximas gerações de cidadãos.
      Não precisamos reinventar nada. É só seguir o exemplo dos “mais velhos”. Em l999, a União Europeia, preocupada com o aquecimento global, recomendou a redução drástica do lixo biodegradável para aterros, com metas de redução a partir de 2006 e até 2016. Vários de seus membros atingiram, em 2004, as metas de 20l6. O destino preferencial do lixo não reciclável naqueles países, assim como no Japão e nos chamados “tigres asiáticos”, é a sua utilização como combustível  para geração de energia  elétrica ou térmica .
       Mais de l40 milhões de toneladas de lixo urbano, por ano, já são utilizados como combustível. Seguem o que recomendou o relatório do IPCC/ONU sobre o aquecimento global: reciclar no limite possível, e usar o lixo não reciclável como combustível para gerar energia, evitando a formação do metano contido no biogás dos aterros.
        Ao contrário, nós brasileiros enterramos diariamente mais de l00 mil toneladas deste combustível...  Reservamos ao lixo apenas o seu papel de vilão: de poluir o ar, de contaminar reservas de água potável com o  chorume , de causar doenças ambientais  decorrentes dos vetores e da contaminação  da água e de condenar à subvida  aqueles que catam  nos lixões  o seu sustento.
      E por que  os Municípios não alteram este quadro ?
      As alegações mais comuns são a falta de tempo e recursos financeiros  para adotar soluções  mais modernas que promovam a reciclagem  energética do lixo.
        O tempo é curto porque não há planejamento. Um aterro “avisa” pelo menos 5 anos antes que estará se esgotando ; a implantação de uma tecnologia moderna ,  do projeto até a operação, não demanda mais do que 3 anos. Os aterros podem perfeitamente continuar operando enquanto se constroem  soluções definitivas .
         O outro argumento é a escassez de recursos. A iniciativa privada, atraída pela possibilidade de geração de energia, demonstra interesse na implantação de usinas em regime de Parceria Público - Privada/PPP. Por outro lado, já existe tecnologia nacional de reciclagem do lixo, ao alcance da capacidade financeira dos nossos empreendedores públicos ou privados.
          A esperança é que estas importantes decisões não sejam tomadas apenas no horizonte do curto prazo. Pelo bem dos milhões de cidadãos eleitores que habitaram o País neste Século.
                                                                                 
                                                                                      Luiz C. D. Malta – é consultor.


Corredor Ecológico...
 Criação de um Corredor Ecológico Colômbia/ Brasil /Venezuela. Com proposta de Colômbia ‘Corredor Ecológico “para proteger um vasto território montanhoso e selvagem do Norte do Atlântico Sul e fazer um aporte para deter as mudanças climáticas”, o Presidente Juan Manoel Santos, da Colômbia, neste, 16 de Fev. de 2015. O Corredor Ecológico, pela proposta p/ ser formado em 62% do território do Brasil/ 34% da Colômbia/ 4% da Venezuela (com 135 milhões de hectares). Será apresentado em Paris no final deste ano na ‘ Cúpula das Mudanças Climáticas’ a COP 21... 
Audiência discute benefícios para florestas plantadas...
A criação de incentivos às florestas plantadas foi o tema ( inicio de maio/15) de uma  Audiência Pública conjunta da Comissão de Meio Ambiente/ CMA e de Agricultura e Reforma Agrária/ CRA. Na mesma oportunidade deverá  estará sendo debatido a  união da Entidades que representam o Setor, constituindo  a Industria Brasileira de Árvores/ IBÁ – uma associação que reúne empresas da cadeia produtiva de árvores plantadas, desde o campo até a indústria. A atividade tem sido uma importante fonte de emprego e renda. O Ministério da Agricultura estima que a área de florestas comerciais, passará dos atuais 6 milhões de hectares para 9 milhões de hectares até 2020.   Fonte. Jornal do Senado/Resumo FC.
  Agenda 21/ Local – Direito de todos.

Desafios e Preservação do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável também para Três Rios/Estado do Rio de Janeiro...  Lei de no.  2.370 de 23 de Dezembro de 1999, criada no âmbito do Município de Três Rios – Programa da Agenda 21/ Local. Dentre os Art., o 2º... ..., sobre a execução do referido Programa... ...que é de responsabilidade do Poder Executivo municipal instituir o Fórum 21, e deverá ter sua composição, estatuto e registro aprovado pela Câmara Municipal. O referido Fórum deverá ter em sua composição  representações  das principais Instituições  legalmente constituídas no Município trirriense.  WRA/06 / FC.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Via UNIC-Rio /COMPAZ-FC.

Relator especial da ONU sobre a tortura visita o Brasil
 AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA
O especialista compartilhará suas observações e recomendações preliminares com a mídia numa coletiva, na sexta-feira, 14 de agosto, na Casa da ONU em Brasília.
ACNUDH
O relator especial das Nações Unidas, Juan E. Méndez, visitará o Brasil de 3 a 14 de agosto de 2015 para identificar e avaliar os principais desafios relacionados à tortura e aos maus-tratos no país.

