domingo, 12 de abril de 2015

Banco Mundial: Brasil é o primeiro País a receber programa inovador contra o desflorestamento/FC-15
Com recursos dos Fundos de Investimento para o Clima, programa será implementado de forma global e nacional; projeto no Cerrado brasileiro tem investimento de 6,5 milhões de dólares.
Edivaldo Apinajé, agente de saúde dos Apinajés, no Tocantins, mostra os pequenos frutos de um cajueiro. Foto: Mariana Kaipper Ceratti/Banco Mundial
Edivaldo Apinajé, agente de saúde dos Apinajés, no Tocantins, mostra os pequenos frutos de um cajueiro. Foto: Mariana Kaipper Ceratti/Banco Mundial
Um programa inovador de doações para o combate ao desmatamento e à degradação florestal está possibilitando aos povos indígenas e comunidades locais tomarem as rédeas das decisões relativas ao financiamento e concepção de projetos. O Brasil foi o primeiro país a receber o programa que será implementado de forma global e nacional em países que implementam, atualmente, o Programa de Investimento Florestal.
O programa, chamado de Mecanismo de Doação Dedicada (DGM, Dedicated Grant Mechanism), foi aprovado recentemente pela Diretoria Executiva do Banco Mundial e recebe recursos dos Fundos de Investimento para o Clima como iniciativa especial do Programa de Investimento Florestal. Concebido por (e para) povos indígenas e comunidades tradicionais, o DGM inclui dois componentes: projetos específicos de cada país e um projeto de aprendizagem e intercâmbio global, que liga todos os projetos nacionais e serve como plataforma global de divulgação.
Até o momento, foram aprovados recursos para o projeto de aprendizagem global e para o Brasil, primeiro entre os países da série – com 6,5 milhões de dólares aprovados para um projeto na região do Cerrado, que ocupa mais de 20% do território brasileiro.
Esses recursos serão utilizados, em parte, para ajudar a financiar iniciativas agroflorestais; cobrir parte dos custos das unidades de processamento de produtos agrícolas e florestais não madeireiros; e ajudar na produção e comercialização de produtos artesanais. Além de fomentar as habilidades de liderança e negociação dos povos indígenas e comunidades tradicionais.
“Este projeto é muito importante no apoio às comunidades indígenas aqui no Cerrado”, disse Deborah Wetzel, diretora do Banco Mundial para o Brasil. “Este projeto irá dotar as comunidades das condições necessárias para ter acesso a recursos que irão ajudá-las a gerir os impactos ambientais e sociais de suas atividades.”
Januário Tseredzaro, do povo Xavante, concorda. Ele ressalta que o novo programa de DGM ajudará os povos indígenas a combater o desmatamento.
“Nós entendemos a importância que isso terá para nossos projetos. Não somente para os nossos projetos, mas também para a conservação e para a nossa luta para preservar o Cerrado”, disse Tseredzaro. “Espero que o sucesso do programa leve à sua implementação também em outros biomas brasileiros.”

COMPAZ/WRA (Via ONUBR) ONU Mulheres e Instituto Patrícia Galvão realizaram Painel "Pequim + 20: Mais Mulheres na Política", nesta terça, 14 de abril de 2015/FC/15


