quarta-feira, 29 de julho de 2015


Via UNIC-Rio/ COMPAZ/FC.

ONU promove oficina sobre ‘Afrodescendentes e Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos’

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As inscrições para participar da oficina estão abertas até 03 de agosto para as 30 vagas disponíveis. O evento acontecerá na Casa da ONU em São Paulo.
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O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) abriram inscrições nesta segunda-feira (27) para os interessados em participar da 2ª edição da Oficina “Afrodescendentes e o Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos”. que será realizado na Casa da ONU em São Paulo (SP).

A atividade, que ocorre no âmbito da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), lançada no Brasil em 22 de julho deste ano, tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre o Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos no contexto da luta contra o racismo em todo o mundo e a promoção dos direitos humanos de afrodescendentes.
A Oficina disponibiliza 30 vagas e é voltada para pessoas que atuam na promoção de direitos humanos e enfrentamento ao racismo em suas intersecções com direitos das mulheres, população jovem, população LGBT, religiões de matrizes africanas, vida com HIV/Aids, dentre outras.As inscrições podem ser feitas até 03 de agosto, no link http://goo.gl/forms/zlOf93AgNc. Todas as pessoas selecionadas receberão confirmação de participação por e-mail. Não serão custeadas despesas de passagem, hospedagem e diárias.

Via UNIC-Rio / Compaz-FC.

Chefe da ONU parabeniza aprovação do plano de ação sobre financiamento do desenvolvimento pós-2015

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Garantir educação inclusiva e equitativa é um dos objetivos do desenvolvimento sustentável. Foto: Banco Mundial/Dana Smillie
Garantir educação inclusiva e equitativa é um dos objetivos do desenvolvimento sustentável. Foto: Banco Mundial/Dana Smillie
A Assembleia Geral das Nações Unidas sancionou nesta segunda-feira (27) o novo programa de ação global para o financiamento do desenvolvimento sustentável adotado há duas semanas em uma conferência das Nações Unidas realizada em Adis Abeba, Etiópia. A iniciativa foi saudada pelo secretário-geral Ban Ki-moon como um passo importante que coloca firmemente o mundo num caminho mais próspero, justo e sustentável para esta e as futuras gerações.
O presidente da Assembleia Geral, Sam Kutesa, disse que a ação desta segunda “vai demonstrar ainda mais o nosso compromisso coletivo no sentido de erradicar a pobreza, alcançar o desenvolvimento sustentável e a construção de um futuro melhor para todos”, e exortou os Estados Membros das Nações Unidas a “fazer tudo o que for necessário para garantir que a Agenda de Ação Adis Abeba seja totalmente implementada”.
O documento final adotado na Terceira Conferência Internacional sobre o Financiamento do Desenvolvimento, que aconteceu no início deste mês, chamado Agenda de Ação, contém uma série de medidas corajosas para reformar as práticas de financiamento global e gerar investimentos para enfrentar uma série de desafios econômicos, sociais e ambientais.
A Agenda também abrange todas as fontes de financiamento e a cooperação em uma série de questões, incluindo a tecnologia, a ciência, a inovação, o comércio e a capacitação.