“Espero ansiosamente conversar com o governo brasileiro sobre a forma de enfrentar os desafios relacionados à garantia do Estado de Direito, promoção de responsabilização e cumprimento do direito de reparação às vítimas”, disse o especialista independente encarregado pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas de monitorar e relatar sobre o uso de tortura e de outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes em todo o mundo.
Durante sua visita de 12 dias, o relator especial se reunirá com autoridades competentes e instituições de direitos humanos na esfera federal e estadual, assim como com organizações da sociedade civil internacionais e regionais, com vítimas e suas famílias.
Méndez, que visita o Brasil a convite do Governo, vai viajar para vários estados, para realizar visitas não anunciadas a locais de detenção, como delegacias de polícia e penitenciárias.
O especialista compartilhará suas observações e recomendações preliminares com a mídia numa coletiva, na sexta-feira, 14 de agosto de 2015, na Casa da ONU em Brasília. Para obter mais informações sobre a coletiva de imprensa, entre em contato com Valéria Schilling (+55 21 2253 2211 / +55 21 9820 20171 /valeria.schilling@unic.org).
O relator especial apresentará um relatório final ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em março de 2016.
Juan E. Méndez (Argentina) foi designado relator especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre tortura e outros tratamentos ou punições cruéis, desumanos e degradantes em novembro de 2010. Méndez dedicou sua carreira legal à defesa de direitos humanos e tem uma longa e notável carreira em todas as Américas. Ele atualmente é professor de Direito da American University – Washington College of Law e copresidente do Instituto de Direitos Humanos da Associação Internacional de Advogados (International Bar Association). Para saber mais, acesse:http://www.ohchr.org/EN/Issues/Torture/SRTorture/Pages/SRTortureIndex.aspx
Os relatores especiais são parte dos Procedimentos Especiais do Conselho de Direitos Humanos. Os Procedimentos Especiais é o maior órgão de especialistas independentes do Sistema de Direitos Humanos das Nações Unidas e designa o mecanismo independente que investiga e monitora fatos do Conselho que responde tanto a situações específicas de países ou questões temáticas em todas as partes do mundo. Estes especialistas trabalham de forma voluntária; não são funcionários da ONU e não recebem salário por seu trabalho. São independentes de todos os governos ou organizações e servem em sua capacidade individual.
Para mais informação e pedidos da mídia, entre em contato com Andrea Furger (+41 79 444 4078 / afurger@ohchr.org) ou Petrine Leweson (+41 79 444 3993 / pleweson@ohchr.org)
Para outros pedidos da imprensa relacionados aos especialistas independentes da ONU, contatar:
Xabier Celaya, Direitos Humanos ONU – Unidade de Mídia (+ 41 22 917 9383 /href=”mailto:xcelaya@ohchr.org”>xcelaya@ohchr.org)
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Veja o índice Universal de Direitos Humanos: http://uhri.ohchr.org/en

quarta-feira, 29 de julho de 2015


Via UNIC-Rio/ COMPAZ-FC.

Campanha #douesperança da ONU oferece apoio às vítimas de tráfico de pessoas

 AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA
World_TIP_Day_Illustration_ENComo parte das ações em alusão ao Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, celebrado em 30 de julho, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lança a hashtag #douesperanca. Em 2014, a campanha teve grande sucesso com o envolvimento de várias pessoas, no mundo todo, que mandaram suas fotos formando um coração com as mãos.
Este ano a campanha se repete, pedindo aos usuários das redes sociais que tirem fotos e postem usando a hashtag #douesperança. A ideia é expressar a solidariedade com milhares de vítimas do tráfico de pessoas, devolvendo-lhes o que lhes foi roubado: a esperança.
A Campanha Coração Azul contra o Tráfico de Pessoas do UNODC foi implementada no Brasil em parceria com o Ministério da Justiça e com o apoio institucional do Grupo Globo. O objetivo da campanha é sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre este crime, que ainda afeta a milhares de pessoas em todo o mundo. A campanha também destaca os mecanismos de denúncia, fundamentais para a investigação e conclusão dos casos.
Para saber mais, acesse a página da campanha internacional, clicando aqui.
Via UNIC-Rio/COMPAZ-FC.
A mesa-redonda “Mulher Negra: Redução das Desigualdades e Desenvolvimento Econômico na América Latina e no Caribe” destacou os compromissos da Década Internacional de Afrodescendentes (2015 a 2024), lançada no Brasil dia 22 de julho.
A maioria na plateia era mulheres. Fotos: Gov Ba/Eloi Correa
A maioria na plateia era mulheres. Fotos: Gov Ba/Eloi Correa
Marcando o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), esteve presente dia 24 na mesa-redonda “Mulher Negra: Redução das Desigualdades e Desenvolvimento Econômico na América Latina e no Caribe“, promovida pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM-BA), em parceria com Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia (SEPROMI).
O evento faz parte do ciclo de celebração do governo do Estado da Bahia ao dia internacional e destacou os compromissos da Década Internacional de Afrodescendentes (2015 a 2024), lançada no Brasil dia 22 de julho. O debate foi realizado no auditório do Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador e transmitido por videoconferência para 11 cidades do interior do estado.
Na plateia estavam membros de organizações governamentais, acadêmicos(as), sociedade civil, entre outras pessoas interessadas em discutir os desafios enfrentados pelas mulheres negras na América Latina e Caribe.
A responsável de projeto em Gênero e Raça do UNFPA, Ana Claudia Pereira, destacou os esforços feitos pelo Fundo e pela ONU para garantir que as mulheres negras tenham seus direitos garantidos e efetivados, e ressaltou que a Década Internacional de Afrodescendentes surge como uma grande oportunidade de colocar em visibilidade a violência que as atingem em todo o mundo.
Ela destacou iniciativas do organismo no Brasil como a promoção de debates sobre saúde materna, violência obstétrica e racismo, o mapeamento e produção de evidências sobre a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, entre outros.

  Trabalho/Obra | *WRA.                                                                                                                     ...