Primeiro da série de três painéis, evento discutirá a representação feminina no poder e na liderança. Evento contará com a participação da renomada teórica feminista Carole Pateman. Saiba como se inscrever.
Com o objetivo de identificar as lacunas que impedem o empoderamento das mulheres e estimular ações que promovam a aceleração de medidas para a igualdade de gênero em algumas áreas prioritárias da Plataforma de Ação de Pequim, a ONU Mulheres e o Instituto Patrícia Galvão realizarão três painéis de debates sobre Mulheres na Política; Violência contra as Mulheres; e Trabalho, Educação e Creche.
O primeiro deles é intitulado “Pequim+20: Mais Mulheres na Política” e acontecerá no auditório da Interlegis, em Brasília, na próxima terça-feira (14), a partir das 9h. O evento será inaugurado pela diretora regional da ONU Mulheres para América Latina e Caribe, Luíza Carvalho, e pela diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, Jacira Melo. A palestra de abertura “Participação e Representação Política das Mulheres” será ministrada pela teórica feminista Carole Pateman, reconhecida mundialmente pela sua produção acadêmica no campo da Participação e Teoria Democrática.
Em seguida, serão expostos dados de pesquisas de opinião pública relacionadas ao tema, entre elas Mais Mulheres na Política, elaborada pelo Ibope/Instituto Patrícia Galvão, em que 71% da população demonstrou apoio à reforma política para garantir maior participação de mulheres. Seis especialistas debaterão questões relevantes, tendências, desafios e propostas a partir do ambiente de opinião pública revelado por pesquisas.
Em 2015, a Declaração e a Plataforma de Ação de Pequim — como ficou conhecido o documento resultante da Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres, realizada em Pequim em 1995 — completa 20 anos de vigência. Em março deste ano, a Plataforma de Ação de Pequim foi considerada referência para mensurar os avanços em favor dos direitos de mulheres e meninas no mundo em 12 áreas de trabalho, durante o encontro da Comissão sobre a Situação das Mulheres, e suporte à iniciativa da ONU Mulheres “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”.

Apenas um terço dos Países alcançou metas de Educação, afirma (Agência das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura)  UNESCO/ FC/15.

O relatório foi lançado nesta semana em Brasília, Paris e Nova Déli.
Foto: ONU/Milton Grant.
Foto: ONU/Milton Grant.
Quinze anos depois que a comunidade internacional estabeleceu metas de educação para todos os países, apenas metade deles tiveram sucesso em assegurar matrícula universal na educação primária (no Brasil, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental).
Esta é uma das descobertas do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos 2015 (GMR 2015, em inglês) intitulado “Education for All 2000-2015: Achievements and Challenges”, que foi lançado esta semana, em Nova Déli (Índia), na sede da UNESCO em Paris, nas Nações Unidas em Nova York e em Brasília.
O relatório, publicado pouco antes do Fórum Mundial de Educação, que será realizado em Incheon, na Coreia do Sul, de 19 a 22 de maio, faz um balanço dos progressos alcançados desde 2000 e dos desafios enfrentados.
Uma das conclusões é que apenas um terço dos países alcançou asseis metas de Educação para Todos e, outra, que o financiamento persiste como o principal obstáculo, apesar do aumento significativo de muitos orçamentos nacionais para educação.
Elaborado por uma equipe independente e publicado pela UNESCO, o Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos acompanhou o progresso no alcance das metas desde sua adoção, em 2000, no Fórum Mundial de Educação em Dacar.
Além das ambiciosas contribuições governamentais já feitas, são necessários 22 bilhões de dólares anuais extras para garantir que alcancemos as novas metas educacionais que estão sendo agora estabelecidas para serem atingidas até 2030.
“O mundo tem feito um progresso enorme em direção à Educação para Todos”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova. “Apesar de não cumprir o prazo de 2015, há milhões de crianças a mais na escola do que haveria se persistissem as tendências dos anos de 1990. No entanto, a agenda ainda está longe de ser concluída. Necessitamos elaborar estratégias específicas e bem fundamentadas que priorizem os mais pobres, sobretudo as meninas, para melhorar a qualidade da aprendizagem e reduzir as falhas de alfabetização para que a educação se torne significativa e universal”.