domingo, 26 de julho de 2015

Latinidades: capoeiristas debatem regulamentação da profissão

Agência Brasil
Mestres de capoeira, alunos e entusiastas da prática veem com ceticismo os benefícios que a eventual regulamentação do profissional da capoeira pode trazer. Representantes de um movimento que já foi considerado crime e proibido no passado se mostram contrários a fórmulas que, segundo eles, podem institucionalizar e dividir a capoeira.
De acordo com Rosângela Costa, conhecida como mestra Janja, que também mora na Bahia, a comunidade capoeirista no Brasil tem se posicionado majoritariamente contrária à profissionalização da capoeira. "O projeto divide a capoeira entre quem pensa a capoeira como cultura e quem pensa a capoeira como esporte. Eles pegam quem pensa como esporte e luta para regulamentar esse sujeito como atleta de alto rendimento. Isso não apenas é perverso para a capoeira como um todo, mas para nós mulheres é extremamente perigoso porque amplia abismos de desigualdades", destaca ela que participou hoje (26) de um debate sobre o tema no Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha (Latinidades), em Brasília.
Um dos pontos polêmicos das propostas sobre o tema que tramitam atualmente no Congresso Nacional diz respeito às exigências para que os profissionais sejam formados em educação física ou, então, acompanhados por educadores físicos. O representante do ministério da Cultura Daniel Castro disse que a pasta está mais interessada em esclarecer que a capoeira não deve constar nas regulamentações dos profissionais de educação física do que na profissionalização em si. "A gente acha que esses [projetos que regulamentam a profissão] ainda estão muito imaturos.”
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Essa é a mesma opinião de Mariana Monteiro, 26 anos, que assistiu ao debate. Ela participa há três anos de um grupo no Guará, região administrativa Distrito Federal, e questiona a forma como a mudança iria dar reconhecimento aos mestres, que há anos ensinam a jogar capoeira. “Acho que não tem nada a ver porque não tem como você falar para um mestre que já é mestre de capoeira fazer educação física agora. Nem botar nenhuma pessoa como professor dizendo que vai ensinar capoeira melhor que o mestre. Acho difícil profissionalizarem porque a capoeira é uma cultura.”
O Latinidades, criado em 2008 para comemorar o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, dia 25 de julho, é o maior festival de mulheres negras da América Latina. O evento, que começou na última quarta (22), termina hoje após uma programação diversa com palestras, exibições de filmes e shows. Como evento parceiro ao festival este ano, o Chamada de Mulher divulgou e recolheu durante o evento assinaturas para a Carta de Brasília, um manifesto de capoeiristas pelo fim do feminicídio e demais formas de violência contra as mulheres.
Mateus Damasceno, conhecido como Canela no grupo Raízes e Tradição, da Ceilândia Norte, acredita que a capoeira é um "aprendizado para a vida" e uma filosofia. "A gente treina diariamente, é uma coisa para transformação. A gente carrega essa bandeira e acredita que pode conseguir viver mesmo da arte", afirma o jovem de 19 anos, desde os 6 na capoeira. Para ele, o principal desafio é "acabar com o preconceito, a discriminação.”
Recursos
O presidente da Fundação Internacional de Capoeira de Angola (Fica), Cinézio Peçanha, conhecido como mestre Cobra Mansa, defende que é preciso dar condições para os grupos se fortalecerem. "Quantos mestres não têm espaço para dar aula de capoeira? Quantos mestres muitas vezes precisam de instrumentos para fazer trabalho em uma escola? Por que não se faz fórum para instrumentalizar o capoeirista? Falam: 'Vai ter um edital'. Aí eu pergunto: Quantos capoeiristas sabem inscrever um projeto? Então tem que fazer uma oficina de capacitação para pessoas que querem aprender a fazer projetos", exemplifica.
Em novembro de 2014, a roda de capoeira se uniu ao samba do Recôncavo Baiano e ao frevo pernambucano ao conquistar o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Com o registro, a capoeira ganhou mais respaldo para receber recursos públicos. Ao inscrever a prática, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional orçou em mais de R$ 2 milhões as atividades de difusão da modalidade.
Mestra Janja, que é professora da Universidade Federal da Bahia, concorda que o reconhecimento não deve ser apenas um título. "Estamos num momento de, a partir desse registro pela Unesco, promovermos aqui as reflexões de como pensar a capoeira no exterior."

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Via UNIC-Rio/ COMPAZ-FC...