ONU: Governos do Brasil e África se reúnem para discutir avanços na agenda de proteção social/FC-15







Seminário em Senegal debate financiamento maior e mais sustentável para iniciativas de proteção social; Objetivo é tirar milhões de pessoas da pobreza e colocá-las no caminho da prosperidade.
: Proteção social garante o desenvolvimento humano. Foto: ONU/Eskinder Debebé
: Proteção social garante o desenvolvimento humano. Foto: ONU/Eskinder Debebé
Se África quiser retirar milhões de pessoas da pobreza e encaminhá-las para a prosperidade, será necessária uma forte vontade política dos líderes africanos para assegurar um financiamento acrescido e sustentado das iniciativas de proteção social.
Estas são algumas das recomendaões do Seminário Internacional sobre Proteção Social na África, realizado nos dias 8 e 9 de abril em Dacar, Senegal, que contou com o apoio do governo brasileiro, a União Africana e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+) e do Instituto Lula.
O evento que reuniu 13 países africanos concluiu que a proteção social deve ser vista como um conjunto abrangente de intervenções intersetoriais para proteger os cidadãos, com prioridade para os mais pobres, contra os choques sociais, ambientais e econômicos que surgem ao longo do seu ciclo de vida e desenvolver a sua aptidão para resistir às crises, bem como para melhorar o seu bem-estar.
O Bolsa Família, programa de transferência condicionada de renda do Brasil, foi citado como um exemplo de plataforma que tirou milhões de pessoas da pobreza, promove a saúde e educação, e reduziu significativamente os níveis de desigualdade. Participantes ressaltaram que os sistemas de proteção social, quando bem orientados e monitorados, são um investimento, ao invés de simplesmente despesas.
Como os programas de proteção social em muitos países africanos são apoiados por parceiros internacionais, os participantes reconheceram que o financiamento dos doadores ainda tem um papel a desempenhar. A mobilização de recursos internos mais eficazes, incluindo a conformidade do setor privado com os impostos, foram recomendações adicionais para ajudar a impulsionar a agenda de proteção social.
As recomendações serão apresentadas na Reunião interministerial da União Africana sobre Desenvolvimento Social, Trabalho e Emprego no final deste mês, em Adis Abeba, na Etiópia. O Seminário em Dacar acontece em um momento crítico onde representantes internacionais se preparam para se reunir em julho, na Terceira Conferência Internacional sobre o Financiamento do Desenvolvimento, encontro em que chegarão a um acordo sobre um novo quadro para financiar a nova agenda pós-2015.

PNUD: " Jovens da America Latina  devem fazer parte da tomada de decisões em políticas públicas"./FC-15.

No contexto do IV Fórum de Jovens das Américas, a diretora do PNUD para a América Latina e o Caribe explicou o importante papel que a juventude na região pode exercer para promover um futuro mais equitativo.
A participação política de jovens - principalmente mulheres, afrodescentendes e indígenas - ainda é muito baixa na América Latina e Caribe. Foto: ONU/Rick Bajornas
A participação política de jovens – principalmente mulheres, afrodescentendes e indígenas – ainda é muito baixa na América Latina e Caribe. Foto: ONU/Rick Bajornas
Apesar da boa aceitação da democracia na região, pesquisas recente
do Latinobarometromostram que o mesmo não ocorre com as instituições e os políticos responsáveis por manter o avanço do bem-estar e progresso dos países. No contexto do IV Fórum de Jovens das Américas, que acontece no Panamá entre os dias 8 e 10 de abril, a subsecretária-geral da ONU e diretora do PNUD para a América Latina e o Caribe, Jessica Faieta, explicou o importante papel dos jovens da região para mudar este cenário.
“Claramente, as manifestações contra a corrupção, a falta de representatividade, assim como as exigências universais de melhores condições na educação, na saúde e nos transportes, condizem com a insatisfação em relação ao desempenho institucional e às prioridades dos cidadãos. Deseja-se uma democracia mais abrangente e efetiva, e serviços públicos para todos e todas”, disse Faieta.
A América Latina e o Caribe contam com mais de 150 milhões de jovens entre 15 e 29 anos e têm um grande desafio pela frente: a luta pelo fim da desigualdade que as diferentes gerações enfrentam para a construção de soluções e políticas públicas para combater esse problema. Para o PNUD, é preciso facilitar o compromisso e a participação desta geração, que é a mais bem preparada para a tomada de decisões em políticas públicas.
Hoje a representatividade política dos jovens nos parlamentos da América Latina e do Caribe é baixa, especialmente entre as mulheres e ou descendentes de africanos ou indígenas. Somente 2,7% dos parlamentares e 1,3% das parlamentares da região tem menos de 30 anos; apesar dos jovens representarem mais de um quarto da população da região. Entre os parlamentares com menos de 40 anos, 15% são homens enquanto o número de mulheres não chega a 6,5%.
O PNUD, no âmbito de sua estratégia para a juventude, trabalha para apoiar a adoção abordagens intergeracionais de políticas públicas, na visibilidade das demandas da juventude, no apoio à participação, empoderamento e de capacitação de liderança juvenil e no acompanhamento dos processos de participação destinados à definição da pluralidade e à consolidação de agendas de desenvolvimento que contemplem a inclusão social.
Para a agência, a região conta com uma oportunidade única de combater e reduzir a lacuna entre as expectativas, as respostas e os direitos, e eu acredito, verdadeiramente, que ela tem como aliados os jovens que já estão envolvidos nas soluções dos problemas de suas comunidades, nas mobilizações sociais, nos partidos políticos, ainda que disponham apenas de recursos escassos fornecidos para  facilitar a sua efetiva participação orgânica e/ou institucional.
“A efetiva participação e inclusão é uma dimensão essencial não apenas para melhorar a vida e a participação da juventude na sociedade e na política, mas também para fortalecer a governança democrática, reduzir as desigualdades e traçar o desenvolvimento sustentável da região”, concluiu a diretora.

Homem que é Homem...  
  Thiago Fragoso, o ator, empresta sua imagem à campanha do Banco Mundial para reforçar  a importância da Lei Maria da Penha. Alem dele, outras 15 personalidades participam do movimento, que esta sendo vinculada...

 Você sabe o porquê do Dia da Mulher?
  Nova Iorque, 8 de março de 1857. Cento e vinte nove operárias de uma fábrica foram mortas pela polícia durante uma ação para conter uma manifestação na qual era reivindicada a diminuição da jornada de trabalho e direito à licença-maternidade. A data celebra a coragem delas, que deram a vida em prol de suas ideais de justiça social e profissional.
  As Mulheres de nossos dias têm outras lutas, estas responsáveis por índices de mortalidade evitáveis por meio do simples ato de prevenção; tais com AIDS, câncer de mama e de colo do útero. Mulheres exijam o direito ao exame de Papanicolau e mamografia. Lute pela Vida...  

                      
Emma Watson é a nova embaixadora da ONU Mulheres
(# 20 /FC) (foto-  Mulheres e faixa...) (Pag. COMPAZ)
    A atriz britânica Emma Watson que interpretou Hermione na saga Harry Potter, se tornou a mais nova embaixadora da ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas/ONU. A atriz,  de 24 anos, confirmou a noticia em 8 de julho de 2014, a declaração em sua conta no Twitter afirmando estar ‘muito emocionada’ com as atividades que a aguardam. “Nomearem-me para realizar este trabalho me coloca na linha de frente. Os direitos das mulheres estão ligados de forma muito intrínseca ao jeito que eu sou.”
   A ONU Mulheres promove os direitos das mulheres em todo mundo. Watson ainda destacou que espera ‘fazer a diferença’ com o se novo compromisso. Por sua vez, a ONU declarou sua satisfação com a nova embaixadora. Estamos felizes de trabalhar com Emma, ela que acredita e personifica os valores da ONU Mulheres, observou a Diretora-Executiva da entidade, Phumzile Mlambo-Ngcuka.


  Pelas Alamedas… Vale afora! Nosso eterno agradecimento entre Páginas Perenes. Nossa Coletânea. *WRA/ Set. 2017.       Mitos Solenes. Gar...