Plataforma da FAO promove troca de informações sobre Cooperação Sul-Sul

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A nova plataforma chamada Cooperação Sul-Sul (SSC) Gateway permite o compartilhamento de informações sobre a vasta gama de instituições alimentares e agrícolas e experiências no Sul global.
Imagem: Cooperação Sul-Sul (SSC) Gateway
Imagem: Cooperação Sul-Sul (SSC) Gateway
Uma nova plataforma chamada Cooperação Sul-Sul (SSC) Gateway foi lançada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para compartilhar informações sobre a vasta gama de instituições alimentares e agrícolas e experiências no Sul global. O SSC Gateway permite que os usuários acessem informações sobre instituições, de acordo com a área técnica e do país, e fornece links para esses sites para obter mais informações.
A plataforma busca facilitar o envolvimento na Cooperação Sul-Sul e na Cooperação Triangular, diretamente entre países, instituições ou através da FAO. Ela não só permite que os países-membros se envolvam diretamente com a plataforma, mas também que os interessados possam identificar conhecimentos técnicos do Sul para diferentes programas e projetos.
A Cooperação Sul-Sul é o compartilhamento mútuo e o intercâmbio de soluções de desenvolvimento – conhecimento, experiências e boas práticas, políticas, tecnologias e recursos – entre dois ou mais países do Sul global. Já a Cooperação Triangular envolve parcerias entre dois ou mais países em desenvolvimento, juntamente com um terceiro parceiro, tipicamente um parceiro de recursos tradicional e / ou organização multilateral.
Em uma fase-piloto até ao final de 2015, o Gateway até agora tem sido preenchido com instituições de Argentina, China e Uruguai. No entanto, a plataforma incentiva uma maior participação de diferentes países e feedback para moldar e desenvolver esse instrumento de cooperação ainda mais.
Clique aqui para acessar o portal



Via UNIC-Rio / COMPAZ-FC. 

FAO lança novo debate on-line sobre nutrição escolar; opiniões podem ser enviadas até 5 de agosto

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Esta nova discussão online lançada pela FAO tem como objetivo compartilhar experiências e pontos de vista sobre as características destes programas e sobre como ampliá-los e fortalecer seus impactos a longo prazo.
Crianças almoçam refeição preparada por um grupo de mulheres que participam de um projeto de alimentação escolar. Foto: FAO
Crianças almoçam refeição preparada por um grupo de mulheres que participam de um projeto de alimentação escolar. Foto: FAO
A Organização para a Alimentação e a Agricultura das Nações Unidas (FAO) lançou nesta segunda-feira (20) uma nova discussão on-line sobre a alimentação escolar. Sob o tema “Como a alimentação escolar e atividades de nutrição podem promover hábitos alimentares saudáveis ao longo da vida”, os participantes são convidados a contribuir, respondendo a três perguntas até o dia 05 de agosto.
Programas de alimentação escolar e alimentação escolar e nutrição estão atualmente ganhando visibilidade e sendo implementados na África. Esta nova discussão online lançada pela FAO tem como objetivo compartilhar experiências e pontos de vista sobre as características destes programas e sobre como ampliá-los e fortalecer seus impactos a longo prazo.
Existe um consenso global que reconhece a nutrição infantil como um elemento essencial para melhorar não só a saúde e o bem-estar das crianças em todo o mundo, mas também o desenvolvimento social e econômico das comunidades e países. As escolas desempenham um papel central neste processo, como promotoras do conhecimento necessário para que as novas gerações tornem-se cidadãos ativos da sociedade. Elas também têm o potencial para se tornar poderosas plataformas para integração da nutrição, ao promoverem hábitos alimentares saudáveis ao longo da vida.
A FAO quer ouvir experiências, opiniões e sugestões sobre o papel da escola na promoção de hábitos alimentares saudáveis ao longo da vida. As contribuições podem ser deixadas no site do Fórum Global da FAO sobre Segurança Alimentar e Nutrição ou serem enviadas por e-mail a fsn-moderator@fao.org.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Via UNIC-Rio  p/ COMPAZ-Folha Cultural
ONU e governo do Brasil lançam nesta quarta-feira (22), em Brasília, a Década Internacional de Afrodescendentes

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Lançamento acontece na abertura do Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha com a presença do coordenador residente do Sistema das Nações Unidas do Brasil, Jorge Chediek, e da secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ministra Nilma Lino Gomes.
Década Internacional de AfrodescendentesNesta quarta-feira, dia 22 de julho, às 18h30, será oficialmente lançada no Brasil a Década Internacional de Afrodescendentes.
No evento, que acontece em Brasília, durante a abertura do Festival da Mulher Afro-Latino-Americana  e Caribenha com a presença do coordenador residente do Sistema das Nações Unidas do Brasil, Jorge Chediek, da secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ministra Nilma Lino Gomes, e de outras autoridades, serão apresentadas a vinheta da Década Internacional de Afrodescendentes, que abrirá todos os filmes do Festival, e a plataforma da Década – www.decada-afro-onu.org – onde é possível acessar informações completas sobre a Década Internacional de Afrodescendentes, incluindo vídeos, fotos, notícias e eventos, no Brasil e em diversos países do mundo.
Com o tema “Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento”, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o período de 2015 a 2024 como a Década Internacional de Afrodescendentes. Seu objetivo principal é promover o respeito, a proteção e a realização de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais dos povos afrodescendentes, como reconhecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A Década é também uma oportunidade para reconhecer a contribuição significativa dos povos afrodescendentes às nossas sociedades, bem como propor medidas concretas para promover sua inclusão total e combater todas as formas de racismo, discriminação racial, xenofobia e qualquer tipo de intolerância relacionada.
O Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha (Festival Latinidades) – que acontece no Cine Brasília de 22 a 26 de julho – é o maior Festival de Mulheres Negras da América Latina. O tema deste ano é Cinema Negro e tem por objetivo debater o protagonismo e a representação das mulheres negras no cinema, colocando-as no centro das discussões sobre políticas públicas para o audiovisual.
Confira o spot especial da Década: http://youtu.be/gSej12eOxlQ

Serviço

Lançamento da Década Internacional de Afrodescendentes
22 de julho de 2015 – 18h30
Cine Brasília 
EQS 106/107 – Asa Sul – Brasília, DF
Programação: www.afrolatinas.com.br/programacao

Sobre a Década Internacional de Afrodescendentes da ONU

Década Internacional de Afrodescendentes foi proclamada pela resolução 68/237 (acesse aqui em inglês) da Assembleia Geral e será observada entre 2015 e 2024, proporcionando uma estrutura sólida para as Nações Unidas, os Estados-membros, a sociedade civil e todos os outros atores relevantes para tomar medidas eficazes para a implementação do programa de atividades no espírito de reconhecimento, justiça e desenvolvimento.
O período também é uma oportunidade única de apoiar o Ano Internacional de Povos Afrodescendentes, observado pela comunidade internacional em 2011, além de destacar a importante contribuição dada pelas e pelos afrodescendentes para nossas sociedades e propor medidas concretas para promover a sua plena inclusão, o combate ao racismo, à discriminação racial, à xenofobia e à intolerância.
Outras informações sobre a Década, visite o site decada-afro-onu.org

Sobre o Festival Latinidades

Já na sua oitava edição, o Festival Latinidades vem trazendo importantes temas relacionados à superação das desigualdades de gênero e raça, colocando a cultura negra da diáspora em visibilidade. Sediado no Distrito Federal, o Festival foi criado em 2008 para comemorar o Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho. Acreditando que a cultura é um espaço estratégico e mobilizador dos temas tratados, o projeto envolve diversas linguagens artísticas, formação, capacitação, empreendedorismo, economia criativa e comunicação.
Contatos para a imprensa
Amanda Talamonte
ONU Mulheres
amanda.talamonte@unwomen.org
Tel: 61-3038 9146 | 61-8267-2086
Gustavo Barreto
Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil – UNIC Rio
barretog@un.org | unic.brazil@unic.org
Tel: 21-2253-2211 | 61-98185-0582

  Trabalho/Obra | *WRA.                                                                                                                     ...